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Destaques do site O Arcanjo no ar

Doações da comunidade ao Amparo Maternal

Representantes da comunidade São Miguel Arcanjo visitaram na quarta-feira, 23/12, o Amparo Maternal, maternidade da Arquidiocese de São Paulo, e entregaram as doações recebidas durante a Campanha de Natal: dezenas de pacotes de fraldas, papel higiênico, sabonetes, pasta de dente, entre outros materiais de higiene e limpeza.

Entrega das doações da comunidade ao Amparo Maternal

Entrega das doações da comunidade ao Amparo Maternal

Entrega das doações da comunidade ao Amparo Maternal

Entrega das doações da comunidade ao Amparo Maternal

Entrega das doações da comunidade ao Amparo Maternal

Entrega das doações da comunidade ao Amparo Maternal

O Amparo Maternal depende dessa solidariedade para dar continuidade ao trabalho de acolhida a todas as mulheres que o procuram, como explica a Ir. Enir, diretora da entidade:

Após entregar as doações, os paroquianos participaram da missa celebrada pelo cardeal arcebispo de São Paulo, D. Odilo Pedro Scherer.

Celebração de Natal no Amparo Maternal

Celebração de Natal no Amparo Maternal

Celebração de Natal no Amparo Maternal

Celebração de Natal no Amparo Maternal

Celebração de Natal no Amparo Maternal

Celebração de Natal no Amparo Maternal

Almoço de Natal na comunidade São Martinho de Lima

Alexandre Nunes

No dia 23 de dezembro foi realizado o almoço de natal para a população em situação de rua da Comunidade São Martinho de Lima. Segundo a organização do evento, cerca de 800 pessoas deliciaram-se com um belo prato de arroz, frango assado com farofa, maionese, suco e bolo.

Se fosse preciso resumir esse evento em uma só palavra, ela seria Partilha. Todos os presentes e mais aqueles que fizeram doações, mas não puderam comparecer partilharam alguma coisa: tempo, alimentos, suas vidas etc. Quem estava ali, logo abaixo de um viaduto de grande circulação de veículos (Guadalajara), ficou na dúvida de quem estava recebendo mais; se eram aquelas centenas de pessoas com suas vidas fragmentadas, vítimas de um sistema de exclusão, que perderam casa, família, dignidade e que estavam ali à espera de um prato de comida, ou se as dezenas de voluntários e colaboradores que vivenciaram um belo e gratificante momento de servidão, ou seja, colocaram-se a serviço do outro, sem distinção de classes sociais.

Ali, naquele lugar simples com pessoas mais simples ainda vivenciamos o verdadeiro espírito de Natal.

O evento

Por volta das 8h30 da manhã, as portas da comunidade já se abriram para a população de rua. Aos poucos eles foram se arrumando para a programação do dia. Às 9h20 foram oferecidas maçãs para todo mundo. É comovente perceber como uma simples fruta já anima aqueles que têm tão pouco.

Depois, houve um momento de celebração ecumênica, em que o coral São Martinho emocionou muitos dos que estavam lá com músicas religiosas, sobretudo a música Faz um Milagre em Mim, de Regis Danese, que levou muitas pessoas às lágrimas.

Em seguida o padre Marcelo Matias, da paróquia São João Batista do Brás, fez um breve momento de reflexão e oração. Paralelamente, centenas de frangos assados chegavam pelo portão principal adiantando pelo aroma o que estava por vir.

Perto do meio dia o almoço foi servido. O silêncio pairava. Todos estavam ocupados comendo e celebrando o Natal.

Nós do site O Arcanjo no ar agradecemos em nome da comunidade a todos aqueles que de alguma forma colaboraram para que pelo menos por um dia, cerca de 800 pessoas que vivem esquecidas pelas ruas da nossa cidade, fossem lembradas e tratadas com dignidade e respeito.

Fotos de Alexandre Nunes

Avisos de 13/12/2009

A Comunidade São Martinho de Lima promove dia 23, quarta-feira, o tradicional almoço de Natal para o povo da rua, embaixo do Viaduto Guadalajara, no Belém. A expectativa é atender cerca de 800 pessoas!

Como todo ano, a igreja São Miguel Arcanjo é convidada a colaborar: doe  frango ou bolo, ajude a preparar e servir o almoço, participe deste evento de solidariedade. Veja mais informações nos avisos da semana:

* Quarta-feira, 16/12, 20h – Leitura Orante da Bíblia na igreja São Miguel

* Domingo, 20/12 – Distribuição de pães doces ao final de cada missa. Na celebração das 10h, na capela da Universidade São Judas, haverá batizado e montagem da árvore de Natal

* Quinta-feira, 24/12, 20h – Missa da noite de Natal na igreja São Miguel Arcanjo

* Sexta-feira, 25/12, 7h30 – Missa de Natal na igreja São Miguel Arcanjo

* Sexta-feira, 25/12, 17h – Missa de Natal no Arsenal da Esperança, com D. Odilo Scherer e Pe. Julio Lancellotti

Batizado de 27 de setembro de 2009

No dia de São Vicente de Paulo, um bonito domingo, mais crianças foram batizadas na Capela São Judas Tadeu.

Os avós foram os que mais se emocionaram, sobretudo porque também neste dia comemoramos o dia do idoso. A alegria foi contagiante.

Foram batizados a Ana Carolyna, Anna Clara, Danilo, Esther, Giovanni, Isadora, João Miguel, Julia, Leandro, Pedro e Valenttine.

Os pais da Esther, Jefferson e Cláudia celebraram o seu casamento.

No final da celebração, recebemos a imagem de São Miguel Arcanjo, já preparando para a festa do padroeiro que ocorrerá no dia 29/09/09.

Veja abaixo as fotos do batizado:

Fotos por  Carlos Alberto Beatriz

Pastoral da Ecologia planta árvore simbólica

Integrantes da comunidade São Miguel Arcanjo plantaram no domingo, véspera do Dia da Árvore, uma muda ao lado da capela da Universidade São Judas Tadeu, como ato simbólico da recém-criada Pastoral da Ecologia.

Lançamento Pastoral da Ecologia

A planta escolhida foi uma bauhinia, conhecida como “pata de vaca”, a qual é usada como medicamento caseiro.

Veja como foi o ato:

Para ver mais informações sobre onde obter mudas e fazer o plantio, clique aqui.

Organização da Festa de São Miguel

A tradicional festa de São Miguel está se aproximando e não vemos a hora de provar as delícias que teremos nas nossas barracas:

 – Barraca de salgados – teremos pernil com molho ou vinagrete, beringela, cachorro quente, tortas etc.

 – Barraca de doces – teremos bolos de todas as variedades, inclusive o famoso Bolo de São Miguel

 – Barraca de bebidas – teremos Coca-Cola, Guaraná, água tônica e garrafinha de água

 – A grande novidade é que também teremos deliciosos crepes de chocolate e queijo

Na barraca de salgados seremos atendidos pelas nossas amigas e voluntárias Angélica, Marilurdes, Rita e Adua.

Na barraca de doces seremos atendidos pelas nossas amigas e voluntárias Beth, Diva, Marlene, Ercília e Felícia (veja a receita do Bolo de São Miguel).

Na barraca de bebidas seremos atendidos pelos nossos amigos e colaboradores Maria, Neide, Luizinho, Tânia e Joninho.

Na barraca de crepe seremos atendidos pelos nossos amigos e colaboradores Helena e seu esposo e Danielle.

Na barraca do café e chocolate seremos atendidos pelas nossas amigas e colaboradoras Rosely e Rinalda.

No nosso caixa estão nossos amigos e colaboradores Pierre, Rosária e Mércia.

Ainda contamos com a colaboração de todos que puderem trazer latinhas de refrigerante até o dia 20 de setembro.

O bispo emérito de Blumenau e ex-bispo auxiliar da Arquidiocese de São Paulo presidirá a missa das 15h. Haverá celebrações também às 7h30 e 20h.

Para mais informações, clique aqui.

ESTAMOS PRECISANDO MUITO DE MÃO DE OBRA PARA A MONTAGEM E DESMONTAGEM DAS NOSSAS BARRACAS!

Para mais esclarecimentos, falar com Victória ou Tereza na secretaria.

O que você gostaria de contar sobre D. Luciano?

Deus é bom

A frase dita por Dom Luciano Mendes de Almeida em diversos momentos, inclusive quando estava doente, sintetiza com simplicidade e clareza a visão de um homem que deu testemunho da bondade de Deus. D. Luciano foi sempre “o irmão do outro”, título do livro escrito por um dos irmãos dele, Candido Mendes.

Bispo da Região Belém, na Arquidiocese de São Paulo, depois arcebispo de Mariana, em Minas Gerais, secretário-geral e presidente da CNBB, a presença de D. Luciano deixou marcas. Todos têm algo a contar, a testemunhar sobre a vida deste homem especial…

E você, o que tem a contar? Use o espaço dos comentários para registrar sua homenagem:

Fabio de Melo “tira o chapéu” para o Pe. Julio

O Pe. Fabio de Melo participou do quadro “Pra quem você tira o chapéu”, do Programa Raul Gil, transmitido pela Band. Nesse quadro, a produção do programa coloca dentro de dez chapéus o nome de personalidades, políticos, artistas, celebridades ou situações e o convidado deve dizer para quem ele tira ou não o chapéu e explicar os motivos.

No sábado, 22 de agosto, Pe. Fabio elogiou entre outros o Pe. Zezinho e o vereador paulistano Gabriel Chalita, além do jogador Ronaldo, que ele considerou vítima de acusações da imprensa. Para ele, “a pior imprensa que pode haver é aquela que desrespeita o ser humano para ter uma notícia. É muito triste quando você vê que um jornalista não está tão interessado em saber a verdade, mas em provocar uma polêmica, ainda que pra provocar essa polêmica ele seja injusto com o ser humano”.

O último chapéu apresentado tinha o nome do Pe. Julio Lancellotti – veja no vídeo abaixo a resposta dele a partir dos 8 minutos e 40 segundos (é só arrastar a barra azul):

Os links para assistir às três partes do quadro com a participação do Pe. Fabio de Melo no site da Band são:

* Parte 1

* Parte 2 (o último chapéu para o Pe. Julio Lancellotti)

* Parte 3


Leia abaixo a íntegra da fala do Pe. Fábio sobre o Pe. Julio:

Tiro, tiro… É a mesma história (referindo-se à forma desrespeitosa com que a imprensa tratou o jogador Ronaldo).

A primeira vez que eu vi esse homem na vida, que eu ouvi falar dele, eu fazia um trabalho, não era um trabalho regular meu, mas de vez em quando eu visitava os presídios de Taubaté, a Casa de Segurança Máxima, o Presídio Feminino de Tremembé. Como frade, eu era estudante ainda, eu visitava, eu fazia essa Pastoral, fazia show dentro do presídio. Eu cheguei a cantar dentro da Casa de Segurança Máxima de Custódia pros presos.

Inclusive lá eu vi uma das cenas mais lindas da minha vida: estava sentado lá na porta e tinha uma senhora. Nós estávamos esperando que o carcereiro abrisse o lugar pra gente entrar, aí eu conversei com essa senhora e perguntei pra ela assim: “quem é que a senhora veio visitar aí?”. Ela disse “o meu menino”. Aí depois lá dentro, Raul, eu descobri que esse menino era um dos presos mais perigosos do Brasil – pra mim, pra você… Pra mãe continua sendo o “meu menino”.

Eu fico pensando que é assim que Deus nos olha, não importa o crime que a gente tenha cometido na nossa vida, Deus continua nos olhando como se fôssemos os meninos e as meninas dele.

Sobre o Pe. Julio: Esse homem fez um trabalho e faz um trabalho maravilhoso dentro da Pastoral Carcerária, também com os menores infratores, na Febem, foi um parceiro do Gabriel Chalita em alguns momentos e ele é um homem que eu gostaria muito que o Brasil tivesse a coragem de reconstruir a imagem, sobretudo pelo ser humano fantástico que ele é, pelo ser humano raro que ele é e pelo mártir que ele se tornou aí durante um tempo pelas acusações tão descabidas muitas vezes, tão desrespeitosas – que os fatos tenham de ser apurados todos nós sabemos, mas nós não podemos esquecer o que um homem faz.

Por causa muitas vezes de uma história que se levanta, nós somos muito rápidos em condenar as pessoas… E esse homem foi muito rapidamente caluniado e toda uma história que ele construiu ficou muitas vezes banalizada diante de muitas situações. E eu me levantei desde o início pra defendê-lo com unhas e dentes porque eu não só conheço a fama desse homem como eu tinha oportunidade de tocar na generosidade a partir das histórias que eu encontrava.

Então é com muito carinho e com muito respeito, que eu gostaria até de fazer isso em nome da Igreja: eu tiro o chapéu para o Pe. Júlio Lancellotti!

Massacre do povo da rua completa 5 anos

Centenas de manifestantes lembraram nesta terça-feira, 19 de agosto, dos moradores de rua brutalmente assassinados há cinco anos em São Paulo – sem nenhuma condenação para os autores da violência.

Massacre moradores de rua - 5 anos

O ato contou com a participação inclusive de representantes da Câmara Municipal, da Assembléia Legislativa  e de várias Organizações Sociais. O vereador Ítalo Cardoso assinou, em nome dos vereadores, o Compromisso de Apoio à Causa da População em Situação de Rua. O presidente da Comissão de Direitos Humanos da Assembléia Legislativa, deputado Vicente Cândido, e a vice-prefeita de São Paulo, Alda Marcoantonio, também trouxeram solidariedade e apoio ao povo da rua.

Massacre moradores de rua - 5 anos

Massacre moradores de rua - 5 anos

A Comunidade São Martinho estava presente, como também a Casa de Oração do Povo da Rua. A cruz, as faixas, os cartazes, as bandeiras pediam Justiça, fazendo memória dos nomes daqueles que pereceram. O ato não foi só de repúdio, de protesto, mas de esperança por melhores políticas para essa população tão sofrida.

Massacre moradores de rua - 5 anos