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Destaques do site O Arcanjo no ar

Ir. Dorothy! Uma sagrada herança a ser defendida!

Pe. Carlos Augusto Azevedo da Silva

Era dia 12 de fevereiro de 2005, no meio da floresta Amazônica, no município de Anapu – PA, no lote 55 do PDS chamado “Esperança”. Eis a cena: Um corpo estendido no chão, uma senhora, alvejada com seis tiros, imersa numa poça de sangue e com o corpo molhado pela chuva, típica dessa época do ano. Essa mulher tinha um nome Dorothy Stang. Era Ir. Dorothy, missionária norte-americana, naturalizada brasileira, que doou a maior parte de sua vida no auxílio aos que mais precisavam, fazendo-se pobre entre os pobres, sendo sua voz, sendo sua força, sendo sua esperança. Quando mataram Ir. Dorothy, eles tentaram matar a esperança de todo um povo. Um povo sofrido pelo avanço das fronteiras agrícolas, que por causa do Agronegócio, que enriquece a uns poucos mega fazendeiros, destrói a vida de milhares de inocentes.

Esse povo é o povo simples da floresta, que consegue conviver com ela sem derrubá-la, que preserva a natureza e conhece a terra como ninguém. Esse povo é o povo que sofre vendo a madeira sendo roubada. Esse povo é o povo que sofre vendo a terra sendo-lhes tirada. Esse povo é o povo que sofre vendo e sentido a força da pólvora e do chumbo que ceifa a vida de famílias inteiras, através da violência dos pistoleiros e do dinheiro dos grileiros. Esse povo é o povo que não tinha voz, que não tinha esperança, que não tinha força, mas encontrou naquela senhora o alívio de suas dores.

Ela lhes deu voz juntos às autoridades, ela lhes deu visibilidade em meio ao mundo globalizado, ela assumiu para si uma luta que não era sua, mas passou a ser quando no ímpeto de fazer Jesus conhecido e amado, conheceu o sofrimento desse povo a passou a sofrer com ele suas dores.

Ir. Dorothy era muito mais que uma simples religiosa que anunciava o Evangelho, era uma mulher de fibra que vivia o Evangelho, que encarnava o Evangelho em sua vida. Muito mais que pregadora da Palavra de Deus ela era Testemunha e semeadora do Reino de Deus. Era muito mais que líder, era liderança! Era muito mais que amiga, era amor! Era muito mais que conselheira, era exemplo!

Qual o seu legado, qual a sua herança? A herança de Ir. Dorothy é a certeza de que não estamos sós, de que juntos podemos muito mais do que sozinhos, é a certeza de que quando acreditamos no Estado de direito e procuramos as pessoas certas, fazendo as pressões certas, buscando o caminho certo, nada pode dar errado. Que a força do povo organizado, que busca garantir a manutenção de seus direitos e exercer os seus deveres é imensurável. A certeza de que diante do gigante Golias que é o Agronegócio, a grilagem de terras, nós somos o pequeno, porém corajoso, Davi, que com cinco pedrinhas derruba o gigante.

Seis anos após seu martírio, somos levados a olhar o que essa mulher nos deixou. Ir. Dorothy nos deixa como legado a responsabilidade de preservar a floresta de pé. A responsabilidade de denunciar todo e qualquer tipo de ameaça a integridade da floresta e de seu povo. Ela nos deixa como legado um povo que soube se organizar e hoje já começa a produzir. Onde há seis anos existia uma esperança, hoje existe uma realidade.

No entanto, ainda paira o medo no ar. Os pistoleiros ainda tiram a vida de trabalhadores indefesos, a madeira ainda é retirada, terras continuam a ser roubadas, assassinos ainda andam à solta pelas ruas. Tudo pelo que Ir. Dorothy lutou ainda não foi conquistado plenamente. Por isso essa herança não é só para ser relembrada, mas para ser defendida.

Tentaram calar Ir. Dorothy, mas hoje nós somos sua voz, quiseram pela força das balas acabar com um sonho, mas hoje nós somos os grandes responsáveis de fazer o sonho se tornar realidade. Ir. Dorothy, não foi enterrada, ela foi semeada! E nós somos os frutos dessa semeadura, nós temos a imensa responsabilidade de fazer com que a voz que vem da floresta ressoe cada vez mais alto, pelo mundo todo.

“A morte da Floresta é a nossa morte”, Temos que conscientizar o mundo do que acontece no nosso Pará, temos que mostrar ao mundo as atrocidades que ainda são cometidas. Ir. Dorothy foi assassinada, mas continuará viva enquanto houver um coração que ame a floresta e lute por ela.

Celebramos seis anos de sua morte, não com tristeza, nem ódio, mas com uma esperança renovada, porque a cada dia mais pessoas se unem ao nosso coro, a cada dia mais pessoas assumem para si essa luta que não era apenas a luta de Ir. Dorothy, nem mesmo a luta de um povo. Mas essa luta, que hoje assumimos também para nós, é a luta por uma Amazônia Livre!

A esperança não foi vencida, a luta não terminou, a morte não teve a ultima palavra. A dor deu lugar à garra, o medo deu lugar à coragem, a incerteza deu lugar à confiança. O sonho não acabou, a batalha ainda não chegou ao fim, mas cantamos com esperança renovada: “Vai ser tão bonito se ouvir a canção, cantada de novo. No olhar da gente a certeza de irmãos, reinado do povo!”

Dorothy vive!

A Pastoral do Povo da Rua lança o livro “Povo da Rua, Povo de Deus”

A Pastoral do Povo da Rua convida para o lançamento do livro “Povo da Rua, Povo de Deus”.

Agenda
Data: 10 de fevereiro, quinta-feira, às 17h
Local: Casa de Oração do Povo da Rua
Rua Djalma Dutra, 3
Bairro da Luz

Livro Povo da Rua Povo de Deus

Neste dia estarão presentes alguns dos autores para uma conversa.
Este Caderno Bíblico é um convite para percorrer ruas e lixões e lançar um novo olhar sobre esses rostos que buscam incansavelmente espaço, vida e cidadania.

Batizados de Janeiro de 2011

Danilo, Guilherme e Sofia foram batizados na Capela São Judas Tadeu neste bonito domingo de 23 de janeiro de 2011. As irmãs da Congregação de Nossa Senhora Menina, de vários países da América do Sul (encontro de formação), vieram e rezaram junto com a Comunidade, quando a Igreja ganhou novos filhos.

A liturgia deste dia apresentou Jesus Cristo como a luz que brilha entre as nações e elimina as trevas do pecado e da morte. Assim, dá o fundamento porque Jesus começou a arrebanhar discípulos para fazer deles arautos do Reino de Deus, já presente no mundo na pessoa do Verbo encarnado. Da mesma forma, Jesus continua hoje, por meio da Igreja, reunindo o povo e convocando discípulos para missão de anunciar o Evangelho até que a salvação seja proposta à humanidade inteira – Mt 4,12-23 (O Povo de Deus).

Vejam as fotos, por Carlos A. Beatriz

Cáritas lança campanha de apoio às vítimas das chuvas

A Cáritas Arquidiocesana de São Paulo abriu uma conta bancária a fim de arrecadar doações para as vítimas das chuvas que têm atingido a região serrana no Estado do Rio de Janeiro nos últimos dias.

Os dados para colaborar são:

Banco Itaú
Ag. 7657, c/c. 10.834-1

O cardeal arcebispo de São Paulo, D. Odilo Scherer, divulgou carta de solidariedade em que afirma que as imagens do desastre natural “são impressionantes e falam por si mesmas. Além das centenas de pessoas que perderam a vida, muitíssimas outras estão feridas ou perderam tudo.” Por isso, ele pede: “faça sua doação generosa e divulgue a conta também entre os amigos e pessoas de seus contatos, encorajando-os a fazerem sua doação solidária.”

As colaborações serão encaminhadas às Cáritas das dioceses de Petrópolis e Nova Friburgo, localizadas nas áreas atingidas.

Em entrevista por telefone ao site da Arquidiocese de São Paulo, o bispo de Petrópolis, D. Filippo Santoro afirma que a região está devastada, “é como se fosse um terremoto”. Ele visitou Teresópolis e o Vale do Cuiabá e disse que as igrejas estão abertas para acolher os desabrigados e desalojados num grande mutirão de solidariedade.

CNBB também se solidariza

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil manifestou na quinta-feira, dia 13, solidariedade às vítimas das vítimas das chuvas no Rio. Em nota oficial, a entidade conclama a sociedade a intensificar as doações. A CNBB, em conjunto com a Cáritas Brasileira, lançou a campanha SOS Sudesde. O presidente da Cáritas, dom Demétrio Valentini sugere que no dia 30 de janeiro todas as dioceses façam uma coleta em favor das vítimas das chuvas.

Os Tempos Litúrgicos – O Tempo Comum

É formado por 33 ou 34 semanas. Está dividido em duas partes: a primeira entre a Festa do Batismo do Senhor e a Quaresma (que pode ser de 5 a 9 semanas) e a segunda (contendo as demais semanas) entre o Domingo de Pentecostes e o Tempo do Advento.

Comemoramos nesse tempo o mistério de Cristo em sua plenitude. A proclamação continuada do Evangelho aprofunda e nos leva a assimilar de modo progressivo o Mistério Pascal, pois celebramos a presença viva de Cristo naquilo que somos e fazemos. A experiência da Eucarista dominical, como Páscoa Semanal, impele a comunidade a seguir a Cristo e a observar a revelação de seus mistérios também nos acontecimentos rotineiros da vida.

Celebrando o Tempo Comum

– Cor do tempo: verde
– A preparação de nossas liturgias dominicais para esse tempo não deve partir de um “tema de conscientização e reflexão” (por mais dignos e importantes que eles sejam), pois isso pode levar a assembleia a pensar que o “tema” seja o centro da Eucaristia, deixando em segundo lugar Cristo e o Mistério Pascal. Isso não significa diminuir a oração para determinada intenção. A homilia ou reflexão, a oração dos fiéis e os demais textos que podem ser adaptados livremente devem inspirar-se na Palavra e a partir dela serem atualizados na vida da Igreja e da humanidade.
– Os cantos devem igualmente estar em harmonia com a celebração e a vida da comunidade.
– O Tempo Comum deve ser valorizado como um período de crescimento e maturação, evitando que ele pareça monótono e rotineiro.
– Devemos ajudar os fiéis a perceberem como os Evangelhos proclamados a cada domingo desenvolvem o mistério da nossa salvação, seguindo a vida pública de Jesus.
– Algumas Solenidades do Senhor acontecem no Tempo Comum: Santíssima Trindade (domingo depois de Pentecostes),  Santíssimo Sacramento do Corpo e do Sangue de Cristo (quinta-feira de pois da Santíssima Trindade), Sagrado Coração de Jesus (sexta-feira após o 2º domingo depois de Pentecostes), Nosso Senhor Jesus Cristo Rei do Universo (último domingo do Tempo Comum).

Jesus Cristo – Ontem, hoje e sempre
O Ano Litúrgico
Paulinas

Texto: Sidnei Fernandes Lima
Ilustrações: Sergio Ceron

Os Tempos Litúrgicos – O Tempo do Natal

Durante esse período, comemora-se a manifestação do Senhor em nossa carne. Celebramos a “troca de dons entre o céu e a terra”, pedindo que possamos “participar da divindade daquele que uniu ao Pai a nossa humanidade”. Não celebramos apenas um acontecimento do passado, o nascimento de Jesus em Belém; celebramos o hoje da nossa salvação que se inicia com a manifestação de Deus na humanidade de nossa carne.

A alegria da Solenidade do Natal do Senhor se desdobra e se prolonga por oito dias sucessivos, os quais chamamos “Oitava do Natal”. Nesses oito dias existem algumas festas muito significativas. No dia 26 de dezembro, celebramos o primeiro mártir de Cristo, Santo Estevão. No dia 27 de dezembro, celebramos São João, apóstolo e evangelista. No dia 28 de dezembro, celebramos os Santos Inocentes Mártires. A festa da Sagrada Família, celebramos dentro do Domingo da Oitava de Natal ou, se não houver nenhum domingo dentro da oitava, celebramos no dia 30 de dezemnbro. No dia 1º de janeiro, celebramos a Solenidade da Santa Mãe de Deus.

A Solenidade da Epifania do Senhor (“epifania” quer dizer “revelação”), mais conhecida como Festa de Reis, é celebrada no dia 6 de janeiro. No Brasil é transferida para o domingo entre 2 e 8 de janeiro. Nela celebramos a manifestação do Senhor a todas as nações, que são representadas pelos magos que vão ao encontro do Salvador.

A festa do Batismo do Senhor é celebrada no domingo depois do dia 6 de janeiro, e revela a filiação divina de Jesus mediante a voz descida do céu. Nesse momento acontece a verdadeira unção e investidura de Jesus como Messias (cf. Mc 1,10).

Os textos litúrgicos nos levam não a contemplar o aniversário de Jesus, mas sim a celebrar o mistério de sua manifestação ao mundo para salvar a humanidade na humildade de nossa carne. No nascimento do Redentor, saudamos e celebramos a nossa redenção, que se cumprirá em sua Páscoa.

Celebrando o Tempo do Natal

Cor do tempo: branca
Nas missas de Natal, no momento do Credo, todos fazem genuflexão às palavras : “E se encarnou”
Na missa da Epifania do Senhor, depois da proclamação do Evangelho, ou após a Oração depois da Comunhão, faz-se o anúncio do dia da Páscoa.

Os Tempos Litúrgicos - O Tempo do Natal

O Verbo de Deus se esvazia e assume a natureza humana. Desce na terra numa gruta escura; alcança as profundezas das águas (Batismo); revela-se (Epifania) aos pastores e magos; é ungido pelo Espírito e apontado como o Cordeiro (Batismo).

Jesus Cristo – Ontem, hoje e sempre
O Ano Litúrgico
Paulinas

Texto: Sidnei Fernandes Lima
Ilustrações: Sergio Ceron

Catadores e povo da rua celebram Natal com novas conquistas

Representantes de catadores de material reciclável e população em situação de rua participaram do encontro de Natal com o presidente Lula, realizado em São Paulo na quinta-feira, 23/12, pelo oitavo ano consecutivo. A presidenta eleita, Dilma Rousseff, também estava presente e se comprometeu a dar contuidade aos trabalhos do atual governo.

Pe. Julio Lancellotti no encontro de Natal do povo da rua com o presidente Lula

No evento, conduzido pelo Pe. Julio Lancellotti, Vigário Episcopal para o Povo da Rua, o presidente assinou decretos de regulamentação da Política Nacional de Resíduos Sólidos e o que institui o Programa Pró-Catador. Lula anunciou também que nos próximos dias vai lançar por medida provisória incentivos fiscais para empresas que comprarem material reciclado de cooperativas de catadores.

Diversos ministros e autoridades do governo estiveram presentes e firmaram convênios de apoio a projetos que beneficiam a população de rua. A Secretaria de Direitos Humanos apresentou o novo serviço do Disque 100 para receber denúncias de casos de maus tratos e violações contra as pessoas em situação de rua e fornecer informações sobre albergues, centros de referência e assistência social e casas de repouso. As ligações são gratuitas.

Prefeitos de diversas cidades receberam o selo “Amigo do Catador” por terem aderido ao projeto lançado em 2009 em que o município paga às cooperativas de catadores pelos serviços prestados.

Lula e Dilma entregaram ainda um caminhão a cooperativas de catadores para a coleta seletiva solidária. Os dois acompanharam emocionados as falas das representantes do Movimentos Nacional da População em Situação de Rua, Maria Lúcia Santos Pereira, e do Movimento Nacional de Catadores, Matilde Ramos:

No discurso, a presidenta eleita, Dilma Rousseff, assumiu também o compromisso de participar do encontro de Natal dos próximos anos:

Lula contou aos presentes que tinha visitado o vice-presidente José Alencar, internado após sofrer uma hemorragia, e pediu a todos que rezassem um Pai Nosso. Em seguida, falou sobre o significado do encontro com os catadores e povo de rua:

Leia também a reportagem completa no site da Arquidiocese de São Paulo e veja abaixo as fotos do evento, capturadas por Calos A. Beatriz e Wanderley Oliveira:

Almoço de Natal da Comunidade São Martinho de Lima

Nesta Quarta-feira, dia 22/12, foi realizado o almoço de Natal da Comunidade São Martinho para o Povo da Rua. A celebração nos baixos do Viaduto Guadalajara foi presidida pelo Padre José, da Paróquia São Carlos Borromeu.

Tinha música, coral, animação e, sobretudo, amor. Foi realizada a encenação do nascimento de Jesus, que veio para os pobres.

Na cozinha, muitos voluntários na preparação do almoço. A alegria foi contagiante.

Frangos. Muitas doações. Cada um que trazia sua contribuição, o fazia com vibração. A comunidade São Miguel Arcanjo esteve sempre presente.

Morador de Rua possui uma vida, sonhos, vontades, esperança. Também vai aos livros.

O presépio simples. É a esperança da chegada do Menino Jesus, que virá. Aliás, presépio significa manjedoura.

No almoço a partilha. Os pratos foram delicadamente montados, com as porções generosas de todos que participaram desse momento tão bonito.

O menino Jesus está presente todos os dias na Comunidade São Martinho de Lima.

Em cada morador de rua, a expressão Feliz Natal. Um deles trouxe na sua camiseta esse desejo, que é estendido a todos nós.

Fotos por Carlos Alberto Beatriz

Batizados de Dezembro de 2010

Batizados de Dezembro de 2010

Neste 19/12/10, quarto domingo do Advento, 14 crianças foram batizadas na Capela São Judas Tadeu. O presépio montado pela Universidade São Judas Tadeu é destacado dentro da Capela. Está esperando Jesus.  Na leitura da Bíblia, o profeta Isaias disse:

“Pois bem, o próprio Senhor vos dará um sinal. Eis que uma virgem conceberá e dará à luz um  filho, e lhe porá o nome de Emanuel.”

Assim, nessa proximidade do Natal  foram batizados a Ana Clara, Davi, Fernanda, Henrique, Isabelle, Joaquim, Leonardo, Lucas, Luiza, Luiza Gonçalves, Pedro, Rafaela, Samuel e Vitória.

Luciana e Ricardo, pais do Pedro, receberam os sacramentos do casamento.

No salmo cantamos:

“Abre as portas, deixa entrar o rei da glória. É o tempo, ele vem orientar a nossa história.”

Estamos, portanto, muito perto do Natal, ansiosos pelo nascimento de Jesus, que se renova a cada ano. A árvore de natal recebeu os enfeites. Na manjedoura, com a forma de um cesto, foi colocada uma das crianças batizadas, gesto que sempre representa o Jesus menino.

Vejam as fotos, por Carlos Alberto Beatriz: