partilha

VÍDEO: Homilia do Pe. Julio em 08/11/2015 – 32º Domingo do Tempo Comum

VÍDEO: Homilia do Pe. Julio em 08/11/2015 – 32º Domingo do Tempo Comum

Assista à reflexão do Pe. Julio Lancellotti no 32º Domingo do Tempo Comum, celebrado em 08/11/2015, Dia Nacional da Juventude. A liturgia apresenta no Livro dos Reis o caso de uma viúva que passava por muita dificuldade, mas supera a miséria com a partilha, como conta o profeta Elias.

No Evangelho, Jesus critica duramente os doutores da lei. No templo, ele observa as pessoas que dão esmolas e destaca com ironia uma viúva pobre que doa duas moedas, tudo o que possuía.

Gravação realizada na missa das 10h na capela da Universidade São Judas Tadeu, em São Paulo.

VÍDEO: Homilia do Pe. Julio na “cracolândia” em 26/07/2015

Assista à reflexão do Pe. Julio Lancellotti na missa celebrada na chamada “cracolândia” na região central de São Paulo em 26/07/2015. Nesse dia, 17º Domingo do Tempo Comum, o Evangelho conta a passagem em que Jesus partilha cinco pães e dois peixes com cinco mil pessoas, episódio que ficou conhecido como “multiplicação dos pães”.

Gravação feita na missa das 15h.

VÍDEO: Homilia do Pe. Julio sobre a multiplicação dos pães

Na passagem do Evangelho conhecida como “multiplicação dos pães e dos peixes”, Jesus se afasta da cidade, símbolo do poder que oprime e onde João Batista foi assassinado, e é seguido pela multidão. Quando o dia chega ao fim, ele pede aos discípulos para “dar vós mesmos de comer”. Ao partilhar os pães e peixes, todos ficam saciados.

Entenda melhor o significado dessa leitura assistindo à homilia do Pe. Julio Lancellotti no 18º Domingo do Tempo Comum, celebrado em 03/08/2014:

Gravação realizada na missa das 18h na igreja São Miguel Arcanjo, em São Paulo.

Belém: Terra do Pão

Dom Demétrio Valentini

Estamos chegando ao Natal de 2013. É o primeiro sob o Papa Francisco. Ainda temos bem presente o impacto positivo, causado no final do conclave, com a dupla surpresa: a escolha de um cardeal que ninguém imaginava, junto com a escolha do nome Francisco.

Esta dupla surpresa abriu logo um amplo espaço de projeção de expectativas, que foram se confirmando. Como o Francisco de Assis, o agora “Francisco de Roma” também se defronta com o desafio de renovar a Igreja de Cristo, e de retornar à vivência dos valores evangélicos.

Foi dentro deste contexto, que São Francisco teve a ideia de celebrar o Natal reproduzindo o cenário de Belém, de onde resultou o “presépio”, que acabou entrando na tradição cristã. Hoje não se celebra o Natal, sem um presépio, por simples que seja.

Pois bem, estas circunstâncias nos chamam a atenção para conferir como vai ser este Natal, com um nome que sintetiza bem dois personagens, colocados a serviço da missão de Cristo e da Igreja, o Francisco de Assis e o Francisco de Roma.

Em vista desta sintonia de duas figuras simbolizando os mesmos valores, a Diocese de Jales elaborou sua novena propondo um “Natal com Francisco”.

O “presépio” é fácil de fazer. O mais desafiador é sintonizar com os objetivos que o novo papa vem nos propondo, com surpreendente objetividade e impressionante firmeza.

Uma iniciativa, que encontra respaldo no contexto do Natal, é a campanha contra a fome no mundo, lançada pela Cáritas, e recomendada com particular insistência pelo Papa Francisco.

Assumindo esta iniciativa concreta, em tempos ainda de definição do seu pontificado, resulta clara a intenção de fazer desta campanha contra a fome a inspiração para a Igreja se voltar para a sociedade, e abraçar suas causas importantes.

A fome é expressão da necessidade mais premente de toda pessoa humana. Todos temos absoluta necessidade de comer, para viver. A fome se torna símbolo das necessidades, que precisam ser atendidas para garantir um mínimo de dignidade humana.

O bispo emérito de São Félix do Araguaia, Dom Pedro Casaldáliga, referindo-se ao debate sobre valores relativos e valores absolutos, com sua verve costumeira sentenciou: “só Deus é absoluto, e a fome!”

Concordamos com Dom Pedro, se entendemos que a fome dispensa qualquer discussão ou justificativa. Ela precisa ser atendida, e não pode esperar.

Nestes dias de Natal nos encantamos com os gestos proféticos do Papa Francisco, aproximando-se dos mendigos de Roma.

Estes gestos sinalizam o compromisso do combate à fome, que precisa ser colocado de maneira absoluta, pela Igreja e pela sociedade. Até o nome da cidade onde Jesus nasceu lembra o alimento mais necessário e mais universal.

Belém significa “terra do pão”. Que o Natal nos ensine de novo o gesto da partilha do pão, como fez Jesus, saciando as multidões. Assim o Natal será, certamente, mais feliz, para todos!

13 de junho: Santo Antonio, o “santo casamenteiro”?

Quinta-feira, 13 de junho, é dia de Santo Antonio, que ficou popularmente conhecido como “santo casamenteiro” – mas será que essa fama corresponde à realidade? Veja nos avisos da semana a explicação do Pe. Julio Lancellotti sobre o significado desse santo na história:

Gravação realizada no final da missa das 10h na capela da Universidade São Judas Tadeu.

Papa alerta para drama da fome na Somália

O Papa Bento XVI alertou hoje para a situação de fome no chamado Chifre da África, no leste do continente, afirmando que ninguém pode ficar “indiferente” diante da ameaça que paira sobre milhões de pessoas.

O Papa falou aos peregrinos reunidos em Castel Gandolfo, nos arredores de Roma, para a recitação da oração do Angelus, lembrando os “tantos irmãos e irmãs que nestes dias, no Chifre da África, sofrem as dramáticas consequências da fome, agravadas pela guerra e pela falta de instituições sólidas”.

“No Evangelho de hoje, ouvimos o milagre da multiplicação dos pães, com os quais o Senhor Jesus alimenta uma multidão faminta. Não se trata de uma receita útil para alimentar os povos do mundo ou para resolver o drama da fome. Lembra-nos que não se pode ficar indiferente à tragédia da fome e da sede, encoraja-nos a dar de comer a quem precisa e repartir o pão com os necessitados”, sublinhou.

“Seguindo Cristo, devemos ser sensíveis à pobreza dos povos”, disse ainda.

Mais de 12 milhões de pessoas correm risco de morrer de fome, devido à pior seca dos últimos 60 anos na região da Somália, do Quénia, da Etiópia, do Djibuti, do Sudão e do Uganda.

“Confiemos à Virgem Maria a nossa oração, para que abra o nosso coração para a compaixão com o próximo e a partilha fraterna”, disse Bento XVI.

Em francês, o Papa destacou “quanto são importantes a água e o pão para cada ser humano” e falou na responsabilidade de cada ser humano em “fazer tudo o que for possível para ir em auxílio dos que sofrem de fome e sede”.

“A tarefa é imensa. Neste tempo de férias (na Europa), não esqueçamos os outros e não tenhamos medo de abrir as nossas mãos e os nossos corações para ajudar todos os que estão em situação de necessidade”, concluiu.

A Compaixão que partilha, sacia e faz viver!

httpv://www.youtube.com/watch?v=OAPd1D6K7vI

O Evangelho do 18º domingo do Tempo Comum nos leva a considerar a Compaixão de Jesus pelo povo sofrido e explorado que afaste-se do centros de poder e busca encontrar vida com dignidade.

O Pe Jacir de Freitas Faria nos diz: “A multiplicação dos pães quer nos ensinar que, se partilhamos, ninguém mais vai ter necessidade. Nisso reside o milagre. A comunidade é chamada a não ficar parada,mas ir além. Deus não quer a pobreza, mas a igualdade social. Um dos grandes males que assolam o ser humano é o desejo incontrolável de ter para ostentar o poder da posse. A felicidade não está no ter, mas no ser e nas relações. O Livro de Eclesiastes nos ensina que a felicade é comer e beber, desfrutando do produto do próprio trabalho.”

Celebrar a Eucaristia é compromisso de partilha que supera a acumulação e nos educa, partilhando o mesmo pão, a sermos pessoas de partilha e solidariedade que vence o egoísmo e o individualismo pelo amor.

A atitude de Jesus nascida de sua compaixão nos diz: Dai-lhe vós mesmos de comer.
A resposta é sempre a mesma: o que temos não é suficiente.
Jesus insiste e a partir de um povo numeroso e organizado e do pouco que se tem pede para que haja distribuição.

Distribuir, partilhar é o milagre que sacia e faz viver!

O Pão guardado endurece e o pão repartido tem gosto de Amor!!