São João Maria Vianney

Cardeal Raymundo Damasceno, na reflexão sobre o mês vocacional: “Jesus nunca deixa ninguém sozinho!”

O presidente da CNBB e arcebispo de Aparecida (SP), cardeal Raymundo Damasceno Assis, publicou um artigo em que apresenta uma reflexão sobre o mês vocacional, celebrado pela Igreja no Brasil em agosto. No texto, ele parte da vocação fundamental de cada cristão à santidade, “que recebemos no dia em que fomos batizados”.

A seguir, a íntegra do texto:

Agosto: mês vocacional

No Brasil o mês de agosto é sempre uma oportunidade para que possamos refletir sobre o chamado que Deus nos faz para vivermos de um modo mais concreto a nossa vocação à santidade, que recebemos no dia em que fomos batizados.

Na primeira semana, lembramos a vocação sacerdotal, refletimos sobre a sua importância para a Igreja e rezamos ao Senhor da messe para que envie operários, de modo que não faltem padres para cuidar das mais diversas comunidades espalhadas pelo Brasil.

Em seguida, recordamos a vocação religiosa. Nossa mente se volta para os homens e mulheres que se consagraram a Deus através dos conselhos evangélicos da pobreza, castidade e obediência para viverem em comunidade segundo o carisma de seus fundadores e servirem à Igreja e ao povo de Deus nos mais diferentes serviços, sejam de natureza religiosa ou social. Lembramo-nos também dos missionários e missionárias que deixaram suas terras e foram para os locais mais distantes no serviço do Reino de Deus, anunciando Jesus Cristo aos que ainda não O conhecem.

Há também outra vocação que não pode ser esquecida: a dos fiéis leigos e leigas que, através do exercício de ministérios não ordenados, se fazem presentes nas comunidades eclesiais e no mundo e se dedicam à evangelização na família, no trabalho profissional e no seu ambiente social, para santificar o mundo e fazer com que ele deixe de ser a cidade dos homens para tornar-se a cidade de Deus. Dentre os diferentes ministérios leigos, o último domingo de agosto destaca a catequese, comemorando o dia dos catequistas.

Grandes santos são lembrados neste mês, como: São João Maria Vianney, o Cura D’Ars, padroeiro dos párocos; São Lourenço, padroeiro dos diáconos; Santo Afonso Maria de Ligório, fundador da Congregação dos Missionários Redentoristas; São Tarcísio, padroeiro dos coroinhas; Santa Rosa de Lima, padroeira da América Latina e, de modo especial, nossa Santa Mãe do Céu, Maria Santíssima, que é recordada na solenidade da sua Assunção, nos apontando o feliz destino de todos os que dizem “Sim” a Deus.

O tema vocacional é, de modo especial, voltado para os jovens. É um apelo para que todos procurem ouvir a voz de Deus e dizer sim ao seu chamado para servirem concretamente ao seu Reino.

Rezemos para que a Mãe Aparecida abençoe a Igreja, e, especialmente, os jovens, a fim de que sejam fiéis no seguimento de Jesus Cristo e obedientes ao mandato de seu Fundador e Mestre: “Ide e fazei discípulos meus todos os povos”. O Papa Francisco, em sua homilia da Santa Missa para a 28ª JMJ, afirma: “Não tenham medo! Quando vamos anunciar Cristo, Ele mesmo vai a nossa frente e nos guia. Ao enviar seus discípulos em missão, Jesus prometeu: “Eu estou com vocês todos os dias” (Mt 28,20). E isto é verdade também para nós! Jesus nunca deixa ninguém sozinho! Sempre nos acompanha.”

Cardeal Raymundo Damasceno Assis
Arcebispo de Aparecida (SP)
Presidente da CNBB

Fonte: CNBB

Um simples padre de aldeia

Cardeal Odilo Pedro Scherer
Fonte: Site da CNBB

A Igreja recorda o 150º aniversário da morte de São João Maria Vianney, o Cura de Ars, falecido em 4 de agosto de 1859. Para a maioria dos leitores, certamente, trata-se de um ilustre desconhecido. Então vamos situá-lo no tempo e no espaço: de fato, os “santos”católicos não são personagens imaginários nem produto da fantasia, mas pessoas reais e históricas.

Nasceu em 8 de maio de 1786, em Dardilly, ao norte de Lyon. Na França ouviam-se discursos inflamados por toda parte contra a burguesia e o regime absolutista, reclamando por uma nova ordem social e política; a Bastilha já balançava e a Revolução Francesa estava para explodir. Também contra o clero as invectivas eram virulentas: no velho regime, boa parte dele formava uma classe à parte e tinha muitos privilégios. A bem da verdade, porém, deve-se dizer que, na mesma época, na França, também floresciam por toda parte obras sociais suscitadas e mantidas pelo clero e pelas organizações da Igreja para o benefício do povo esquecido e explorado.

Nesse contexto, o jovem Vianney quis ser padre. Não era sem riscos, pois a vigilância da polícia revolucionária estava por toda parte. Durante vários anos, favoráveis e contrários à Revolução dividiam dolorosamente a Igreja; símbolos religiosos eram varridos dos espaços públicos por uma onda de intolerância religiosa, em nome do Estado laico instaurado pela Revolução; padres foram perseguidos, jogados na cadeia e também assassinados. Quando a paz voltou, Vianney, já com 20 anos, foi ser alfabetizado; queria estudar e na sua aldeia não havia escola. Teve sérias dificuldades nos estudos, sobretudo por causa do latim, matéria obrigatória para os estudos eclesiásticos e para o desempenho das funções sacerdotais. Já houve quem o descreveu como “burrinho”, talvez por desprezo, pois sem inteligência ele não era. Ao visitar sua humilde casa paroquial em Ars, ainda hoje existente, eu mesmo pude observar ali vários livros bem volumosos, que lhe pertenceram, sublinhados e anotados à margem. Eram até muitos para uma época em que os livros não eram abundantes nem acessíveis, como hoje.

Foi ordenado padre em 13 de agosto de 1815, com 29 anos de idade. Pouco mais tarde, o arcebispo de Lyon enviou-o para Ars, camponesa numa região de bons vinhos, como o Beaujolais… Não longe de lá, vê-se ainda o que sobrou da abadia beneditina de Cluny, importantíssimo na vida religiosa e civil da França durante vários séculos. Foi destruída no tempo da Revolução; depois, uma parte pequena foi reerguida, o resto continua em ruínas. Ars, com cerca de 370 habitantes, tinha fama de “terra sem Deus”, onde fé cristã e as práticas religiosas tinham caído no esquecimento. Muitos padres largaram o serviço da Igreja, trocando o altar pelas barricadas e o catecismo pelas baionetas; a mentalidade iluminista, o anti-clericalismo e os preconceitos contra a religião haviam lançado raízes também naqueles ermos distantes de Paris.

Ao ser nomeado, o Cura recebeu esta recomendação: “em Ars não há muito amor a Deus, mas o senhor o despertará!” Era como ser mandado ao deserto, para fazê-lo reflorir… O Cura não se deixou desanimar e acolheu o encargo como missão recebida de Deus, pondo-se logo a trabalhar. Visitava as famílias e as pessoas doentes, rezava muito, estava sempre na igreja, dentro da qual até instalou seu simples dormitório, celebrava as missas, atendia as confissões… No início, ficava praticamente sozinho; aos poucos, porém, o povo reconheceu nele um homem de Deus. Nos últimos anos de sua vida chegava a passar 16 horas por dia no confessionário. Seu modo de falar de Deus (le bon Dieu), sua fé límpida e a bondade no trato com todos chamaram a atenção. Seu amor pelos pobres era concreto: dava-lhes tudo, até suas roupas, e o dinheiro nem esquentava em suas mãos, mas era passado logo aos pobres. Em 1824, fundou a Casa da Providência, inicialmente, uma escola para meninas em geral e, em seguida, só para meninas abandonadas; nesta obra, Vianney conseguiu agregar a solidariedade de muitas pessoas.

A obscura aldeia de Ars, aos poucos, tornou-se conhecida em toda a região e até nos palácios de Paris. O povo chegava em peregrinações para ver e ouvir o humilde Cura. Eram pessoas simples e também instruídas, que não mediam sacrifícios para ouvirem suas pregações e conselhos, para receberem sua bênção, rezarem com ele… Outros famosos talvez ostentavam obras bem mais vistosas, faziam discursos eruditos, contavam com o poder do dinheiro e da força política. Ele não tinha nada disso para impressionar as massas. Por qual motivo, então, o povo o procurava? Por qual desejo esperavam horas e horas na fila para se confessarem com ele? Em 1830 passaram por Ars quase 30 mil pessoas, querendo encontrar o Cura; em 1840 começou a funcionar diariamente um serviço de diligências, que partiam diretamente de Lyon para Ars. Por que o povo queria ir para Ars? Para ver o quê?

Para alguns, a resposta a estas perguntas intrigantes pode ser ainda mais intrigante: para ver um simples padre de aldeia, que lhes falava do “bom Deus”. Sem milagres nem mistificações. Ele mesmo era um homem de Deus, que comunicava o fascínio do amor de Deus às pessoas e diante do qual até os pecadores mais empedernidos caíam de joelhos, pediam o perdão de seus pecados e recebiam a paz da consciência.

Por decisão de Bento XVI, Vianney é o patrono de todos os sacerdotes, comemorado cada ano no dia 4 de agosto. Ainda hoje, muitos padres, a exemplo do Cura de Ars, nos campos e nas metrópoles, gastam a vida falando do bom Deus e servindo aos irmãos. Foi pensando neles que escrevi este artigo.

Fidelidade de Cristo. Fidelidade dos sacerdotes

Dom José Antonio Aparecido Tosi Marques

Iniciado o Ano Sacerdotal para toda a Igreja no dia 19 de junho, Solenidade do Sagrado Coração de Jesus, os sacerdotes recebemos do Papa Bento XVI uma Carta especial. Nela o mesmo Santo Padre propõe as motivações e o tema para o Ano Sacerdotal iniciante. Motivação: a celebração dos 150 anos da morte de São João Maria Vianney, o Cura d Ars, padroeiro dos párocos. Lema: Fidelidade de Cristo. Fidelidade dos sacerdotes.
Este Ano especial quer motivar os sacerdotes e toda a comunidade dos fiéis a reconhecer o imenso dom de Deus que é o sacerdócio de Cristo em Sua Igreja. Quer despertar para a gratidão pelo dom recebido e estimular maior santidade de vida e ministério nos sacerdotes, o que se reverterá em muito bem para todos os irmãos confiados a seu pastoreio.
O Santo Padre toma a vida e os ensinamentos do santo sacerdote Cura d Ars, São João Maria Vianney como luminoso modelo para todos os sacerdotes em sua vida consagrada e no exercício de seu ministério pastoral. A fidelidade de Cristo ao Pai e à humanidade se espelha nele e será também estímulo espiritual para todos os que são chamados, consagrados e enviados pelo mesmo Jesus, como participantes de sua missão salvadora.
Como o foi para o Santo Cura da cidade de Ars na França, será para todo sacerdote o Coração de Jesus, em seu extremo de Amor pela humanidade, fidelidade perfeita ao projeto amoroso do Pai para a salvação do mundo, fidelidade de Amor misericordioso para com os homens, modelo do sacerdote formado “coração a coração” com Cristo, o Bom Pastor que, tomado de compaixão, dá a vida por suas ovelhas.
“Deixar-se conquistar plenamente por Cristo! Esta foi a finalidade de toda a vida de São Paulo, a quem dirigimos a nossa atenção durante o Ano paulino que já está próximo do seu encerramento; esta foi a meta de todo o ministério do Santo Cura d Ars, que invocaremos durante o Ano sacerdotal; este seja também o objetivo principal de cada um de nós. Para ser ministros ao serviço do Evangelho, é certamente útil o estudo com uma formação pastoral atenta e permanente, mas é ainda mais necessária a “ciência do amor”, que só se aprende de “coração a coração” com Cristo. Com efeito, é Ele que nos chama a partir o pão do seu amor, para perdoar os pecados e para guiar o rebanho em seu nome. Precisamente por isso nunca devemos afastar-nos da nascente do Amor que é o seu Coração trespassado na cruz.” (da homilia de Bento XVI na abertura do Ano Sacerdotal 19 de junho de 2009)
Da santidade de vida e entusiasmo generoso no ministério, o sacerdote será dom especial de Deus para tornar presente o próprio Jesus para os irmãos, para que seus gestos salvadores se prolonguem no tempo e cheguem a todas as pessoas.
“Só assim seremos capazes de cooperar eficazmente para o misterioso “desígnio do Pai”, que consiste em “fazer de Cristo o coração do mundo”! Desígnio que se realiza na história, na medida em que Cristo se torna o Coração dos corações humanos, começando a partir daqueles que são chamados a estar mais próximos dele, precisamente os sacerdotes. Chamam-nos a este compromisso constante as “promessas sacerdotais”, que pronunciamos no dia da nossa Ordenação e que renovamos todos os anos na Quinta-Feira Santa, na Missa crismal. Até as nossas carências, os nossos limites e debilidades devem reconduzir-nos ao Coração de Jesus. Com efeito, é verdade que os pecadores, contemplando-O, devem aprender dele a necessária “dor dos pecados” que os reconduza ao Pai, isto vale ainda mais para os ministros sagrados. Como esquecer, a este propósito, que nada faz sofrer tanto a Igreja, Corpo de Cristo, como os pecados dos seus pastores, sobretudo daqueles que se transformam em “ladrões de ovelhas” (Jo 10, 1 ss.), porque as desviam com as suas doutrinas particulares, ou porque as prendem com laços de pecado e de morte? Estimados sacerdotes, também para nós é válido o apelo à conversão e ao recurso à Misericórdia Divina, e devemos igualmente dirigir com humildade uma súplica urgente e incessante ao Coração de Jesus, para que nos preserve do terrível risco de prejudicar aqueles que somos chamados a salvar.” (idem)
E a beleza do testemunho de vida será confirmadora da graça de Deus que o sacerdote anuncia e serve aos irmãos.
Toda a Igreja é chamada a se envolver neste Ano Sacerdotal. A oração da Igreja pelos seus pastores, a colaboração fraterna e generosa, o estímulo da própria santidade de vida dos fiéis, será de proveito para todos aqueles que devem ser os servidores da mesma vida divina à Igreja e ao mundo.

Iniciado o Ano Sacerdotal para toda a Igreja no dia 19 de junho, Solenidade do Sagrado Coração de Jesus, os sacerdotes recebemos do Papa Bento XVI uma Carta especial. Nela o mesmo Santo Padre propõe as motivações e o tema para o Ano Sacerdotal iniciante. Motivação: a celebração dos 150 anos da morte de São João Maria Vianney, o Cura d Ars, padroeiro dos párocos. Lema: Fidelidade de Cristo. Fidelidade dos sacerdotes.

Este Ano especial quer motivar os sacerdotes e toda a comunidade dos fiéis a reconhecer o imenso dom de Deus que é o sacerdócio de Cristo em Sua Igreja. Quer despertar para a gratidão pelo dom recebido e estimular maior santidade de vida e ministério nos sacerdotes, o que se reverterá em muito bem para todos os irmãos confiados a seu pastoreio.

O Santo Padre toma a vida e os ensinamentos do santo sacerdote Cura d Ars, São João Maria Vianney como luminoso modelo para todos os sacerdotes em sua vida consagrada e no exercício de seu ministério pastoral. A fidelidade de Cristo ao Pai e à humanidade se espelha nele e será também estímulo espiritual para todos os que são chamados, consagrados e enviados pelo mesmo Jesus, como participantes de sua missão salvadora.

Como o foi para o Santo Cura da cidade de Ars na França, será para todo sacerdote o Coração de Jesus, em seu extremo de Amor pela humanidade, fidelidade perfeita ao projeto amoroso do Pai para a salvação do mundo, fidelidade de Amor misericordioso para com os homens, modelo do sacerdote formado “coração a coração” com Cristo, o Bom Pastor que, tomado de compaixão, dá a vida por suas ovelhas.

“Deixar-se conquistar plenamente por Cristo! Esta foi a finalidade de toda a vida de São Paulo, a quem dirigimos a nossa atenção durante o Ano paulino que já está próximo do seu encerramento; esta foi a meta de todo o ministério do Santo Cura d Ars, que invocaremos durante o Ano sacerdotal; este seja também o objetivo principal de cada um de nós. Para ser ministros ao serviço do Evangelho, é certamente útil o estudo com uma formação pastoral atenta e permanente, mas é ainda mais necessária a “ciência do amor”, que só se aprende de “coração a coração” com Cristo. Com efeito, é Ele que nos chama a partir o pão do seu amor, para perdoar os pecados e para guiar o rebanho em seu nome. Precisamente por isso nunca devemos afastar-nos da nascente do Amor que é o seu Coração trespassado na cruz.” (da homilia de Bento XVI na abertura do Ano Sacerdotal 19 de junho de 2009)

Da santidade de vida e entusiasmo generoso no ministério, o sacerdote será dom especial de Deus para tornar presente o próprio Jesus para os irmãos, para que seus gestos salvadores se prolonguem no tempo e cheguem a todas as pessoas.

“Só assim seremos capazes de cooperar eficazmente para o misterioso “desígnio do Pai”, que consiste em “fazer de Cristo o coração do mundo”! Desígnio que se realiza na história, na medida em que Cristo se torna o Coração dos corações humanos, começando a partir daqueles que são chamados a estar mais próximos dele, precisamente os sacerdotes. Chamam-nos a este compromisso constante as “promessas sacerdotais”, que pronunciamos no dia da nossa Ordenação e que renovamos todos os anos na Quinta-Feira Santa, na Missa crismal. Até as nossas carências, os nossos limites e debilidades devem reconduzir-nos ao Coração de Jesus. Com efeito, é verdade que os pecadores, contemplando-O, devem aprender dele a necessária “dor dos pecados” que os reconduza ao Pai, isto vale ainda mais para os ministros sagrados. Como esquecer, a este propósito, que nada faz sofrer tanto a Igreja, Corpo de Cristo, como os pecados dos seus pastores, sobretudo daqueles que se transformam em “ladrões de ovelhas” (Jo 10, 1 ss.), porque as desviam com as suas doutrinas particulares, ou porque as prendem com laços de pecado e de morte? Estimados sacerdotes, também para nós é válido o apelo à conversão e ao recurso à Misericórdia Divina, e devemos igualmente dirigir com humildade uma súplica urgente e incessante ao Coração de Jesus, para que nos preserve do terrível risco de prejudicar aqueles que somos chamados a salvar.” (idem)

E a beleza do testemunho de vida será confirmadora da graça de Deus que o sacerdote anuncia e serve aos irmãos.

Toda a Igreja é chamada a se envolver neste Ano Sacerdotal. A oração da Igreja pelos seus pastores, a colaboração fraterna e generosa, o estímulo da própria santidade de vida dos fiéis, será de proveito para todos aqueles que devem ser os servidores da mesma vida divina à Igreja e ao mundo.