Liturgia

Comunidade realiza sarau no sábado, 25/7, a partir das 15h30

No sábado, 25/7, a comunidade realizará um sarau a partir das 15h30 no Centro Comunitário. Será um momento de convivência e atividades artísticas e culturais. No mesmo dia, haverá a Festa da Vida da Pastoral da Criança.

Mais detalhes sobre esses e outros eventos nos avisos paroquiais da semana, gravados no final da missa das 18h – teve ainda um telefonema para a Felícia, paroquiana que atua na acolhida e está hospitalizada:

Reunião de Liturgia e Pastoral será no sábado, às 15h na igreja São Miguel

A comunidade realiza a reunião mensal de Liturgia e Pastoral no sábado, 07/02, às 15h na igreja São Miguel Arcanjo. Na véspera, primeira sexta-feira do mês, haverá a celebração em homenagem ao Sagrado Coração às 7h e o Terço dos Homens às 20h30.

Mais detalhes nos avisos da semana, gravados na missa das 10h de 01/02/2015, na capela da Universidade São Judas Tadeu:

No final da missa, o Pe. Julio Lancellotti agradeceu e parabenizou uma das integrantes da comunidade a enfermeira Leonice Martins Sapucaia, pela pesquisa feita com moradores de rua que se tornaram cuidadores de idosos. Leonice defende tese de mestrado sobre o assunto no dia 05/02, na PUC-SP:

A Liturgia, obra da Santíssima Trindade

Dom Edmar Peron

A liturgia desse último final de semana – Solenidade da Santíssima Trindade – nos inspira a retomar, no Catecismo da Igreja Católica, a liturgia como obra da Santíssima Trindade.

O Pai, fonte e fim da liturgia (1077-1083.1110). A Igreja reconhece que toda a obra de Deus,desde o início até à consumação dos tempos, desde o poema litúrgico da primeira criação (Gênesis) até aos cânticos da Jerusalém celeste (Apocalipse), é uma imensa bênção divina. Essa bênção é plenamente revelada e comunicada na liturgia da Igreja: “o Pai é reconhecido e adorado como a fonte e o fim de todas as bênçãos da criação e da salvação; no seu Verbo, encarnado, morto e ressuscitado por nós, ele nos cumula das suas bênçãos e, por ele, derrama em nossos corações o Dom que contém todos os dons: o Espírito Santo” (1082). Portanto, “na liturgia da Igreja, Deus Pai é bendito e adorado como fonte de todas as bênçãos da criação e da salvação, com que nos abençoou no seu Filho, para nos dar o Espírito da adoção filial” (1110). Expressivo, nesse sentido, é o hino que encontramos na Carta aos Efésios 1,3-14.

A obra de Cristo na Liturgia (1084-1090.1111). “A obra de Cristo na liturgia é sacramental, primeiramente porque o seu mistério de salvação se torna presente nela mediante o poder do seu Espírito Santo; depois, porque o seu corpo, que é a Igreja, é como que o sacramento (sinal e instrumento) no qual o Espírito Santo dispensa o mistério da salvação; e, enfim, porque, através das suas ações litúrgicas, a Igreja peregrina já participa, por antecipação, da liturgia celeste” (1111). A Sacrosanctum Concilium, n. 7, é o fundamente para essa compreensão. Para continuar na história a sua obra salvadora, Cristo está sempre presente em sua Igreja, especialmente na ação litúrgica. Está presente: no sacrifício da Missa, “quer na pessoa do ministro, […] quer, sobretudo sob as espécies eucarísticas”; nos demais Sacramentos; na sua palavra anunciada pela leitura da Sagrada Escritura; na comunidade reunida (Mt 18,20). “Em tão grande obra, […] Cristo associa sempre a si a Igreja, sua esposa muito amada”. Assim, “com razão se considera a Liturgia como o exercício da função sacerdotal de Cristo”.

O Espírito Santo e a Igreja na liturgia (1091-1109.1112). “Na liturgia, o Espírito Santo é o pedagogo da fé do povo de Deus. […] O desejo e a obra do Espírito no coração da Igreja é que nós vivamos da vida de Cristo ressuscitado. Quando Ele encontra em nós a resposta da fé que ele mesmo suscitou, realiza-se uma verdadeira cooperação. E, por ela, a liturgia torna-se a obra comum do Espírito Santo e da Igreja. Nesta dispensação sacramental do mistério de Cristo, o Espírito Santo […]: prepara a Igreja para o encontro com o seu Senhor; lembra e manifesta Cristo à fé da assembleia; torna presente e atualiza o mistério de Cristo pelo seu poder transformador; e finalmente, enquanto Espírito de comunhão, une a Igreja à vida e à missão de Cristo (1091-1092). Fruto do Espírito Santo na liturgia é, ao mesmo tempo e inseparavelmente, “a comunhão com a Santíssima Trindade e a comunhão fraterna entre os irmãos” (1108).

Eis um pouco da riqueza que o Catecismo (muitas vezes desprezado – !?) oferece a todos nós.

Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo. Como era no princípio, agora e sempre. Amém!

Pe. José de Anchieta se torna santo por decreto do Papa Francisco

Na quarta-feira, 2 de abril, o Papa Francisco assinará o decreto de canonização do Pe. José de Anchieta, que então se tornará santo. Na quinta-feira, haverá celebração penitencial e confissão na igreja São Miguel Arcanjo a partir das 20h. Na sexta é dia do Terço dos Homens, às 20h30, também na São Miguel. E sábado, haverá reunião de Liturgia e Pastoral às 15h. Veja mais detalhes nos avisos da semana:

Depois dos avisos, a comunidade acolheu a imagem de Nossa Senhora das Dores:

Gravação realizada no fim da missa das 10h na capela da Universidade São Judas Tadeu, em São Paulo.

Dom Edmar: A Liturgia da Palavra

Dom Edmar Peron, bispo auxiliar da Arquidiocese de São Paulo, responsável pela Região Belém, dá continuidade à meditação sobre a Liturgia da Missa a partir dos textos da Instrução Geral do Missal Romano, abordando nesta série a Liturgia da Palavra.

Gravação realizada nos estúdios da TV São Judas, da Universidade São Judas Tadeu. Realização: Prima Estúdio.

Assista também aos vídeos sobre os ritos iniciais da Missa.

Na Audiência Geral desta semana, Francisco pede coerência entre liturgia e vida

Quarta-feira é dia do encontro semanal do Papa com os fiéis na Praça S. Pedro, para a Audiência Geral.

Na Praça, esta manhã, dia 12 de fevereiro, havia cerca de 15 mil peregrinos, oriundos de vários países do mundo. Depois de saudá-los a bordo do seu papamóvel, recebendo e retribuindo o carinho dos fiéis, o Pontífice retomou sua catequese sobre os Sacramentos.

Na última catequese, Francisco falou da Eucaristia, que nos introduz na comunhão real com Jesus e o seu mistério. Desta vez, o Papa aprofundou o aspecto da nossa relação com este Sacramento: trata-se somente de um parêntese da nossa vida, uma tradição consolidada, ou realmente nos envolve e nos transforma?

O Papa sugeriu três “indícios” para entender esta relação. O primeiro deles é o nosso modo de olhar e de considerar os outros. Quando participamos da Missa, nos encontramos com homens e mulheres de todo gênero: jovens, idosos, crianças, pobres e abastados, originários do lugar ou estrangeiros, sós ou acompanhados…. Celebrando a Eucaristia, devemos então nos questionar se sentimos todas essas pessoas como irmãos e irmãs, se somos capazes de reconhecer nelas a face de Jesus.

Mas amamos como Jesus quer esses irmãos e irmãs mais necessitados? Em Roma, por exemplo, vivemos tantos problemas sociais causados pela chuva, há ainda a falta de emprego, a crise social no mundo. Eu que vou à missa, me preocupo em ajudar? De rezar por eles? Ou me preocupo em fofocar, comentando como uma pessoa está vestida. Não devemos fazer isso, mas nos preocupar com nossos irmãos que necessitam.

O segundo indício é a graça de sentir-se perdoados e prontos a perdoar. Quem celebra a Eucaristia, explicou Francisco, não o faz porque se considera ou quer ser melhor dos que os outros, mas o faz justamente porque se reconhece sempre pecador e precisa da misericórdia de Deus. Naquele pão e naquele vinho que oferecemos e em volta dos quais nos reunimos, se renova toda vez o dom do corpo e do sangue de Cristo para a remissão dos nossos pecados, que por sua vez alarga o nosso coração ao perdão dos irmãos e à reconciliação.

O último indício vem da relação entre a celebração eucarística e a vida das nossas comunidades cristãs. O Papa advertiu que se deve sempre levar em consideração que a Eucaristia não é algo que nós fazemos, mas é uma ação de Cristo, em que Ele se faz presente para nos nutrir de sua Palavra e de sua própria vida. Isso significa que a missão e a própria identidade da Igreja brotam dali, da Eucaristia, e dela tomam forma.

Uma celebração pode ser impecável do ponto de vista exterior, belíssima, mas se não nos conduz ao encontro com Jesus, corre o risco de não trazer nenhum nutrimento ao nosso coração e à nossa vida. Ao invés, através da Eucaristia, Cristo quer entrar na nossa existência e permeá-la com sua graça, de modo que em cada comunidade cristã exista coerência entre liturgia e vida.

Nesse sentido, as palavras de Jesus relatadas no Evangelho de João são fundamentais: “Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna e eu o ressuscitarei no último dia”.

Vivamos a Eucaristia com espírito de fé e de oração, de perdão, de penitência, de preocupação pelos necessitados, na certeza de que o Senhor realizará aquilo que prometeu.

Fonte: Rádio Vaticano

A liturgia é fonte da graça de Deus

Dom Edmar Peron

Encontramos na Constituição do Concílio Vaticano II, sobre a sagrada liturgia, Sacrosanctum Concilium, a compreensão de que a liturgia em geral – particularmente a celebração eucarística – é uma fonte da graça de Deus, que jorra sobre nós e que nos dá a possibilidade de alcançarmos eficazmente a santidade e, ao mesmo tempo, a glória de Deus (SC 10). Assim, a liturgia foi recolocada como a fonte espiritual da qual todos podemos nos aproximar e deixar que Deus sacie a nossa sede, como aconteceu com a samaritana (Jo 4,1-42). Mas, é preciso que cada pessoa se aproxime dessa fonte e dela beba “consciente, ativa e frutuosamente” (SC 11). Isso exige formação de todo o Povo de Deus e, nele, especialmente dos ministros ordenados (SC 14). Assim, seguindo o ano litúrgico e os textos e ritos de nossa liturgia, quero percorrer com vocês um caminho espiritual e, com vocês, beber dessa fonte divina.

Uma primeira disposição de fé, exigida de quem participa da sagrada liturgia, é formar a comunidade, integrar, fazer parte da assembleia reunida para celebrar o mistério pascal de Jesus Cristo: “As ações litúrgicas não são ações privadas, mas celebrações da Igreja, que é «sacramento de unidade», isto é, Povo santo reunido e ordenado sob a direção dos Bispos (São Cipriano). Por isso, tais ações pertencem a todo o Corpo da Igreja, manifestam-no, atingindo, porém, cada um dos membros de modo diverso, segundo a variedade de estados, funções e participação atual” (SC 26). Assim, compreendemos que a participação litúrgica não é um ato de devoção pessoal, como se cada pessoa pudesse agir independentemente dos outros irmãos e irmãs. “Eu gosto de participar de joelhos”… “Eu gosto de ficar sentado o tempo todo”… “Eu gosto de…”, tais expressões muito presentes em nossas comunidades exigem de todos nós conversão!

A esse respeito a Instrução Geral do Missal Romano – IGMR 42 – nos ensina que “os gestos e posições do corpo […] que todos os participantes devem observar é sinal da unidade dos membros da comunidade cristã, reunidos para a sagrada Liturgia, pois exprime e estimula os pensamentos e os sentimentos dos participantes”. Esses gestos e posições não dependem do gosto pessoal dos participantes, fiel leigo ou ministro ordenado, mas devem respeitar as “diretrizes” da Instrução Geral do Missal Romano e da “prática tradicional do Rito romano”; desse modo todos contribuirão “para o bem comum espiritual do povo de Deus”.

Para nos auxiliar em nosso caminho de conversão – ser Igreja, “sacramento de unidade” – lembremo-nos de que o Senhor está no meio de nós: Onde dois ou três estiverem reunidos em meu nome, ali estou no meio deles (Mt 18,22).

Reunião de Liturgia e Pastoral será sábado, 8/2

A Equipe de Liturgia e representantes das pastorais e serviços da comunidade reúnem-se no sábado, 8/2, a partir das 16h na igreja. Em pauta, a preparação para a Quaresma, quando se realiza a Campanha da Fraternidade. Mais detalhes nos avisos da semana, em que o Pe. Julio lembrou de alguns santos celebrados nesse período: Santa Bakhita no próprio dia 8, Santa Agda, dia 5, e São Brás, na segunda-feira: