D. Luciano Mendes de Almeida

Celebração das oficinas temáticas do Congresso de Leigos

No próximo sábado, dia 28, as regiões episcopais fazem a celebração das oficinas temáticas do Congresso de Leigos da Arquidiocese de São Paulo. Na Região Belém, estão convidados todos os participantes das oficinas realizadas desde junho. A celebração acontece no Colégio Santa Isabel (R. Geraldo Correia, 351 – Vila Santa Isabel). Veja nos avisos da semana:

Arquidiocese de São Paulo celebra missa de 7º dia em memória de Zilda Arns

Zilda Arns. Qualquer homenagem é pouco. Ela realizou muito pelos menores dos irmãos de Jesus. No anúncio de seu falecimento, a Arquidiocese de São Paulo, naquele momento representada pelo Padre Julio, respondeu prontamente.

Neste dia 18 a missa de sétimo dia, presidida por Dom Tomé Ferreira da Silva e concelebrada pelo bispo de Franca, Dom Pedro Luiz Stringhini, e também por muitos padres, incluindo o nosso querido Pe. Julio.

A Catedral da Sé estava lotada com muitos agentes da Pastoral da Criança e também da Pastoral da Pessoa Idosa. O povo veio de todas as regiões da cidade. Da nossa comunidade, apesar de tanta gente, conseguimos ver a Deolinda e a Dirá, da Pastoral da Criança. Estavam lá, ainda, a Cândida, a Rinalda e o Mário. Alguns representantes eleitos da população, como a deputada Luiza Erundina, a vice-prefeita Alda Marco Antonio e prefeito Gilberto Kassab, dentre outros, igualmente estavam rezando pela Dra. Zilda e pelos militares brasileiros e por tantos que pereceram no Haiti.

Missa de 7º dia de falecimento da Dra. Zilda Arns

Missa de 7º dia de falecimento da Dra. Zilda Arns

Dom Pedro Luiz fez uma homilia tocante, resgatando também a importância de todo o trabalho e da vida da Dra. Zilda Arns.

O prefeito saudou individualmente os bispos presentes, o monsenhor Walter Caldeira e também o Pe. Julio Lancellotti. Falou com ênfase sobre a importância da Dra. Zilda Arns Neumann para os 11 milhões dessa cidade de São Paulo, asseverando que o trabalho dela deve continuar.

Missa de 7º dia de falecimento da Dra. Zilda Arns

Missa de 7º dia de falecimento da Dra. Zilda Arns

Dom Odilo Scherer, do Vaticano, enviou uma carta a toda Arquidiocese, que foi lida na missa e dela transcrevemos em parte:

Tragédia na tragédia, também Dra. Zilda Arns Neumann, irmã do nosso estimado Cardeal Dom Paulo, fundadora e, por muitos anos, coordenadora nacional e internacional da Pastoral da Criança e, agora, também da Pessoa Idosa, perdeu a vida no terremoto. Encontrava-se no Haiti em missão, para estimular os religiosos a organizarem e dinamizarem a Pastoral da Criança naquele país, onde há muita necessidade desta iniciativa de solidariedade social. Ela perdeu a vida junto com tantas mães e crianças pobres, a quem queria, justamente, levar socorro e solidariedade, para que vivessem melhor.

Dra. Zilda era uma mulher de fé. Cultivava a sua mística na participação da missa, na oração e na sua participação responsável na vida e na missão da Igreja. Foi uma discípula missionária de Jesus Cristo. Movida por esta sua fé e ouvindo a Palavra de Deus e da Igreja, foi que ela se entregou, com todas as suas capacidades e a energia própria de sua personalidade, a esse trabalho social tão valioso, voltado para a maternidade e a sua infância pobre, “para que todos tivessem vida em abundância”.

Que Deus recompense Dona Zilda; que ela possa ouvir estas palavras confortadoras de Jesus, que teve um amor de predileção pelas crianças: “Tudo o que fizeste a um desses pequeninos, foi a mim que o fizeste. Agora vem participar da alegria do teu Senhor!” (cf. Mt 25). E que a Pastoral da Criança continue a produzir muitos frutos! O exemplo da Dra. Zilda, uma cristã leiga, inspire a muitos outros leigos a fazerem como ela: vivendo com convicção e alegria a própria fé, colocar os dons recebidos a serviço da vida e da esperança do próximo.

Terminada a missa, já reunido com algumas pessoas da Comunidade São Miguel Arcanjo e da Pastoral da Criança, com toda a emoção do momento, o Padre Júlio expressou que Dom Luciano Mendes de Almeida, na sua santidade, recebeu a Dra. Zilda Arns no Céu.

Região Belém faz homenagem a D. Luciano

Representantes de diversos grupos e comunidades participaram da missa em memória de D. Luciano Mendes de Almeida dia 27 de agosto, quando se completaram três anos de sua morte. A celebração na igreja Cristo Rei, no Tatuapé, foi presidida por D. Pedro Luiz Stringhini, bispo regional – veja a homilia:

Ao final da cerimônia, ao som do mantra “Deus é bom”, houve novas homenagens a D. Luciano:

D. Helder, D. Luciano

Neste 27 de agosto fazemos memória dos 10 anos do falecimento de D. Helder Camara e 3 anos do falecimento de D. Luciano Mendes de Almeida.

Dois arcebispos eminentes, dois cristãos convictos, dois seres humanos que dignificam a humanidade pela grandeza e humildade no serviço aos pobres e pequenos. Bispos dos esquecidos, viveram pobres a serviço dos pobres!

Quem conviveu com eles teve o privilégio de conhecer a beleza do Amor e da misericórdia de DEUS.

D. Luciano Mendes de Almeida

D. Luciano Mendes de Almeida

D. Helder Camara

D. Helder Camara

Celebrar a memória de tão grandes seres humanos, ornados pela simplicidade, profecia e verdade é comprometer-se no discipulado missionário do Senhor JESUS.

Saudades é o que sentimos, que falta nos fazem, como é bom recordar de suas vidas e pricipalmente ter presente a força profética de suas palavras, com força e ternura de quem confia e nunca perde a esperança.

Sem dúvida os dois eminentes arcebispos, amigos e irmãos dos fracos e excluídos santificaram-se na alegria e na dor de servirem sem limites.

D. Helder, D. Luciano, orem por nós, nos ajudem a sermos sempre fiéis ao SENHOR JESUS!


A Região Belém celebrou missa em memória de D. Luciano na quinta-feira, 27 de agosto, na igreja Cristo Rei, no Tatuapé. A cerimônia foi presidida pelo bispo regional D. Pedro Luiz Stringhini. Veja a homilia:

O Centro Pe. Ezequiel Ramin precisa da sua ajuda

Há 23 anos, D. Luciano Mendes de Almeida inaugurou o Centro de Defesa dos Direitos Humanos Pe. Ezequiel Ramin que atua na defesa da vida e dos direitos humanos em nossa cidade.

O Centro de Defesa participou na elaboração e implantação do Estatuto da Criança e do Adolescente, na execução de medidas sócio-educativas em meio aberto, além da fiscalização da privação de liberdade.

Atualmente atua com destaque na área da infância e adolescência no Fórum das Varas Especiais, de jovens em conflito com a Lei , atendendo, em parceria com a Defensoria Pública, com a participação da Fundação Casa, Universidade São Judas e Secretaria Especial de Direitos Humanos, cerca de 800 jovens e famílias por mês.

O projeto visa garantir o direito de ampla defesa aos jovens em conflito com a lei e esclarecer esses jovens e familiares sobre o processo das oitivas informais. Tem como metas humanizar o atendimento, reduzir o número de internações provisórias e aumentar as medidas em meio aberto.

O Centro de Defesa precisa de ajuda para dar continuidade a esse importante trabalho para a cidade e manter firme a memória do Pe. Ezequiel Ramin e sua caminhada em Defesa da VIDA!

Abaixo e ao longo do vídeo disponibilizamos o número da conta para quem puder fazer doações:

CDDH Pe. Ezequiel Ramin
Banco: Nossa Caixa
Agência: 1235-1
Conta corrente: 04000159-1

Casa do Povo da Rua dá assistência aos que vivem nas ruas de Fortaleza (CE)

Fortaleza – Adital – “O Senhor é meu Pastor e nada me faltará”. É com base no versículo inicial do conhecido Salmo 23 que moradores em situação de rua da capital cearense buscam abrigo e auxílio na “Casa do Povo da Rua Dom Luciano Mendes”, localizada na Rua Coronel Ferraz, 222, em Fortaleza (CE). Inaugurado em junho de 2008 o espaço foi cedido pela Arquidiocese de Fortaleza para a Pastoral do Povo de Rua, em razão da necessidade que eles sentiam em ter um local para atender melhor as pessoas em situação de moradia ou trabalho de rua.

Segundo o padre Lino Allegri, membro da Pastoral do Povo de Rua de Fortaleza, por dia, a casa recebe em média 50 pessoas. O local funciona de segunda a sexta das 14h às 17h30 e atende necessidades básicas como banho, lavagem de roupa e espaço para descanso temporário. Embora a Pastoral do Povo de Rua comemore a aquisição do local, a limitação física da casa e dos recursos financeiros não permitem um atendimento mais amplo. Por este motivo, a Pastoral divulga o serviço apenas nas visitas que faz às pessoas na rua.

Padre Lino ressalta que o maior objetivo é ser um ponto de referência e oferecer auxílio para que essas pessoas encontrem documentos perdidos e recebam orientação jurídica caso necessitem. “Estes são serviços que ajudam essas pessoas a conquistarem seus direitos e sua dignidade”, reflete o padre.

Atualmente, o espaço oferece algumas oficinas como ‘música’, ‘exibição de filme seguido de debate’, além de reunião para discutir políticas públicas e serviço público e, a cada quinze dias, há celebração eucarística. Mesmo sendo um serviço ligado à Igreja Católica, Padre Lino ressalta que a Casa não tem o intuito de captar pessoas para a igreja e nem obriga os atendidos a participarem das atividades.

O público que busca os serviços da Casa é formado por pessoas com idade entre 20 e 40 anos, sendo a maioria homens. Muitos deles trabalham nas ruas como flanelinhas ou lavadores de carros. “Infelizmente alguns são envolvidos com drogas ou atividades ilícitas”, lamenta Allegri. O padre informa ainda, que a maior parte desses moradores de rua tem uma história parecida. De acordo com ele, quase todos têm sérios problemas com suas famílias. Quando é possível a Pastoral faz contato com a família, mas nem sempre dá, pois alguns cortaram os laços com seus familiares.

Seminaristas, noviças, padres e freiras compõem mais da metade dos trabalhadores que desenvolvem as atividades da Casa Dom Luciano, mas pessoas da comunidade também podem contribuir nos cuidados do ambiente, nas visitas de rua ou nas oficinas. Para quem quiser ajudar nos serviços da Pastoral do Povo de Rua, sobretudo na Casa, Padre Lino esclarece que apenas não recebem doações de roupas nem de alimentos da cesta básica. Mas, sempre que podem, oferecem lanche, por isso, a única doação que aceitam é de biscoito, sucos ou pães para o preparo da merenda. “Não temos a pretensão de ser assistencialistas”, ressalta o padre, explicando por que não doam roupas nem cestas básicas.

Neste mês de Julho a Casa está fechada para reforma. “Estamos reformando os banheiros que é o local mais usado da casa”, informa padre Lino. Mas no início de Agosto, o abrigo estará novamente disponível para atender a essa população que tanto necessita de apoio e ajuda.