Liturgia

Orientações e conteúdos litúrgicos

Formação para a Proclamação da Palavra na Paróquia São Miguel

A proclamação vai muito além do ato de ler bem um texto. Nos encontros são trabalhadas e demonstradas algumas técnicas da proclamação que vão desde a correta interpretação do texto bíblico, passando pelo trabalho da respiração e dicção, da expressividade e ritmo, até a postura do proclamador diante do microfone. Tudo isso com exemplos práticos.

Estão sendo realizados mensalmente, desde de fevereiro, encontros de formação para a Proclamação da Palavra de Deus. Os encontros são conduzidos pelo Prof. Tarcísio de O. Santos que além de filósofo e teólogo, é professor de Teatro.

 A proclamação vai muito além do ato de ler bem um texto. Nos encontros são trabalhadas e demonstradas algumas técnicas da proclamação que vão desde a correta interpretação do texto bíblico, passando pelo trabalho da respiração e dicção, da expressividade e ritmo, até a postura do proclamador diante do microfone. Tudo isso com exemplos práticos.

Os encontros acontecem na Igreja de São Miguel Arcanjo, no quarto sábado de cada mês, das 15h às 16h30.

O último encontro aconteceu neste sábado 13/06, onde foram aprofundadas a Carta de São Paulo aos Colossenses, a Segunda Carta aos Coríntios. Havia material da Carta a Timóteo e aos Efésios. A leitura, seguida da análise aprofundada e a releitura aclarada.

 Professor Tarcísio promove curso para os leitores que vão proclamar os textos bíblicos nas missas da Comunidade São Miguel Arcanjo, neste sábado. Há que se proclamar com clareza e correta entonação. No curso há o aprofundamento dos textos, mostrando a alegria estabelecida por Jesus. Aqui a reprodução de um fragmento desse curso. Muito bom participe dos próximos.

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Dom Edmar: A Liturgia da Palavra

Dom Edmar Peron, bispo auxiliar da Arquidiocese de São Paulo, responsável pela Região Belém, dá continuidade à meditação sobre a Liturgia da Missa a partir dos textos da Instrução Geral do Missal Romano, abordando nesta série a Liturgia da Palavra.

Gravação realizada nos estúdios da TV São Judas, da Universidade São Judas Tadeu. Realização: Prima Estúdio.

Assista também aos vídeos sobre os ritos iniciais da Missa.

Evangelli Gaudium em 2014 na São Miguel

Alegria do Evangelho. Neste sábado, 07/12/13,  a Comunidade São Miguel Arcanjo reuniu seu grupo de liturgia, dentro do aprofundamento das leituras, com especial destaque para os Evangelhos da Infância. Antes, porém, o Pe Júlio distribuiu os exemplares da Exortação apostólica do Papa Francisco, Evangelii Gaudium, a Alegria do Evangelho, como propósito para estudo e reflexão no ano de 2014, por toda a Paróquia. Conseguiu desconto na Editora Loyola, facilitando a aquisição por todos e lembrando que aqui no site está publicada a íntegra do documento do Papa. Salientou a simplicidade da leitura e exclamou: “Eu pensei que não ia viver para receber um documento como esse do Papa, que é para ser vivido.”

Grupo de Liturgia aperfeiçoa leitura

O Grupo de Liturgia da Paróquia São Miguel Arcanjo, neste sábado 05/10/13 recebeu orientações para aperfeiçoar a proclamação da palavra, com as orientações do Professor Tarcisio Oliveira Santos. Ele transmitiu parte de sua experiência, com posturas básicas para uma boa proclamação da Palavra de Deus na Liturgia, destacando a preparação da leitura expressiva, os sentimentos decorrentes do texto e sua situação no tempo. Os participantes puderam exercitar a leitura de alguns textos. O Padre Julio acompanhou e palpitou com entusiasmo, aliás, sentimento de todos.

Vejam algumas fotos (aguardem a inserção).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Terço dos Homens junho 2012

 

Perseverantes, homens da comunidade São Miguel Arcanjo continuam a se reunir nas primeiras sextas-feiras de cada mês e rezam o Terço. Orações, pedidos, reflexões, ensino litúrgico, história da Igreja. No final a partilha.

Nesta última sexta-feira, 01 de junho de 2012, lá estavam eles rezando. Nos pedidos, nossas orações pela Teresa , nossa secretária e, também, pelo Arthur recentemente  batizado, que enfrentam a fragilidade e estão sob cuidados médicos. Após o Terço, o Pe Julio aproveitou o momento para explicar as cores das vestes litúrgicas, nos vários períodos. Explicou com detalhes, as cores vermelha, verde, branca, bem como os tempos. Na internet trouxemos um gráfico explicativo.

Reunião da Equipe de Liturgia maio

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Todos os primeiros sábados do mês, as pessoas interessadas em colaborar com as atividades da liturgia na Paróquia São Miguel Arcanjo, reúnem-se para encontros formativos. Neste último sábado (05/05), a equipe conduzida pelo Padre Júlio encontrou-se para definir o calendário de maio,  viabilizar um seminário sobre o Evangelho de Marcos para o mês de julho e começar a discutir sobre as propostas para o próximo Plano Pastoral da
Arquidiocese de São Paulo,  onde a Comunidade terá a possibilidade de opinar e contribuir com sugestões.

É importante frisar que todos que quiserem podem participar desses encontros: Todo 1º sábado do mês, na Paróquia São Miguel Arcanjo, às 16hs.

Texto por Alexandre Nunes e foto por Carlos A. Beatriz

Tempo Comum

Fr. Marcos Sassatelli

“Quem diz que está com Jesus,
deve comportar-se como Ele se comportou” (1Jo 2, 6)

O Tempo Comum é o mais extenso do Ano Litúrgico e se compõe de duas partes. A primeira parte começa no dia seguinte à celebração da festa do Batismo do Senhor e se estende até a terça-feira antes do início da Quaresma. A segunda parte começa na segunda-feira depois do domingo de Pentecostes e termina antes das Primeiras Vésperas do 1º domingo do Advento (Cf. Normas sobre o Ano Litúrgico e o Calendário – NALC, 44).

No Ano Litúrgico, o Tempo Comum “nos possibilita desfrutar de aspectos da vida e da missão de Jesus e seus discípulos, que não são contemplados nos Tempos do Natal e da Páscoa. Cada domingo do Tempo Comum tem o sabor de ‘Páscoa semanal’” (CNBB. Guia Litúrgico Pastoral. 2ª edição. Edições CNBB, Brasília, p. 88).

“A tônica dos 33 (ou 34) domingos do Tempo Comum é dada pela leitura contínua do Evangelho. Cada texto do Evangelho proclamado nos coloca no seguimento de Jesus Cristo, desde o chamamento dos discípulos até os ensinamentos a respeito do fim dos tempos. Neste Tempo, temos também as festas do Senhor e a comemoração das testemunhas do mistério pascal (Maria, Apóstolos e Evangelistas, demais Santos e Santas)” (Ib., p. 13).

Ora, se o Tempo Comum “nos coloca no seguimento de Jesus”, podemos perguntar-nos: o que significa ser seguidores e seguidoras de Jesus hoje, no mundo em que vivemos?

A meu ver, ser seguidores e seguidoras de Jesus (discípulos missionários e discípulas missionárias), significa:

1. Conhecer experiencialmente o Projeto de Deus a respeito do Ser humano e do Mundo, que é o Reino de Deus;

2. Aderir vivencial e conscientemente a esse Projeto;

3. Comprometer-se com ele, fazendo-o acontecer na história, que é um processo contínuo, dinâmico, contraditório e aberto à transcendência, ou seja, à plenitude do Reino de Deus, à plenitude da vida e da felicidade.

“Vendo Jesus que ia passando, João Batista apontou: ‘Eis aí o Cordeiro de Deus’. Ouvindo essas palavras os dois discípulos (que estavam com João Batista) seguiram a Jesus. Jesus virou-se para trás e, vendo que o seguiam, perguntou: ‘O que é que vocês estão procurando?’ Eles disseram: ‘Mestre, onde moras?’ Jesus respondeu: ‘Venham, e vocês verão’. Então eles foram e viram onde Jesus morava. E começaram a viver com Ele naquele mesmo dia” (Jo 1, 36-39). O compromisso de seguir Jesus brota sempre do testemunho de alguém (nesse caso de João Batista) e da experiência do encontro com o próprio Jesus.

Comprometer-se, pois, com o Projeto de Deus, fazendo-o acontecer na história, significa:

3.1. Inserir-se na realidade, isto é, estar “por dentro”, ter uma “consciência crítica”.

“Como Cristo, por sua Encarnação ligou-se às condições sociais e culturais dos Seres humanos com quem conviveu; assim também deve a Igreja inserir-se nas sociedades, para que a todas possa oferecer o mistério da salvação e a vida trazida por Deus” (Concílio Vaticano II. A atividade missionária da Igreja – AG, 10).

3.2. Interpretar a realidade e os acontecimentos à luz do Evangelho e, ao mesmo tempo, o Evangelho à luz da realidade e dos acontecimentos.

“Para desempenhar sua missão, a Igreja, a todo momento, tem o dever de perscrutar os sinais dos tempos e interpretá-los à luz do Evangelho, de tal modo que possa responder, de maneira adaptada a cada geração, às interrogações eternas sobre os significados da vida presente e futura e de suas relações mútuas. É necessário, por conseguinte, conhecer e entender o mundo no qual vivemos, suas esperanças, suas aspirações e sua índole frequentemente dramática” (Concílio Vaticano II, A Igreja no mundo de hoje – GS, 4)..

“Como discípulos de Jesus Cristo, sentimo-nos desafiados a discernir os ‘sinais dos tempos’ à luz do Espírito Santos, para nos colocar a serviço do Reino, anunciado por Jesus, que veio para que todos tenham vida e ‘para que a tenham em plenitude’ (Jo 10,10)” (Documento de Aparecida – DA, 33).

3.3. Transformar a realidade, fazendo acontecer o Ser humano Novo e o Mundo Novo.

“Testemunhamos o nascimento de um novo humanismo (acrescentamos hoje: e de um novo naturalismo) no qual o Ser humano se define, em primeiro lugar, por sua responsabilidade perante os seus irmãos e a história (acrescentamos hoje: e toda a natureza)” (Concílio Vaticano II. A Igreja no mundo de hoje – GS, 55).

Enfim – para os seguidores e seguidoras de Jesus – transformar a realidade, fazendo acontecer o Ser humano Novo e o Mundo Novo, significa:

3.3.1. Anunciar aos Seres humanos de hoje o Evangelho com todas as suas exigências concretas, sem adaptá-lo aos interesses dos grupos ou classes sociais mais poderosas, mesmo que isso não agrade aos “grandes” do mundo.

“Rogo a você (Timóteo), diante de Deus e de Jesus Cristo (…), proclame a Palavra, insista no tempo oportuno e inoportuno, advertindo, reprovando e aconselhando com toda paciência e doutrina. (…) Faça o trabalho de um anunciador do Evangelho, realize plenamente o seu ministério” (2Tm 4, 1-2.5).

3.3.2. Fazer a opção pelos Empobrecidos, Oprimidos e Excluídos, para – a partir deles e junto com eles – participar do processo de libertação do Ser humano todo, de todos os Seres humanos e de toda a Natureza, segundo o Projeto de Deus, que é o seu Reino.

“O Espírito do Senhor está sobre mim, porque ele me consagrou com a unção para anunciar a Boa Notícia aos pobres; enviou-me para proclamar a libertação aos presos e aos cegos a recuperação da vista; para libertar os oprimidos e para proclamar um ano de graça do Senhor” (Lc 4, 18-19).

Em síntese, “o seguimento de Jesus tem duas dimensões fundamentais intrinsecamente relacionadas: a dimensão cristológica: ser e viver como Jesus e a dimensão pneumatológica: o Espírito que atualiza Jesus na história. Consequentemente, o seguimento só pode ser concretizado levando-se em conta dois fatores determinantes: a memória viva de Jesus de Nazaré e as situações históricas em que se vive. Jesus deve ser prosseguido, atualizado e não imitado mecanicamente”.

“O Espírito é a memória e a imaginação de Jesus: memória que faz voltar sempre a Jesus de Nazaré; imaginação que nos leva a perguntar constantemente, o que diria e faria Jesus hoje. A vida de Jesus foi toda ela perpassada pelo Espírito. Consequentemente, o seguimento é o lugar privilegiado da manifestação do Espírito” (Ivanise Bombonatto. Seguimento de Jesus. Uma abordagem a partir da Cristologia de Jon Sobrino – http://www.teologia-assuncao.com.br/).

O método usado “ver, julgar, agir” (ou, em outras palavras, “analisar, interpretar, libertar”) “nos permite articular, de modo sistemático, a perspectiva cristã de ver a realidade; a assunção de critérios que provêm da fé e da razão para seu discernimento e valorização com sentido crítico; e, em consequência, a projeção do agir como discípulos missionários de Jesus Cristo” (Documento de Aparecida – DA, 19).

Que no Tempo Comum – os cristãos e as cristãs – vivamos plenamente a espiritualidade do seguimento de Jesus, que é uma espiritualidade radicalmente humana. “Não se encontra nada verdadeiramente humano que não ressoe no coração dos discípulos e discípulas de Jesus” (Concílio Vaticano II. A Igreja no mundo de hoje – GS, 1).

Nunca te canses do Reino Vidas pelas vidas,
Nunca te canses de falar do Reino Vidas pelo Reino, Vidas pelo Reino.
Nunca te canses de fazer o Reino Todas as nossas Vidas,
Nunca te canses de ‘semear’ o Reino Como a sua Vida como a Vida Dele.
Nunca te canses de acolher o Reino Ó Mártir Jesus!
Nunca te canses de esperar o Reino (Mantra)
(Dom Pedro Casaldáliga)

Tríduo em honra de São Paulo Apóstolo

De 22 a 24 de janeiro de 2012
Nas paróquias, comunidades e famílias

Arquidiocese de São PauloNo dia 25 de janeiro, nossa Cidade faz feriado e comemora o aniversário da sua fundação. Ela teve origem com uma iniciativa missionária, no século 16; o Páteo do Colégio, os monumentos ao Beato Pe. Anchieta e ao Pe. Manuel da Nóbrega nos recordam isso.

Para nós, da Igreja Católica, o dia 25 de janeiro lembra a Conversão do Apóstolo São Paulo, quando ele teve seu encontro surpreendente e marcante com o Mestre. No dia 25 de janeiro, nossa Arquidiocese festeja o Apóstolo São Paulo como seu Patrono.

Por isso, há Missas nas Paróquias, como nos dias de festa; cada um procure informar-se sobre os horários das Celebrações. Na Catedral da Sé teremos missa solene às 9h00, além de outros horários de celebração. Convido todos a participarem da Missa nesse dia.

A Igreja nos convida a sermos “discípulos-missionários” com mais ardor e intensidade; olhemos para o Apóstolo São Paulo, pois temos muito para aprender dele, de sua firme e profunda, de seu amor a Jesus Cristo, sua dedicação ao anúncio do Evangelho, seu ardor missionário, sua dedicação aos pobres! Que ele nos inspire e dê coragem!

Saúdo e abençôo todos os que celebram o Tríduo de preparação para a festa de nosso Patrono. Deus os assista e faça frutificar sua fé em boas obras!

Card. D. Odilo P. Scherer
Arcebispo de São Paulo

 

Orientações para o Tríduo

1. O Tríduo em honra de São Paulo Apóstolo deve ser celebrado em todas as Igrejas da Arquidiocese. Poderá ser feito também nas famílias, nos grupos ou pessoalmente.

2. Preparar sempre o ambiente da Celebração providenciando: cruz, velas, imagem ou estampa de São Paulo e a Bíblia.

3. Quando for celebrado na Eucaristia, utilizar como primeira leitura e salmo responsorial o texto e o salmo sugeridos para cada dia do tríduo, tomando o Evangelho da liturgia do dia da semana corrente.

4. Em cada dia do Tríduo acender velas: uma vela no 1º dia; duas, no 2º dia e três, no 3º dia.

5. Levar a Bíblia para ler e meditar o texto proposto, seguindo os passos da leitura orante da Palavra de Deus (cf. Verbum Domini 87):

a)  Fazer a leitura do texto: o que diz o texto bíblico em si?
b) Meditar sobre o texto e perguntar-se: o quê nos diz o texto bíblico?
c) Oração: O quê dizemos a Deus, em resposta à sua Palavra? Neste Tríduo, a cada dia, rezaremos o salmo proposto.
d) Contemplação, ou seja: assumir como dom de Deus o seu próprio olhar, ao julgar a realidade e a nossa vida. Qual é a conversão da mente, do coração e da vida que o Senhor nos pede? Que compromisso assumiremos diante da Palavra?

 

ORAÇÃO DE ABERTURA
(para todos os dias)

Todos: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Amém.

Dirigente: Invoquemos a luz do Espírito Santo, cantando: A nós descei, Divina Luz, a nós descei, Divina Luz, e em nossas almas acendei o amor, o amor de Jesus.

D: Oremos. Ó Deus, que instruístes o mundo inteiro pela pregação do apóstolo São Paulo, dai-nos, ao celebrar a sua conversão, caminhar para vós seguindo seus exemplos, e ser no mundo testemunhas do Evangelho. Por Cristo, nosso Senhor.

T: Amém.

 

1º DIA DO TRÍDUO
“Ó SÃO PAULO, ENSINA-NOS A ACOLHER A PALAVRA DE DEUS”.
(Acender a 1ª vela e fazer a Oração de Abertura)

LITURGIA DA PALAVRA

D: Neste primeiro dia do Tríduo em honra de São Paulo, Patrono de nossa querida Arquidiocese, vamos refletir sobre a experiência que Ele fez ao ser chamado por Deus para ser seguidor de Jesus Cristo.

Leitor 1: Ouçamos com atenção a leitura dos Atos dos Apóstolos. Jesus toma a iniciativa de ir ao encontro de Paulo que, de perseguidor dos cristãos, vai tornar-se apóstolo missionário de Jesus Cristo.

Leitor 2: Vamos nos colocar no lugar de São Paulo; ouvir a Palavra de Jesus foi decisivo para ele. A Palavra transforma, ilumina e reconstrói a vida de quem a ouve e a coloca em prática.

Leitor 3: Muito importante para Paulo foi o encontro com Ananias, um enviado do Senhor que o acolhe em nome de Deus. “Seus olhos se abriram, recebeu o batismo e, tendo tomado alimento, sentiu-se reconfortado”.

(Para acolher a Palavra de Deus, seguir os passos da leitura orante, propostos sinteticamente nas Orientações para o Tríduo, n. 5.)
– Uma pessoa, em pé, lê At 9,1-18 (leitura)
– Em seguida, num tempo de silêncio, cada participante relê o texto na sua Bíblia, procurando entender o Deus quer lhe dizer (meditação).
– Depois, partilhe suas reflexões, esclareça suas dúvidas e repita a frase ou a palavra que você deseja que Deus realize em sua vida.
– Assuma um pequeno compromisso, a partir da leitura (contemplação).
– Por fim, reza-se o Salmo abaixo cantando ou recitando (oração).

Salmo 18 (19B) 8.9.10.15

Refr. Vossas palavras são espírito, são vida, tendes palavras, ó Senhor, de vida eterna.

A lei do Senhor Deus é perfeita, conforto para a alma! O testemunho do Senhor é fiel, sabedoria dos humildes.

Os preceitos do Senhor são precisos, alegria ao coração. O mandamento do Senhor é brilhante, para os olhos é uma luz.

É puro o temor do Senhor, imutável para sempre. Os julgamentos do Senhor são corretos e justos igualmente.

Que vos agrade o cantar dos meus lábios e a voz da minha alma;

Que ela chegue até vós, ó Senhor, meu rochedo e redentor!

 

PARÓQUIA, TORNA-TE O QUE TU ÉS

A paróquia seja a “casa da Palavra de Deus”, onde ela ressoa constantemente, é acolhida com fé e testemunhada de muitas formas pelas obras da fé, esperança e caridade. Por isso devem ser muitas as iniciativas paroquiais a serviço do anúncio da Palavra de Deus, voltadas para quem ainda não recebeu o primeiro anúncio, ou também para quem já está num processo de iniciação à vida cristã, ou está precisando e querendo se alimentar sempre de novo na Palavra da Vida. A formação e alimentação na fé nas diversas etapas da vida dos fiéis, são a primeira e indispensável missão da paróquia”. (Carta Pastoral de Dom Odilo Pedro Scherer, 2011, p. 10)

(Conclusão para todos os dias: ver no final deste folheto)

 

2º DIA DO TRÍDUO
“Ó SÃO PAULO, CONDUZE-NOS AO ENCONTRO COM JESUS CRISTO”.
(Acender a 1ª e a 2ª velas e fazer a Oração de Abertura)

LITURGIA DA PALAVRA

D: Neste segundo dia do Tríduo em honra de São Paulo, Patrono de nossa Arquidiocese, vamos refletir sobre o encontro pessoal que Paulo teve com Cristo. Este encontro mudou radicalmente e para sempre a sua vida, a sua história, o seu procedimento. O que era para ele lucro, ele o considerou perda por amor a Jesus Cristo.

Leitor 1: Vamos ouvir a leitura da Carta de São Paulo aos Filipenses, onde ele testemunha a transformação de sua vida, através da ação do Espírito Santo.

Leitor 2: Coloquemo-nos no lugar de São Paulo e nos perguntemos: “O que significa, para nós, aqui e agora, acolher e seguir a Cristo? O que há nele que desperta o nosso fascínio, faz arder o nosso coração, leva-nos a tudo deixar e, mesmo diante de nossas limitações e vicissitudes, afirmar um incondicional amor a Ele? A paixão por Jesus Cristo leva ao arrependimento, à contrição e à verdadeira conversão pessoal e pastoral” (cf. CNBB. DGAE, Doc. 94, n.4).

(Para acolher a Palavra de Deus, seguir de certo modo, os passos da leitura orante, propostos sinteticamente nas Orientações para o Tríduo, n. 5.)
– Uma pessoa, em pé, lê Fl 3,7-14 (leitura).
– Em seguida, num tempo de silêncio, cada participante relê o texto na sua Bíblia, procurando entender o que Deus quer lhe dizer (meditação).
– Depois, partilhe suas reflexões,esclareça suas dúvidas e repita a frase ou a palavra que você deseja que Deus realize em sua vida.
– Assuma um pequeno compromisso, a partir da leitura (contemplação).
– Por fim, reza-se o Salmo abaixo, cantando ou recitando (oração).

Salmo 104 (105),2-3.4-5.6-7

Refr. Exulte o coração dos que buscam o Senhor!

Cantai, entoai salmos para ele, publicai todas as suas maravilhas! Gloriai-vos em seu nome que é santo, exulte o coração que busca a Deus!

Procurai o Senhor Deus e seu poder, buscai constantemente a sua face! Lembrai as maravilhas que ele fez, seus prodígios e as palavras de seus lábios!

Descendentes de Abraão, seu servidor, e filhos de Jacó, seu escolhido, ele mesmo, o Senhor, é nosso Deus, vigoram suas leis em toda terra.

PARÓQUIA, TORNA-TE O QUE TU ÉS

A paróquia tem a missão de proporcionar a todos os fiéis os meios para a santificação, mediante a celebração dos Sacramentos, e especialmente a Eucaristia e a Penitência, o cultivo da oração pessoal e comunitária, o incentivo à escuta atenta e à prática da Palavra de Deus e das virtudes humanas e cristãs, em particular, a caridade. É Jesus Cristo que continua a atrair todos a si e a saciar a fome e a sede daqueles que nele crêem com o pão vivo e a água da vida (Carta Pastoral de Dom Odilo Pedro Scherer, 2011, p. 11).

(Conclusão para todos os dias: ver no final deste folheto)

 

3º DIA DO TRÍDUO
“Ó SÃO PAULO, INFUNDE EM NÓS CORAGEM E ARDOR MISSIONÁRIO”.
(Acender as 3 velas e fazer a Oração de Abertura)

LITURGIA DA PALAVRA

D: Neste terceiro dia do Tríduo em honra de São Paulo, Patrono de nossa Arquidiocese, vamos refletir sobre a missão do Apóstolo São Paulo e de todos nós cristãos, chamados a ser discípulos missionários: “pregar o Evangelho a todos, pois a Palavra é a força de Deus para a salvação de todos aqueles que crêem”.

Leitor 1: Vamos ouvir a leitura da Carta aos Romanos; nela o Apóstolo bendiz a Deus que o escolheu para anunciar e testemunhar o Evangelho, que recorda e quer realizar na Igreja o chamado à santidade.

Leitor 2: “Quem se apaixona por Jesus Cristo deve igualmente transbordar Jesus Cristo, no testemunho e no anúncio explícito de sua Pessoa e Mensagem. A Igreja é essencialmente missionária. A Igreja existe para evangelizar. […] Se hoje partilhamos a experiência cristã é porque alguém nos transmitiu a beleza da fé, apresentou-nos Jesus Cristo, acolheu-nos na comunidade eclesial e nos fascinou pelo serviço ao Reino de Deus”. (CNBB. DGAE, Doc. 94, n. 30).

(Para acolher a Palavra de Deus, seguir, de certo modo, os passos da leitura orante, propostos sinteticamente nas Orientações para o Tríduo, n. 5.)
– Uma pessoa, em pé, lê Rm 1,1-17 (leitura)
– Em seguida, num tempo de silêncio, cada participante relê o texto na sua Bíblia, procurando entender o que Deus quer lhe dizer (meditação).
– Depois, partilhe suas descobertas, esclareça suas dúvidas e repita a frase ou a palavra que você deseja que Deus realize em sua vida.
– Assuma um pequeno compromisso, a partir da leitura (contemplação).
– Por fim, reza-se o Salmo abaixo, cantando ou recitando (oração).

Salmo 97 (98),1-4

Refr. O Senhor fez conhecer a salvação.

Cantai ao Senhor Deus um canto novo, porque ele fez prodígios! Sua mão e seu braço forte e santo alcançaram-lhe a vitória.

O Senhor fez conhecer a salvação, e às nações, sua justiça; recordou o seu amor sempre fiel pela casa de Israel.

Os confins do universo contemplaram a salvação do nosso Deus. Aclamai o Senhor Deus, ó terra inteira, alegrai-vos e exultai!

PARÓQUIA, TORNA-TE O QUE TU ÉS

Na paróquia torna-se presente e se realiza a tríplice missão de Cristo – o anúncio da Boa Nova, a santificação da humanidade e o serviço pastoral – que é a razão de ser da vida e da ação de toda a Igreja e também de cada paróquia. Jesus Cristo continua vivo e presente no meio daqueles que estão congregados em seu nome; e entre eles continua a exercer sua missão no mundo; não sozinho, mas contando com a participação de todos os seus discípulos missionários, aos quais concede a assistência do seu Espírito (Carta Pastoral de Dom Odilo Pedro Scherer, 2011, p. 9).

 

CONCLUSÃO
(para todos os dias)

O dirigente convida os irmãos para fazerem a Oração dos Fiéis. Cada participante faz uma oração espontânea, rezando por si mesmo e pela comunidade, pedindo a Deus que realize em nós e na Arquidiocese a Palavra de Deus que meditamos.

Em seguida se reza o Pai Nosso.

T: Pai Nosso, que estais no Céu…

D: A Maria, Mãe da Igreja e Estrela da Evangelização, saudemos, rezando:

T: Ave Maria, cheia de graça…

São Paulo ApóstoloDepois, todos rezam juntos a Oração a São Paulo, Patrono da Arquidiocese:

T: Ó São Paulo, Patrono de nossa Arquidiocese, discípulo e missionário de Jesus Cristo: ensina-nos a acolher a Palavra de Deus e abre nossos olhos à verdade do Evangelho. Conduze-nos ao encontro com Jesus, contagia-nos com a fé que te animou e infunde em nós coragem e ardor missionário, para testemunharmos a todos que Deus habita esta Cidade imensa e tem amor pelo seu povo! Intercede por nós e pela Igreja de São Paulo, ó santo apóstolo de Jesus Cristo! Amém.

D: Invoquemos a bênção do nosso Deus Trindade.

T: Deus que escolheu São Paulo para anunciar o Evangelho a todas as nações, santifique o seu povo e nos abençoe agora e sempre. Amém.

D: Louvado seja nosso Senhor Jesus Cristo.

T: Para sempre seja louvado.

São Paulo Apóstolo, intercedei junto a Deus pela nossa cidade.

Terceira Vela do Advento e Natal dos Sonhos

É acesa a terceira vela do Advento desse ano de 2011.

No terceiro domingo do Advento, também prossegue o recebimento dos brinquedos para o Natal dos Sonhos.

As crianças contribuem e participam dessa iniciativa. Mais e mais brinquedos chegam, porém, outras necessidades igualmente se apresentam.

Vamos continuar com a campanha.