Chamada da Campanha da Fraternidade 2016
Assista à chamada da Campanha da Fraternidade 2016, que tem como tema “Casa Comum, nossa responsabilidade”:
editor Campanha da Fraternidade, CNBB, Conic, ecumenismo
Assista à chamada da Campanha da Fraternidade 2016, que tem como tema “Casa Comum, nossa responsabilidade”:
editor Campanha da Fraternidade, CNBB, Eu vim para servir, Igreja servidora, Papa Francisco, serviço aos pobres
Os participantes da missa do lava-pés, celebrada na Quinta-Feira Santa de 2015, assumiram o compromisso de serem servidores. Assim como Jesus fez com os discípulos, o Pe. Julio lavou os pés dos irmãs e irmãs da Missão Belém, entidade que trabalha na acolhida e recuperação de moradores de rua e dependentes químicos.
Na celebração, a comunidade recebeu um presente para simbolizar o seu compromisso:
Gravação realizada na missa de 02/04/2015 na igreja São Miguel Arcanjo.
editor Campanha da Fraternidade, CF, cinzas, CNBB, Eu vim para servir, Papa Francisco, Quaresma
Assista à reflexão do Pe. Julio Lancellotti na Missa de Cinzas, celebrada em 18/02/2015 na igreja São Miguel Arcanjo. A imposição das cinzas simboliza o abandono do orgulho e a busca de um recomeço, seguindo o testemunho de Jesus Cristo no serviço aos irmãos, especialmente aos excluídos, que mais sofrem.
Esse dia marca o início da Quaresma, tempo de reflexão e penitência que antecede a Páscoa. É também quando a Igreja do Brasil realiza a Campanha da Fraternidade, que em 2015 tem como tema “Fraternidade: Igreja e Sociedade” e o lema “Eu vim para servir”.
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Dom Edmar Peron
Para muitas pessoas, a Quaresma termina no Domingo de Ramos, quando se tem início a Semana Santa. Contudo, não é esse o ensinamento da Igreja, especialmente no documento sobre a preparação e celebração das festas pascais, de 16 de janeiro de 1988, chamado Paschalis Sollemnitatis, n. 27: “Na Semana Santa a Igreja celebra os mistérios da salvação, levados a cumprimento por Cristo nos últimos dias da sua vida, a começar pelo seu ingresso messiânico em Jerusalém. O tempo quaresmal continua até a Quinta-feira Santa. A partir da missa vespertina “da Ceia do Senhor” tem início o tríduo pascal”. O documento explicita, portanto, que (a) na Semana Santa fazemos memória de Cristo, nosso Salvador, desde sua entrada em Jerusalém até a sua ressurreição, passando pela crucifixão, morte e sepultura; e que (b) a Quaresma só termina quando damos início à celebração da Ceia do Senhor, ao anoitecer da Quinta-feira Santa.
Esses últimos dias da Quaresma incluem duas importantes celebrações: o Domingo de Ramos da Paixão do Senhor e a Missa do Crisma.
O Domingo de Ramos antecede a grande solenidade da Páscoa e dá início à Semana Santa; esse Domingo une num todo o mistério do triunfo real de Cristo (comemorado pela bênção e procissão com ramos bentos) e o anúncio da paixão (Liturgia da Palavra da Missa).
Nesse dia, em que a Igreja recorda a entrada do Cristo em Jerusalém para realizar o seu mistério pascal, somos convidados a demonstrar nossa fé, reconhecendo a Cristo como nosso Rei Redentor. Participando da procissão, como o povo aquele dia em Jerusalém, também nós vamos ao encontro do Senhor. Os ramos – abençoados para serem levados em procissão – conservados em nossas casas, nos recordam a vitória de Cristo e nossa vida de discípulos missionários. Durante essa celebração, as comunidades católicas de todo o Brasil realizam uma coleta como gesto concreto da Campanha da Fraternidade, esse ano, para sustentar projetos contra o tráfico humano.
O hino a Cristo Rei, proposto para a procissão, nos leva a cantar, no refrão: “Glória, louvor e honra a ti, Cristo rei, redentor!” E as estrofes desse hino relacionam a nossa ação com aquela dos que aclamavam a Cristo, que entrava em Jerusalém: eles levavam “seus ramos e suas palmas”, e nós hoje, oferecemos “nossos hinos, nossas almas”; eles festejaram a entrada de Jesus “que ao Calvário conduzia”, mas agora que ele reina, “bem maior é nossa alegria”.
E a Missa do Crisma, nesses dias que antecedem a Páscoa, é uma manifestação da comunhão dos presbíteros com o próprio bispo, no único e mesmo sacerdócio e ministério de Cristo; nela, o bispo, concelebrando com o seu presbitério, consagra o santo Crisma e benze os outros óleos. Esses santos óleos devem ser acolhidos nas paróquias, de modo a serem usados na noite da vigília pascal, para a celebração dos sacramentos da iniciação cristã. Momento oportuno será a procissão de entrada da missa da Ceia do Senhor, na noite da Quinta-feira Santa.
Preparemo-nos para celebrar esses dias santos que concluem a Quaresma e nos introduzem no Tríduo Pascal.
editor Campanha da Fraternidade, CF, Papa Francisco, tráfico humano, Via Sacra
Na sexta-feira, 14/3, a comunidade realiza a primeira via sacra da Quaresma a partir das 20h na capela da Universidade São Judas Tadeu. Será um momento de oração e penitência. Mais detalhes nos avisos da semana:
No primeiro domingo da Quaresma, a comunidade compartilhou a mensagem do Papa Francisco para a Campanha da Fraternidade, que este ano trata do tráfico humano e o trabalho escravo, com o lema “É para a liberdade que Cristo nos libertou” – assista à leitura feita no final da missa das 18h:
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Dom Edmar Peron
Esses dias, enquanto dirigia, ouvi uma música que, parece-me, pode nos ajudar a entrar no mistério da Quaresma. Ela dizia: “O melhor lugar no mundo é dentro de um abraço. Tudo que a gente sofre, num abraço se dissolve. Tudo que se espera ou sonha, num abraço a gente encontra” (Jota Quest). Assim, como o filho pródigo, no tempo da Quaresma, desejamos reencontar a Deus, o Pai cheio de bondade, que Jesus nos revelou. Ele é o Pai que nos aguarda e que, vendo-nos voltar, “corre” ao nosso encontro e nos acolhe (Lc 15,20); não pergunta o que fizemos, mas, no abraço dele, “tudo o que a gente sofre (…) se dissolve”. É (re)encontro, é festa, é Páscoa!
Seguindo o ritmo do ano litúrgico, é dada para nós, de novo, a graça de entrar no Tempo da Quaresma, o qual tem por finalidade “preparar os fiéis para a celebração da Páscoa” (SC 109). A liturgia desse período quaresmal, com efeito, prepara para a celebração do mistério pascal os que se preparam para o batismo e todos os fiéis; aqueles, conduzindo-os às águas batismais, e esses, às águas da penitência, bebidas no Sacramento da Penitência e nas muitas atitudes penitenciais, necessárias à conversão. O Concílio nos recorda, ainda, que essa preparação para a Páscoa, buscando uma vida nova, se dá por uma escuta “mais” frequente da Palavra de Deus e pela entrega “à oração com mais insistência”. Palavra e Oração: eis o caminho que nos (re)conduzem ao abraço do Pai.
O Tempo da Quaresma vai da Quarta-feira de Cinzas até a tarde do dia em que celebramos a Missa da Ceia do Senhor (a Quinta-feira Santa, como a chamamos). Assim, quando a Semana Santa (que vai do Domingo de Ramos até quinta-feira à tarde) se inicia, ainda estamos no tempo da Quaresma.
Mas, como insiste a Palavra de Deus, o amor a Deus não é desvinculado do amor aos irmãos. Assim, no Brasil, a cada ano, no período quaresmal, desde 1964, a Igreja realiza uma Campanha da Fraternidade, desejosa de que os cristãos se comprometam cada vez mais na “busca do bem comum”, sejam educados “para a vida em fraternidade” e se renove “a consciência da responsabilidade de todos pela ação da Igreja na evangelização, na promoção humana, em vista de uma sociedade justa e solidária” (Objetivos Permanentes da Campanha da Fraternidade). Neste ano, a realidade gritante que pede o comprometimento de nossas comunidades é o tráfico humano. Com o tema Fraternidade e Tráfico Humano, o lema desta Campanha é Para a liberdade que Cristo nos libertou (Gl 5,1).
Aproveitemos desses sagrados dias da Quaresma para voltar ao “abraço” do Pai, estendendo “a mão” aos irmãos e às irmãs que sofrem: “Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração… e amarás a teu próximo como a ti mesmo” (Mc 12,3-31); dediquemo-nos ainda mais à escuta da Palavra de Deus e à Oração.
editor Campanha da Fraternidade, CF 2014, CNBB, escravidão, Pe. Marcelo Monge, tráfico humano
Com o lema “Ė para a liberdade que Cristo nos libertou”, começa na quarta-feira de cinzas a Campanha da Fraternidade, que este ano trata do tráfico humano e a escravidão. Durante a Quaresma, os cristãos são chamados a refletir sobre o assunto e assumir gestos concretos para mudar a realidade que afeta milhares de pessoas.
A Região Belém vem se preparando para a CF desde o ano passado. Em dezembro, o Pe. Marcelo Monge fez uma apresentação sobre o tema e o texto-base da Campanha no Centro Pastoral São José:
Assista também ao vídeo oficial da CF, produzido pela CNBB:
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Na sexta-feira, 28, a comunidade celebra São Judas Tadeu com missa na capela da Universidade São Judas, às 16h. Veja esse e outros assuntos nos avisos da semana:
Gravação realizada na missa das 18h na igreja São Miguel Arcanjo.
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A Igreja lança no próximo dia 5 de março, quarta-feira de cinzas, a Campanha da Fraternidade, que este ano terá como tema o “tráfico humano”. Com o lema “É para a liberdade que Cristo nos libertou“, a CF abordará ainda as novas formas de escravidão, a exploração sexual, o tráfico de órgãos. Saiba mais nos avisos da semana:
Para saber mais sobre o assunto, assista ao vídeo da Campanha, produzido pela CNBB:
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A Equipe de Liturgia e representantes das pastorais e serviços da comunidade reúnem-se no sábado, 8/2, a partir das 16h na igreja. Em pauta, a preparação para a Quaresma, quando se realiza a Campanha da Fraternidade. Mais detalhes nos avisos da semana, em que o Pe. Julio lembrou de alguns santos celebrados nesse período: Santa Bakhita no próprio dia 8, Santa Agda, dia 5, e São Brás, na segunda-feira:
