peregrinação

Vários chapéus, uma só cabeça: a unidade da Igreja

Cardeal Odilo Pedro Scherer

O fato eclesial de maior destaque desses últimos dias foi, sem dúvida, a peregrinação do papa Francisco à Terra Santa, com vários momentos muito significativos. O principal deles foi o encontro com o patriarca ecumênico greco-ortodoxo Bartolomeu I, na Basílica do Santo Sepulcro, no dia 25 de maio.

Francisco quis repetir, 50 anos depois, o encontro histórico de Paulo VI com o patriarca Atenágoras, que aconteceu ainda em pleno andamento do Concílio Ecumênico Vaticano II. Aquele memorável encontro rompeu o gelo entre Roma e Constantinopla, que perdurava há vários séculos, sem que tivesse havido mais nenhum encontro entre um papa de Roma e um patriarca ortodoxo de Constantinopla.

O abraço entre os dois chefes de Igrejas abriu imensas esperanças para o caminho ecumênico, tão desejado pelo Concílio, levando a crer que, em breve, poderia acontecer a reconciliação plena entre as duas Igrejas e a reconstituição da unidade entre católicos e ortodoxos, rompida pelo cisma do Oriente, em 1054. A questão mais complicada nas relações ecumênicas entre as duas Igrejas é eclesiológica, relativa ao primado do sucessor de Pedro e ao exercício do ministério petrino na Igreja.

Em 25 de julho de 1967, iniciando o ano da fé em memória do 19º século martírio dos apóstolos Pedro e Paulo, e já tendo sido encerado o Concílio, Paulo VI escreveu ao mesmo patriarca Atenágoras, com o propósito de avançar no caminho ecumênico: “este desejo leva a uma vontade resoluta de fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para que chegue o dia do restabelecimento pleno da comunhão entre a Igreja do Ocidente e a Igreja do Oriente”.

Muito caminho de aproximação tem sido feito ao longo desses 50 anos, mesmo que isso não apareça sempre claramente a todos: foram levantadas as recíprocas excomunhões, instaurou-se um diálogo teológico e mesmo doutrinal entre as duas Igrejas; acontecem gestos de recíproco apreço, como a presença de um representante do Patriarca de Constantinopla na solenidade de São Pedro e São Paulo e de um representante do Papa na festa patronal de Santo André, no patriarcado de Constantinopla. Mais que tudo, foi significativa a presença do próprio patriarca Bartolomeu I na missa de início do pontificado do papa Francisco, no dia 19 de março de 2013.

Agora, no encontro ecumênico de Jerusalém, muito desejado por Francisco e patrocinado pelo Patriarca ortodoxo, esse caminho ecumênico retoma fôlego. A Declaração comum entre os dois chefes de Igrejas deixa claro o propósito de buscar a plena unidade e de não se deixar abater pelas dificuldades que o caminho da unidade plena apresenta. Os discursos diante do monumento ao santo sepulcro recordaram bem: não parecia também o túmulo o fim de toda esperança? E eis que ele está vazio! Jesus venceu até mesmo a morte, último obstáculo para a realização do desígnio de Deus. Pode haver algo impossível para que o sonho da unidade plena da Igreja se realize?!

Claramente, as dificuldades não são desconhecidas ou subestimadas, nem pelo Papa, nem pelo Patriarca. Mas as falas foram repletas de esperança e de convites à perseverança, na firme certeza de que o desejo expresso de Jesus não é a divisão, mas a unidade da sua Igreja. Durante a cerimônia ecumênica, alguém comentou sobre a variedade das vestes dos representantes das Igrejas cristãs, sobretudo dos solidéus, véus e capuzes de ortodoxos, armênios, coptas, católicos latinos, armênios, maronitas, coptas, melquitas… “Os chapéus são diversos, mas… uma só é a cabeça da Igreja”. Mesmo que as tradições rituais, disciplinares e histórico-culturais sejam diversas, a unidade da Igreja se constrói sob a única cabeça do corpo, que é Cristo, Senhor da Igreja.

VÍDEOS: Peregrinação da Região Belém à Catedral da Sé

A Região Belém fez peregrinação no dia 1º de setembro como parte da programação do Ano da Fé. Os peregrinos se concentraram no Páteo do Colégio, local de fundação de São Paulo, e saíram em caminhada até a Catedral da Sé, onde houve missa, presidida por Dom Odilo Scherer, cardeal arcebispo de São Paulo.

Peregrinação da Região Belém à Catedral da Sé

Na acolhida, Iracema Silva, secretária de pastoral da Região, resgatou a memória das testemunhas da fé, homens e mulheres que marcaram a vida da Igreja de São Paulo.

Assista à homilia de Dom Odilo Scherer, cardeal arcebispo de São Paulo:

No final da celebração, Dom Edmar Peron convidou os participantes a renovar, celebrar, viver e testemunhar a fé, rompendo os limites físicos da Igreja e levando-a para as ruas.

Foto: Equipe da Paróquia São Miguel do Conquista

Região Belém fará peregrinação à Catedral da Sé dia 1º/9

Como parte das comemorações do Ano da Fé, a Região Belém fará peregrinação à Catedral da Sé dia 1º de setembro. A concentração será no Páteo do Colégio, a partir das 14h, encerrando com missa presidida por Dom Odilo Scherer, cardeal arcebispo de São Paulo.

Nos avisos da semana, Pe. Julio falou desse evento e dos Conselhos Participativos que serão eleitos nas subprefeituras da capital:

O Hóspede

Pe. Alfredo J. Gonçalves

O hóspede constitui um dos personagens centrais no cenário da experiência humana. Começando pelos escritos religiosos, ele ocupa aí um lugar privilegiado. Afinal, pode ser um enviado dos deuses, ou o próprio Deus disfarçado de anjo (ou demônio). Três exemplos da literatura judaico-cristã ou das sagradas Escrituras. Primeiramente, Abraão e Sara acolhem e agradecem a passagem dos três forasteiros em sua tenda e deles recebem igualmente a alegre notícia, vinda de Deus, de que viria a ser pai, apesar da idade avançada do casal (Gn 18, 1-15). Depois, Jesus, ele mesmo, se faz forasteiro e arma sua tenda entre nós, “percorrendo aldeias e cidades”, caminhos e montanhas, anunciando a Boa Nova do Reino de Deus (Mt, 9, 35-38). Enfim, Paulo, em suas longas e custosas viagens é recebido como hóspede em numerosas casas e nas comunidades cristãs incipientes.

A literatura greco-romana não é diferente. Baste-nos tomar as grandiosas obras de Homero e Virgílio. Tanto um como o outro reservavam aos errantes Ulisses e Enéas, respectivamente, boa acolhida e mesa farta. Ambos os heróis chegam e partem como as marés, mas nunca lhes são negados um banquete suculento e um repouso tranqüilo.

Na era medieval, também os heróis da cavalaria costumam ser bem recebidos por onde quer que passem. Os castelos, por exemplo, são fortalezas para os inimigos, mas abrigos para os amigos. O maior exemplo disso é, sem dúvida, o célebre “cavaleiro da triste figura”, Dom Quixote. Meio louco e meio sábio, tem lugar garantido nos intervalos de suas andanças e de suas empresas quixotescas.

Outro exemplo poderia ser tirado dos romeiros por todo território brasileiro. Os pólos de visitação se multiplicam: Basílica de Aparecida, em São Paulo; Santuário do Divino Pai Eterno, em Trindade, em Goiás; Juazeiro do Norte, terra de Pe. Cícero, no Ceará; Bom Jesus da Lapa e Senhor do Bonfim, Bahia, e assim por diante. As cidades, fazendas e casas que ficam no caminho dos peregrinos, por mais pobres que sejam, sempre lhes reservam boa acolhida e lhes reforça o ânimo (e o corpo) para seguir na peregrinação. É como se eles fossem porta-vozes inconscientes dos anseios e esperanças de toda a população que não encontra tempo para visitar os lugares santos. Há casos em que tais romarias, especialmente quando feitas a pé, duram semanas e até meses.

O que há por trás ou no interior dessa acolhida ao hóspede, ao forasteiro? Na verdade, eles figuram como uma espécie de protótipos da própria caminhada humana sobre a face da terra. Todos somos forasteiros pelas veredas da história, hóspedes de locais determinados, mas sempre impulsionados a seguir adiante. Por mais sólidas que sejam nossas casas, fortalezas ou castelos, sempre serão tendas de alguém a caminho. Construímos edifícios para durar séculos e raramente atingimos os cem anos!

Entretanto, teimamos em agarrar-nos, com unhas e dentes, às coisas, às pessoas e às relações que nos acompanham em vida. É com extrema dificuldade que deixamos os tesouros acumulados em bancos, terra e renda. E com que tristeza abandonamos as obras iniciadas, como se personificassem uma existência perene! Igual tristeza nos invade quando o sucesso ou o prestígio se convertem em ruínas, o fogo em cinzas e os aplausos em vaias. Não somos árvores fincadas no solo, mas como é doloroso cortar raízes!

Raramente nos damos conta que uma das condições para a eternidade é justamente a passagem pela morte. Só ela torna eterno o amor, a beleza e o bem que marcam nossa passagem pelo mundo. Só ela permite a memória do passado e a ressurreição futura. Aliás, para quem ama, a ressurreição ocorre de certa forma antes da própria morte. Amor é vida, e a morte não leva os vivos; só leva os que já estão mortos.

Em uma palavra, seremos tanto mais livres quanto mais despojados, tanto mais imortais quanto mais capazes de atravessar o vale escuro da morte. Para além dos desejos efêmeros, fugidios e fugazes que encontramos pelos mil caminhos da existência, oculta-se o grande Desejo da eternidade. Somente na condição de hóspedes é que podemos aprender essa lição e desfrutar antecipadamente de instantâneos momentos eternos.

Solenidade de Nossa Senhora da Conceição Aparecida. 12 de outubro. Padroeira do Brasil – Mãe da Igreja

Tivemos neste dia 12 de outubro, duas bonitas celebrações à Nossa Senhora Aparecida, a primeira às 7h30 na Igreja São Miguel Arcanjo. A segunda, iniciou-se às 17h30 com a procissão dos carros (muitos), indo da Igreja São Miguel Arcanjo até a Igreja de Nossa Senhora da Boa Morte, na Rua Tabatinguera, para a celebração das 18h. A igreja estava repleta, especialmente com as pessoas aqui da Comunidade São Miguel Arcanjo, como mostram as fotos. A celebração foi de forte emoção.

Transcrevendo histórico, esclarecemos que a Igreja Nossa Senhora da Boa Morte está localizada na Rua do Carmo, na região central de São Paulo, pintada em amarelo e branco e é uma das poucas referências remanescentes do colonial também conhecido como “barroco paulista”. Sua primeira missa foi celebrada em 15 de agosto de 1810, mas as obras só foram concluídas em meados do século 19. Era também o local onde os escravos condenados passavam e rezavam antes de irem para o patíbulo dos enforcados.

Além dos aspectos arquitetônicos, o que mais chama a atenção e dá um caráter único à igreja é o conjunto de imagens sacras encontrado em seu interior, nos altares laterais e no altar principal, contando com algumas imagens de rara beleza. Dentre elas, estão a imagem do Cristo Prisioneiro trazida do Pátio do Colégio, datada provavelmente do século 16; na entrada está Santo Expedito; nas paredes laterais, as imagens de Nossa Senhora das Dores, das Lágrimas e da Assunção, destacando-se, ainda, a imagem de Nossa Senhora da Boa Morte, sendo uma devoção rara e inclusive mais conhecida como Nossa Senhora da Assunção, que vem do latim “Dormitio Mariae” e, também, a Nossa Senhora das Lágrimas, que o Padre Júlio Lancelotti tanto nos fala. A igreja funciona 24 horas e presta também atendimento à comunidade da região. O templo foi assumido pela Aliança da Misericórdia, fundada há 10 anos, e que atua com populações carentes.

Rezamos como tantos por esse Brasil. O Padre Julio Lancelotti relembrou o início da devoção à Nossa Senhora Aparecida, desde que os pobres pescadores trouxeram em suas redes a pequena imagem, os primeiros milagres, a construção da pequena capela. A atenção de Nossa Senhora para os pobres, em especial com os escravos. Lembrou da construção da Igreja dedicada a Nossa Senhora Aparecida e mais tarde o Santuário, que recebeu a rosa de ouro de Paulo VI e foi visitado pelos Papas João Paulo II e Bento XVI, sendo local de peregrinação de milhões de pessoas.

A imagem de Nossa Senhora Aparecida percorreu a igreja nas mãos do Padre Julio, abençoando a todos.

Após a celebração, tivemos a visitação à capela lateral, onde está a imagem de Nossa Senhora das Lágrimas. Depois, uma confraternização entre as comunidades.

As fotos retratam a emoção, mas também alegria desse momento tão especial de Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil.

Por Carlos Alberto Beatriz

Dom Helder reverenciado

Marieta Borges Lins e Silva

Foram horas de estrada, do Ceará até Pernambuco. Foram 245 romeiros, embarcados no sonho do incansável Padre Sebastião de Sá, para vivenciaram a VI Peregrinação Cearense que veio especificamente rezar no túmulo de Dom Helder e visitar os lugares por onde ele andou, em Olinda e no Recife. Com eles, pela primeira vez engajado no feliz evento, o padre Maurício Lopes, de Ocara, Ceará, descobrindo a alegria de seguir os passos desse Profeta e Pastor cearense.

Com a coordenação do Instituto Dom Helder Camara, da Prefeitura de Olinda (que apoiou integralmente a passagem do grupo pela cidade) e da CNBB NE2 (que acolheu e ofereceu almoço para todos lá na sua sede no Recife) esses peregrinos cumpriram uma agenda intensa, toda ela marcada pela devoção ao arcebispo Emérito de Olinda, Dom Helder Camara, que se foi há exatos dez anos, deixando-nos saudosos de sua presença iluminada e de suas ações corajosas, hoje continuadas pelos seus seguidores .

O objetivo primeiro desses caminheiros seria prantear o conterrâneo santo, nos 10 anos da sua partida e nos 100 anos do seu nascimento… Mas outras emoções foram experimentadas tanto em Olinda como no Recife, conhecendo lugares e partilhando momentos especiais, com os que os recepcionaram.

Olinda, no sábado, dia 29: o almoço nos jardins da Biblioteca Pública de Olinda, a visita ao Santuário da Mãe Rainha, a concentração em frente à Matriz de São Pedro Mártir, onde o boneco-Dom Helder os esperava para dali saírem em caminhada até a Catedral da Sé e lá, fervorosamente, fazerem suas orações diante do túmulo do Dom, rezarem o Terço Missionário e participarem da celebração da Santa Missa, recebendo, ao final, a bênção do novo Arcebispo de Olinda e Recife, dom Fernando Saburido… Terminada a celebração, foi tempo de apreciar Olinda do mirante do Alto da Sé, vendo o Recife à distância, tudo iluminado pela generosa lua, enquanto um grupo menor permanecia em vigília na Catedral, até o amanhecer…

Recife, dia 30: o passeio pelo centro do Recife, a parada na Igreja de N. Sª da Assunção das Fronteiras, para a visita emocionada à casa onde Dom Helder viveu (nos fundos do altar-mor) e onde partiu, há dez anos, acolhidos todos fraternalmente por membros do IDHeC, a foto junto à escultura de Dom Helder-poeta, postado diante do templo, a caminhada até a sede da CNBB Regional Nordeste 2 para a participação na Missa na Igreja dedicada ao Bom Pastor, situada bem em frente à rua onde está a Igreja das Fronteiras e o almoço na própria sede da CNBB Regional Nordeste 2, oferecido pela instituição.

Muita gente se uniu para dar suporte local a essa corajosa iniciativa: Zezita Cavalcanti (que foi secretária do Dom na AOR), Lucinha Moreira (Presidente do IDHeC), Cristina Ribeiro (membro do IDHeC), Irmã Neusa (religiosa carmelita ligada ao IDHeC), Raimundo Viana (diretor da Biblioteca Pública de Olinda), Dom Genival Saraiva (Secretário Geral da CNBB NE2), Padre Albérico Almeida (Secretário Executivo da CNBB NE2) foram alguns dos que estiveram comigo ao lado desses cearenses, sentindo neles um enorme reconhecimento por tudo o que Dom Helder semeou em vida, fiéis ao compromisso com uma Igreja libertadora e voltada para as causas sociais. A imprensa escrita e televisiva prestigiou o momento, eternizando essa iniciativa tão bonita…

A viagem de regresso ao Ceará começou ainda na tarde do abençoado domingo, com o compromisso de voltarem todos, para a VII Peregrinação Cearense, em 2010 que, certamente, contará com a acolhida e a presença de dom Fernando Saburido.

Fonte: site da Paróquia de Santo Afonso, CE

Terço dos Homens: peregrinação à Igreja de Nossa Senhora da Boa Morte

Terço dos Homens. Os Homens que rezam. Igreja de Nossa Senhora da Boa Morte. Na sexta-feira, dia 04/09/09, os homens da Paróquia São Miguel fizeram uma peregrinação noturna à Igreja da Boa Morte, que fica na Rua Tabatinguera nº 301, próxima da Catedral da Sé, no Centro de São Paulo.

Os homens foram rezar o Terço e também, na seqüência, participar da Santa Missa que foi celebrada pelo Padre Júlio Lancelotti e pelo Diácono Antonio Carlos. Algumas mulheres da Comunidade acompanharam essa peregrinação. No final conheceram as centenárias imagens, tendo o Padre Julio contado a história de cada uma e também daquela belíssima Igreja, agora plenamente restaurada e que fica aberta 24 horas por dia.

Grupo do Terço dos homens na Igreja N. S. da Boa Morte

No passado os escravos pediam uma boa morte, rezando na porta da igreja, antes de serem levados um pouco mais acima, para o Largo da Forca, local junto à atual Igreja das Almas dos Enforcados.

A Igreja guarda algumas imagens de beleza singular. Uma imagem do Cristo vinda do Pátio do Colégio (séc. XVI), Santo Expedito, Nossa Senhora das Dores, a das Lágrimas, Menina, Assunção. Destacam-se a Nossa Senhora da Boa Morte ou do sono que espera a assunção de Maria (a Dormitio Mariae), bem como Nossa Senhora das Lágrimas.

As fotos mostram alguns momentos da peregrinação, como a saída da Igreja São Miguel, o Terço, a celebração e a visita às imagens e a despedida na porta da Igreja de Nossa Senhora da Boa Morte.

Fotos por Carlos Alberto Beatriz

Peregrinação dos jovens

Após a missa das 10h alguns crismandos se reuniram neste domingo de Ramos no Pátio do Colégio, com muitos adultos também, todos com muita fé foram em procissão para a catedral da Sé, onde houve a peregrinação dos jovens com a participação do Dom Odilo, Dom Pedro Luiz, da nossa Região, Dom Tarcísio, o bispo que acompanha a juventude na Arquidiocese de São Paulo, entre vários outros.

Opinião do grupo:

Hoje aqui no Pátio do Colégio onde a gente se reuniu vi um colega meu de rua, então o chamei e perguntei como ele estava, ele disse que estava alegre que tava na rua de novo e isso me deixou muito triste, de saber que estou em um lugar bom e meu colega que viveu na rua comigo no passado não estar em um lugar que receba carinho e amor como eu.
Mas o que me deixou feliz foi ver tantos jovens hoje aqui reunidos na catedral da Sé, e seguindo esta vida e espero que Jesus toque no coração daquele meu colega, e que ele mude de vida antes que seja tarde.

Vinicius Rafael da Silva Penha

Fiquei muito feliz de ver tantos jovens demostrando sua fé e esperança e de saber que podemos
crer naquele que nos fortalece: “DEUS”

Elaine

Fiquei muito orgulhosa dos jovens pela sua participação

Victoria

Veja abaixo as imagens da Peregrinação:

Fotos por Diego Teixeira Conceição

Setor Belém faz peregrinação do Ano Paulino

O Setor Belém fez peregrinação do ano santo no sábado, dia 7. A comunidade São Miguel Arcanjo se encontrou na paróquia logo cedo e saiu em caminhada às 9h30 pelas ruas da Mooca até a igreja São Paulo Apóstolo, santuário do Ano Paulino, onde foi celebrada missa.

Veja as imagens abaixo:

Peregrinação do Ano Paulino - 07 de março de 2009

Peregrinação do Ano Paulino - 07 de março de 2009


Peregrinação do Ano Paulino - 07 de março de 2009

Peregrinação do Ano Paulino - 07 de março de 2009

Avisos de domingo, 01/03/2009

Assista abaixo:


* Começa nesta segunda-feira, dia 2, o Curso de Teologia do Setor Belém. As aulas serão toda segunda-feira, das 19h30 às 21h30, no Centro Pastoral São José (Av. Alvaro Ramos, 366).

* Na primeira sexta-feira do mês, às 7h acontece a missa do Coração de Jesus e às 20h30 o terço dos homens.

* Sábado, dia 07/03, o Setor Belém fará peregrinação do Ano Paulino até o santuário São Paulo Apóstolo. A saída da paróquia São Miguel será às 9h30.

* Domingo, 08/03 é o Dia Internacional da Mulher.

* O site O Arcanjo no ar já publicou a Via Sacra para a Quaresma.