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O Centro Pe. Ezequiel Ramin precisa da sua ajuda

Há 23 anos, D. Luciano Mendes de Almeida inaugurou o Centro de Defesa dos Direitos Humanos Pe. Ezequiel Ramin que atua na defesa da vida e dos direitos humanos em nossa cidade.

O Centro de Defesa participou na elaboração e implantação do Estatuto da Criança e do Adolescente, na execução de medidas sócio-educativas em meio aberto, além da fiscalização da privação de liberdade.

Atualmente atua com destaque na área da infância e adolescência no Fórum das Varas Especiais, de jovens em conflito com a Lei , atendendo, em parceria com a Defensoria Pública, com a participação da Fundação Casa, Universidade São Judas e Secretaria Especial de Direitos Humanos, cerca de 800 jovens e famílias por mês.

O projeto visa garantir o direito de ampla defesa aos jovens em conflito com a lei e esclarecer esses jovens e familiares sobre o processo das oitivas informais. Tem como metas humanizar o atendimento, reduzir o número de internações provisórias e aumentar as medidas em meio aberto.

O Centro de Defesa precisa de ajuda para dar continuidade a esse importante trabalho para a cidade e manter firme a memória do Pe. Ezequiel Ramin e sua caminhada em Defesa da VIDA!

Abaixo e ao longo do vídeo disponibilizamos o número da conta para quem puder fazer doações:

CDDH Pe. Ezequiel Ramin
Banco: Nossa Caixa
Agência: 1235-1
Conta corrente: 04000159-1

Igreja forma grupo de Pastoral da Ecologia

Você está convidado(a) a participar da Pastoral da Ecologia da igreja São Miguel Arcanjo. A primeira atividade do grupo será o Seminário promovido pela Região Belém no sábado, dia 22, das 12h30 às 17h30 no Centro Pastoral São José (Av. Álvaro Ramos, 366).

Nesse encontro, aberto pelo bispo regional, D. Pedro Luiz Stringhini, será refletido o tema “A informação como fonte de educação ambiental” e haverá oficinas temáticas sobre água, poluição atmosférica, resíduos sólidos e arborização.

Interessados podem procurar Mariana Nascimento, da página “Jovens no ar”, e Miriam Meyer.

A Pastoral da Ecologia pretende atingir a todos os cidadãos
e todos os aspectos da vida do ser humano.
Falamos de uma ecologia humana que respeita os direitos e a dignidade
e toda pessoa, especialmente os mais pobres,
ue são sempre as maiores vítimas das injustiças sociais,
os desastres ambientais, do descaso do poder público,
da miséria, fome e exclusão social.

História de São Maximiliano Maria Kolbe

Maximiliano Maria Kolbe nasceu no dia 8 de janeiro de 1894, na Polônia, e foi batizado com o nome de Raimundo. Sua família era pobre, de humildes operários, mas muito rica de religiosidade. Ingressou no Seminário franciscano da Ordem dos Frades Menores Conventuais aos treze anos de idade, logo demonstrando sua verdadeira vocação religiosa.

No colégio, foi um estudante brilhante e atuante. Na época, manifestou seu zelo e amor a Maria fundando o apostolado mariano “Milícia da Imaculada”. Concluiu os estudos em Roma, onde foi ordenado sacerdote, em 1918, e tomou o nome de Maximiliano Maria. Retornando para sua pátria, lecionou no Seminário franciscano de Cracóvia.

O carisma do apostolado de padre Kolbe foi marcado pelo amor infinito a Maria e pela palavra: imprensa e falada. A partir de 1922, com poucos recursos financeiros, instalou uma tipografia católica, onde editou uma revista mariana, um diário semanal, uma revista mariana infantil e uma revista em latim para sacerdotes. Os números das tiragens dessas edições eram surpreendentes. Mas ele precisava de algo mais, por isso instalou uma emissora de rádio católica. Chegou a estender suas atividades apostólicas até o Japão. O seu objetivo era conquistar o mundo inteiro para Cristo por meio de Maria Imaculada.

Mas teve de voltar para a Polônia e cuidar da direção do seminário e da formação dos novos religiosos quando a Segunda Guerra Mundial estava começando. Em 1939, as tropas nazistas tomaram a Polônia. Padre Kolbe foi preso duas vezes. A última e definitiva foi em fevereiro de 1941, quando foi enviado para o campo de concentração de Auschwitz.

Em agosto de 1941, quando um prisioneiro fugiu do campo, como punição foram sorteados e condenados à morte outros dez prisioneiros. Um deles, Francisco Gajowniczek, começou a chorar e, em alta voz, declarou que tinha mulher e filhos. Padre Kolbe, o prisioneiro n. 16.670, solicitou ao comandante para ir em seu lugar e ele concordou.

Todos os dez, despidos, ficaram numa pequena, úmida e escura cela dos subterrâneos, para morrer de fome e sede. Depois de duas semanas, sobreviviam ainda três com padre Kolbe. Então, foram mortos com uma injeção venenosa, para desocupar o lugar. Era o dia 14 de agosto de 1941.

Foi beatificado em 1971 e canonizado pelo papa João Paulo II em 1982. O dia 14 de agosto foi incluído no calendário litúrgico da Igreja para celebrar são Maximiliano Maria Kolbe, a quem o papa chamou de “padroeiro do nosso difícil século XX”. Na cerimônia de canonização estava presente o sobrevivente Francisco Gajowniczek, dando testemunho do heroísmo daquele que se ofereceu para morrer no seu lugar.

Santa Edith Stein (Tereza Benedita da Cruz)

Fonte: Editora Cléofas

Edith Stein nasceu na cidade de Breslau, Alemanha, no dia 12 de outubro de 1891, em uma próspera família de judeus. Aos dois anos ficou órfã do pai. A mãe e os irmãos mantiveram a situação financeira estável e a educaram dentro da religião judaica.

Desde menina, Edith era brilhante nos estudos e mostrou forte determinação, caráter inabalável, e muita obstinação. Na adolescência viveu uma crise, abandonou a escola, as práticas religiosas e a crença consciente em Deus. Depois, terminou os estudos com graduação máxima, recebendo o título de doutora em fenomenologia, em 1916. A Alemanha só concedeu este título à doze mulheres na última metade do século XX.

Em 1921, ela leu a autobiografia de Santa Teresa dÁvila. Tocada pela luz da fé, se converteu e foi batizada, em 1922. Mas, a mãe e os irmãos nunca compreenderam ou aceitaram sua adesão ao catolicismo. A exceção foi sua irmã Rosa, que se converteu e foi batizada no seio da Igreja, após a morte da mãe, em 1936.

Edith Stein começou a servir a Deus com seus talentos acadêmicos. Lecionou numa escola dominicana, foi conferencista em Instituições Católicas e finalizou como catedrática numa universidade alemã. Em 1933, chegavam ao poder: Hitler e o partido nazista. Todos os professores não-arianos foram demitidos. Por se recusar a sair do país, os superiores da Ordem do Carmelo a aceitaram como noviça. Em 1934, tomou o hábito das carmelitas e o nome religioso de Teresa Benedita da Cruz. A sua família não compareceu à cerimônia.

Quatro anos depois, ela realizou sua profissão solene e perpétua recebeu o definitivo hábito marrom das carmelitas, na época, sua mãe já havia falecido. A perseguição nazista aos judeus alemães se intensificou e Edith foi transferida para o Carmelo de Echt, na Holanda. Um ano depois, sua irmã Rosa foi se juntar a ela neste Carmelo holandês, pois desejava seguir a vida religiosa. Foi aceita no convento, mas permaneceu como irmã leiga carmelita, não pode professar os votos religiosos, o momento era desfavorável aos judeus, mesmo para os convertidos cristãos.

A Segunda Guerra Mundial iniciou e a expansão nazista se alastrou pela Europa e pelo mundo. A Holanda foi invadida e anexada ao Reich Alemão em 1941. A família de Edith Stein se dispersou, alguns emigram e outros desapareceram nos campos de concentração. Os superiores do Carmelo de Echt tentaram transferir Edith e Rosa, para um outro na Suíça. Mas as autoridades civis de lá não facilitaram e a burocracia se arrastou indefinidamente.

Em julho de 1942, publicamente os Bispos holandeses emitiram sua posição formal contra os nazistas e em favor dos judeus. Hitler considerou uma agressão da Igreja Católica local e revidou. Em agosto, dois oficiais nazistas levaram Edith e sua irmã Rosa, do Carmelo de Echt. Neste dia, outros duzentos e quarenta e dois judeus católicos foram deportados para os campos de concentração, como represália do Regime Nazista à mensagem dos Bispos holandeses. As duas irmãs foram levadas em um comboio de carga, junto com outras centenas de judeus e dezenas de convertidos, ao norte da Holanda no campo de Westerbork. Ali, Edith Stein, ou a “freira alemã” como a identificaram os sobreviventes, se diferenciou muito dos outros prisioneiros que se entregaram ao desespero, lamentações ou prostração total. Ela procurava consolar os mais aflitos, levantar o ânimo dos abatidos e cuidar do melhor modo possível, das crianças. Assim ela viveu alguns dias, suportando com doçura, paciência e conformidade a Vontade de Deus, seu intenso sofrimento e dos demais.

No dia 07 de agosto de 1942, Edith Stein, Rosa e centenas de homens, mulheres e crianças, foram de trem para o campo de extermínio de Auschwitz-Birkenau. Dois dias depois, em 09 de agosto, foram mortas na câmara de gás e tiveram seus corpos queimados.

A Irmã carmelita Teresa Benedita da Cruz foi canonizada em Roma, em 1998, pelo Papa João Paulo II, que indicou sua festa para o dia de sua morte. Esta solenidade contou com a presença de personalidades ilustres, civis e religiosos, da Alemanha e Holanda, além de alguns sobreviventes dos campos de concentração que a conheceram e de vários membros da família Stein. No ano seguinte, o mesmo Sumo Pontífice declarou Santa Edith Stein “co-padroeira da Europa”, junto com Santa Brígida e Santa Catarina de Sena.

Outros Santos do mesmo dia: S. Romão, S. Emídio, Ss. Nateu e Felim, B. João de Salerno, B. Cândita Maria de Jesus Cipitria, B. Faustino Oteiza, S. Fermo, B. Florentino Asensio Barroso, B. Mariana Cope, B. Germano de Carcagente, B. Ricardo Bere e S. Romano.

Ano Catequético Nacional

Em 2006, a CNBB, em sua 44ª Assembleia Geral dos Bispos aprovou por unanimidade a realização de um Ano Catequético Nacional para 2009, celebrando o cinquentenário do primeiro Ano Catequético, ocorrido em 1959.

O Ano Catequético não quer ser um evento isolado. Ele está relacionado, entre outros, com os seguintes documentos e eventos:

* Conferência de Aparecida

* Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil

* Campanha da Fraternidade 2009

* 30 anos da Exortação Apostólica de João Paulo II, Catechesi Tradendae

* 30 anos da Conferência de Puebla

* Terceira Semana Brasileira de Catequese

* Sínodo dos Bispos de 2008

* 12º Intereclesial de CEBs

O Ano Catequético Nacional quer despertar em todos os cristãos, catequistas de primeira eucaristia, perseverança, crisma, adultos e portadores de deficiência e demais agentes de pastoral a consciência da importância do amadurecimento na fé, vivida no seio de uma comunidade, empenhada em irradiar a vida em Cristo para toda a sociedade. Quer também acentuar o primado da Palavra de Deus na vida da Igreja, cultivar a dimensão litúrgica da catequese e suscitar em todos os serviços de pastoral a integração e explicitação da dimensão bíblico-catequética inerente a toda e qualquer ação eclesial, na perspectiva da pastoral de conjunto.

Objetivos

O objetivo geral do Ano Catequético Nacional é dar novo impulso à catequese como serviço eclesial e como caminho para o discipulado.

A catequese, começando pela iniciação cristã e chegando a constituir-se em um processo de formação permanente, é caminho de encontro pessoal e comunitário com Jesus Cristo, que é capaz de mudar nossa vida, levar ao engajamento na comunidade eclesial e ao compromisso missionário. Quem se encontra com Ele, põe-se a caminho em direção aos irmãos, à comunidade e à missão. Faz a experiência do discipulado, como seguimento do caminho, pois é neste caminho que Cristo faz o coração arder e o discípulo mergulhar, de modo cada vez mais profundo, nas Escrituras, na liturgia, na teologia, na evangelização e no compromisso pastoral, fruto da experiência do partir o pão.

O 10º Plano de Pastoral da Arquidiocese de São Paulo nos estimula a sermos uma Igreja em estado permanente de missão, na realidade urbana de nossa cidade, onde há grandes desafios e problemas, mas também oportunidades extraordinárias para a ação evangelizadora. A catequese se constitui parte indispensável da missão. A preocupação, o empenho e zelo para com a catequese nos permitem intensificar sua ação missionária que se faz cada vez mais necessária.

Precisamos educar nossa sociedade, tendo presente o princípio da interação fé e vida, para que todos percebam que não estamos sozinhos, pois acreditamos que Deus habita esta cidade e ama o seu povo. É nossa missão fazer esse anúncio e proporcionar a experiência do encontro com Cristo que participa da nossa caminhada. Por meio da catequese seremos sempre mais discípulos missionários de Jesus Cristo.

Conheça a Oração do Ano Catequético


Programação

A abertura do Ano Catequético aconteceu dia 19 abril, com celebração na Catedral da Sé, quando foi entregue simbolicamente uma chama que percorrerá as Regiões da Arquidiocese para ser sinal vivo do Cristo Ressuscitado que ilumina a missão da Igreja. A chama estará nas Regiões Episcopais nos períodos abaixo:

* 19/04 a 17/05 – Região Sé
* 18/05 a 21/06 – Região Belém
* 22/06 a 26/07 – Região Santana
* 27/07 a 30/08 – Região Brasilândia
* 31/08 a 04/10 – Região Lapa
* 05/10 a 08/11 – Região Ipiranga

No dia 30 de agosto, haverá Romaria ao Santuário de Aparecida, com missa celebrada às 10h.

O encerramento do Ano Catequético será dia 22 de novembro nas paróquias.

10º Plano de Pastoral para ser Igreja missionária

Válido entre 2009 e 2012, documento orienta para renovação das estruturas eclesiais, a partir da conversão pastoral e do testemunho dos discípulos que tiveram um encontro pessoal com Cristo

Missão Pastoral – SERVIR a Cristo, especialmente nos pobres e nos sofredores

Missão PastoralEm relação à pessoa
– incentivar para a prática constante da caridade pessoal e das obras de misericórdia;
– acolher e orientar as pessoas, com delicadeza e caridade;
– dar atenção às necessidades básicas de saúde, trabalho, educação, moradia, alimentação;
– atuar na área da educação;
– formar para a capacidade crítica;
– oferecer serviços de terapia e aconselhamento.

Em relação à comunidade

– promover, à luz da opção pelos pobres, o serviço da caridade e da solidariedade, nas dimensões da assistência social, da promoção humana e da transformação da sociedade;
– educar para o relacionamento solidário e fraterno;
– valorizar e defender a família;
– atender à população carente e aos núcleos de convivência, tais como albergues, pensões e cortiços;
– oferecer atendimento de profissionais (médicos, dentistas, psicólogos, advogados);
– manter centros de referência para a terceira idade, balcão de empregos, esportes, projetos de músicas, biblioteca comunitária, capoeira, creches e centros de juventude.

Em relação à sociedade

– servir a sociedade, qualificando para o trabalho social e político;
– conhecer e estudar documentos sociais da CNBB;
– realizar cursos para aprofundar a Doutrina Social da Igreja;
– formar para a cidadania e participar na sensibilização e lutas em favor da cidadania;
– formar para a Pastoral Fé e Política;
– despertar, incentivar e organizar o trabalho voluntário;
– animar e investir nas pastorais sociais em cada paróquia e comunidade;
– articular os serviços sociais das paróquias, comunidades, entidades, escolas, universidades e hospitais;
– fortalecer o Fórum das Pastorais Sociais nos vários níveis da organização da Arquidiocese;
– participar das conferências, comissões, conselhos e outras instâncias democráticas, fazendo-se presente nos processos decisórios e de controle social da sociedade;
– envolver-se na elaboração e concretização de políticas públicas e monitoramento das ações do Estado;
– realizar a Semana Social ou de Fé e Compromisso Social;
– assumir as Campanhas da Fraternidade como instrumento da evangelização;
– defender o meio ambiente;
– apoiar a criação de um Conselho Municipal de Segurança Alimentar;
– incentivar às cooperativas formadas pela população de rua, à economia solidária e a projetos de geração de renda;
– conhecer e buscar apoio da Cáritas Arquidiocesana e das regiões episcopais.

DESTAQUES

– serviço aos migrantes e imigrantes;
– aos moradores de rua;
– aos doentes e enfermos;
– aos dependentes químicos;
– aos detentos, egressos e suas famílias;
– à população indígena;
– defender a vida não nascida, das crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social, dos jovens, idosos e da população indígena.

Missão Profética – ANUNCIAR a Palavra de Deus e formar novos discípulos-missionários

Missão ProféticaEm relação à pessoa

– anunciar pessoalmente a palavra de Deus ao doente, ao encarcerado, ao sofredor, ao jovem;
– ajudar a criar o hábito de leitura diária da Bíblia;
– preparar a comunidade para que possa colaborar com o sacerdote na missão de anunciar o Evangelho.

Em relação à comunidade

– ter linguagem simples, clara e objetiva para evangelizar;
– proclamar a palavra de Deus em todos os momentos da vida da comunidade: nascimentos, celebrações, velórios, preparação e administração dos sacramentos, festas e comemorações;
– motivar para leitura e estudo da Bíblia;
– organizar cursos bíblicos;
– utilizar leitura orante da Bíblia;
– investir nas escolas da Palavra;
– motivar a participação em cursos de teologia para leigos.

Em relação à sociedade

– promover ações litúrgicas que unam a fé e a vida, considerando espaços de trabalho, moradia, saúde, educação e lazer;
– trazer a realidade para as celebrações (epidemias, violência, fome, dia do bairro, festas, dias cívicos);
– visitar famílias, prédios, escolas, fábricas, hospitais, prisões, unidades de internação, albergues, abrigos, fundações;
– testemunhar o Cristo nos espaços de trabalho, moradia e lazer;
– garantir presença católica nas atividades técnicas e profissionais, com competência;
– formar grupos de reflexão para evangelizar o “mundo do trabalho”;
– assumir com mais empenho os meios de comunicação social como instrumentos da ação evangelizadora, com especial atenção aos veículos de comunicação próprios da Arquidiocese (O SÃO PAULO, rádio “9 de Julho”, site e folheto “Povo de Deus”);
– estimular a capacidade crítica, diante da manipulação da opinião pública pela mídia;
– promover iniciativas pela democratização da informação;
– utilizar os recursos da internet e contra seu mau uso;
– investir na formação de comunicadores;
– incentivar a pastoral da Comunicação nas várias instâncias da Arquidiocese.

DESTAQUES

– preparar para a proclamação da Palavra por meio de cursos e uso de subsídios e roteiros homiléticos;
– incentivar o dia semanal da palavra de Deus nas paróquias e comunidades, com celebrações, círculos bíblicos, estudos da Palavra, grupos de rua e prédios;
– atender à piedade e à religiosidade popular;
– realizar campanhas para que todos os católicos tenham a Bíblia;
– acolher e estudar as orientações do Sínodo sobre a palavra de Deus;
– evangelizar nos círculos bíblicos, grupos de rua e prédios;
– acentuar nos que fazem catequizandos o conhecimento da vocação batismal;
– assumir o Diretório Nacional de Catequese.

Missão Sacerdotal – CELEBRAR e SANTIFICAR a vida das pessoas na comunidade e na cidade

Missão SacerdotalEm relação à pessoa

– valorizar a confissão sacramental, com horários adequados para atender o povo;
– motivar e formar para a vida sacramental, de santidade e eclesial;
– estimular a participação nas celebrações, especialmente no domingo;
– orientar para uma vida de oração.

Em relação à comunidade

– preparar e celebrar todos os sacramentos com a participação da comunidade, em espírito de acolhida;
– organizar momentos de oração comunitária, no espírito e metodologia da leitura orante da Bíblia;
– realizar retiros e encontros de espiritualidade e oração;
– celebrar diariamente a Eucaristia nas paróquias e, sempre que o possível, nas comunidades;
– envolver mais os homens e os jovens na liturgia;
– valorizar a liturgia na vida das famílias;
– motivar a participação da comunidade em momentos fortes do bairro, com abertura para o ecumenismo;
– valorizar as exéquias e novenas de Natal;
– celebrar nos círculos bíblicos, grupos de rua e prédios;
– manter as igrejas abertas todos os dias com acolhida e atendimento espiritual;
– adequar horários de atendimento e de celebrações ao público, sobretudo à noite;
– valorizar a piedade e a religiosidade popular;
– dar ênfase à dimensão catequética da liturgia.

Em relação à sociedade

– preparar celebrações litúrgicas que unam a fé à vida;
– considerar os espaços de trabalho, moradia, saúde, educação e lazer, e trazer a realidade do povo, da cidade, do país e do mundo para as celebrações.

DESTAQUES

– domingo como o dia do Senhor;
– refletir sobre qual o sentido e a importância do Dia do Senhor (domingo) e quais são os meios para santificá-lo;
– celebração dominical da palavra de Deus, inclusive com ministros leigos;
– aprofundar a doutrina da Eucaristia;
– pastoral dominical – repensar as estruturas das paróquias e comunidades para que, no domingo, sejam oferecidos serviços de atendimento aos fiéis, despertar a comunidade para o voluntariado, que colaborará com os atendimentos dominicais;
– Homilia – apresentar a palavra de Deus com empenho e sabedoria, mantendo a relação com a vida da comunidade e da cidade;
– habilidade comunicativa – linguagem clara e postura adequada;
– observação das normas litúrgicas.

Ilustrações de Gabriel de Souza – O São Paulo – Edição Especial