Dia Nacional da Juventude

Crescer na Fé, evangelizando os jovens

Dom Edmar Peron

A celebração do Dia Nacional da Juventude foi um encontro bonito, marcado pela alegria da juventude. Penso que é importante retomar a homilia do Papa Francisco na missa de conclusão da Jornada Mundial da Juventude 2013, dirigida a toda a Igreja, mas especialmente aos jovens: “Sabem qual é o melhor instrumento para evangelizar os jovens? Outro jovem! Este é o caminho a ser percorrido por vocês!” Eis alguns trechos daquela homilia.

«Vão e façam discípulos entre todas as nações». Com estas palavras, Jesus se dirige a cada um de vocês, […]. Jesus lhe chama a ser um discípulo em missão! […] A fé é uma chama que se faz tanto mais viva quanto mais é partilhada, transmitida, para que todos possam conhecer, amar e professar que Jesus Cristo é o Senhor da vida e da história (cf. Rm 10,9).

Mas, atenção! Jesus não disse: se vocês quiserem, se tiverem tempo, vão; […] É uma ordem [que] nasce da força do amor, do fato que Jesus foi quem veio primeiro para junto de nós e não nos deu somente um pouco de Si, mas se deu por inteiro, Ele deu a sua vida para nos salvar e mostrar o amor e a misericórdia de Deus. Jesus não somente nos envia, mas nos acompanha, está sempre junto de nós nesta missão de amor.

Para onde Jesus nos manda? Não há fronteiras: envia-nos para todas as pessoas. O Evangelho é para todos, e não apenas para alguns. […]. Não tenham medo de ir e levar Cristo para todos os ambientes, até as periferias existenciais, incluindo quem parece mais distante, mais indiferente. O Senhor procura a todos, quer que todos sintam o calor da sua misericórdia e do seu amor.

De forma especial, queria que este mandato de Cristo -“Ide – Vão” – ressoasse em vocês, jovens […]. A Igreja precisa de vocês, do entusiasmo, da criatividade e da alegria que lhes caracterizam! Um grande apóstolo do Brasil, José de Anchieta, partiu em missão quando tinha apenas dezenove anos! Sabem qual é o melhor instrumento para evangelizar os jovens? Outro jovem! Este é o caminho a ser percorrido por vocês!

Alguém poderia pensar: «Eu não tenho nenhuma preparação especial, como é que posso ir e anunciar o Evangelho»? […] Deus responde a vocês com as mesmas palavras dirigidas a Jeremias: «Não tenhas medo… pois estou contigo para defender-te» (Jr 1,8). Deus está conosco! «Não tenham medo!» Quando vamos anunciar Cristo, Ele mesmo vai à nossa frente e nos guia. Ao enviar os seus discípulos em missão, Jesus prometeu: «Eu estou com vocês todos os dias» (Mt 28,20). E isto é verdade também para nós! Jesus nunca deixa ninguém sozinho! Sempre nos acompanha.”

Por fim, retomemos as três palavras que caracterizaram toda a sua homilia: “Vão, sem medo, para servir. Seguindo estas três palavras, vocês experimentarão que quem evangeliza é evangelizado, quem transmite a alegria da fé, recebe mais alegria”.

+ Edmar Peron,
Bispo Auxiliar da Arquidiocese de São Paulo
Vigário Episcopal para a Região Belém

Carta pela evangelização dos jovens no Brasil

O presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude da CNBB, dom Eduardo Pinheiro da Silva, enviou carta aos padres e responsáveis pela evangelização da juventude no Brasil. No texto, o bispo deseja que o Dia Nacional da Juventude (DNJ), a ser celebrado no final deste mês missionário, atinja o maior número possível de adolescentes e jovens.

Evangelização dos jovens no Brasil

Confira o texto na íntegra:

Caros párocos e demais responsáveis pela evangelização da juventude no Brasil.

“Educá-los na missão, a sair, a pôr-se em marcha, a estar sempre nas ruas pela fé. Assim fez Jesus com seus discípulos: não os manteve apegados a Ele como a galinha aos pintinhos; os enviou. […] Empurremos os jovens para que saiam.”
(Francisco, 27/07/2013)

Chegou, mais uma vez, o “Mês Missionário”. Já é tradição dedicarmos este mês à reflexão sobre esta dimensão que faz parte de nossa vida cristã. Nenhum cristão pode abrir mão de ser missionário, uma vez que esta realidade é intrínseca ao Batismo. Podemos atuar missionariamente de maneiras diferentes, mas todos acolhem o mesmo mandato de Jesus Cristo: “Ide e fazei discípulos entre todas as nações” (Mt 28, 19).

Há tempo estou percebendo – e me alegrando! – que os conceitos “missão” e “missionário” vêm sendo acolhidos normalmente pelas novas gerações. “Ser missionário” ou “fazer missão” ou algo deste gênero, já não remete mais à ideia exclusiva dos louváveis missionários e missionárias, quase sempre sacerdotes e consagrados, que se deslocavam de terras estrangeiras para conviver e servir à evangelização em nosso país, principalmente nos lugares mais desafiadores. Hoje, com muita naturalidade, os jovens estão se apropriando destes termos e buscando formas novas de fazerem valer esta sua vocação batismal. Isto é maravilhoso! Saibamos valorizar esta realidade para que eles possam, ali onde vivem, testemunhar mais fortemente ao mundo a gratuidade do serviço em prol dos mais desfavorecidos, sofredores e esquecidos de nossa realidade.

Na JMJ Rio 2013 nossos jovens foram, de maneira intensa e celebrativa, provocados a entenderem e vivenciarem este chamado. Certamente voltaram para suas casas, comunidades, grupos, paróquias, escolas, animados em fazer valer o que o Papa Francisco soube tão bem motivar. E agora nos vem uma dúvida: o que eles estão encontrando em nossos ambientes? Não basta Jesus Cristo enviar estes seus jovens discípulos, nem o Papa motivá-los à missão se eles não forem colocados em situação de desenvolvimento deste mandato. Há muita energia de amor e serviço concentrada no coração e nos sonhos dos jovens, aguardando ocasiões propícias para sua propagação. A fala do Papa na Catedral do Rio foi muito direta aos adultos, evangelizadores e educadores da juventude: cabe a nós a responsabilidade de educar os jovens para a missão, empurrando-os às ruas para que sejam protagonistas de uma nova história, a partir da fé em Jesus Cristo e de sua vivência eclesial.

Como obedecer ao Sucessor de Pedro, concretizando isto que ele nos pede?  Estamos no fim do “Ano da Juventude” e do “Ano da Fé”. Esta bonita coincidência é, para nós brasileiros, provocação de Deus a um trabalho mais consistente e criativo para que os jovens, convictos e formados à luz da fé, se tornem profetas proativos na realidade sociocultural em que se encontram. Assim, não percamos o precioso momento das nossas Assembleias e Reuniões de avaliação e planejamento que acontecem normalmente agora, por exemplo, em nossas Paróquias, Dioceses, Regionais, Pastorais, Congregações Religiosas, Movimentos para operacionalizarmos algumas das propostas contempladas no Texto-base da Campanha da Fraternidade 2013 e, principalmente, nas 8 Linhas de Ação do Documento 85, “Evangelização da Juventude – Desafios e Perspectivas Pastorais”. Ali encontramos uma riqueza imensa de reflexões e sugestões que, acrescida a este contexto juvenil pelo qual estamos passando, proporcionarão novos tempos aos nossos jovens, às nossas comunidades, à sociedade.

As celebrações litúrgicas deste mês, embelezadas pela comemoração de grandes apóstolos, evangelistas, santos e santas se tornam, também, ocasião propícia para apresentar aos jovens, de maneira criativa, estes testemunhos missionários.  Santa Terezinha do Menino Jesus – Padroeira das Missões – aumente em nós a consciência missionária de nossa vida cristã! São Francisco de Assis – Protetor dos Desamparados – nos ajude a crescer na sensibilidade e nos gestos concretos de amor junto aos mais abandonados de nossos ambientes!

Nossa Senhora Aparecida – Mãe amada do Brasil – interceda pela nossa conversão pastoral a favor da cultura da acolhida às juventudes que estão ao nosso redor! Que o DNJ (Dia Nacional da Juventude) a ser celebrado no final deste mês missionário atinja o maior número possível de adolescentes e jovens que estão sob sua responsabilidade, para que neles sejam fortalecidos os nobres sonhos de Deus de vida plena para todo seu povo.

Com estima e orações,

Dom Eduardo Pinheiro da Silva, sdb
Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude da CNBB

Fonte: CNBB

Dia Nacional da Juventude 2013

O Setor Juventude da Arquidiocese de São Paulo convida todos a participar do Dia Nacional da Juventude – DNJ, dia 20/10, domingo, das 13h30 às 17h. A programação será iniciada no Pátio do Colégio. Haverá apresentações artísticas e reflexões feitas a partir do tema do DNJ; peregrinação à Catedral da Sé e Celebração Eucarística presidida cardeal dom Odilo Pedro Scherer, arcebispo metropolitano.

O DNJ deste tem como tema: “Juventude e Missão” e o lema: “Jovem: levante-se, seja fermento!”.

A proposta do DNJ dará continuidade às temáticas da JMJ Rio 2013, do “Ano da Fé” e da Campanha da Fraternidade deste ano, chamando a atenção para a formação de discípulos-missionários de Jesus Cristo em meio à juventude.

Em carta enviada aos Párocos, Vigários e Administradores Paroquiais, dom Tarcísio Scaramussa, bispo auxiliar da arquidiocese de São Paulo e referencial para o Setor Juventude, pede a colaboração de todos na divulgação e que motivem os jovens a participar. Também diz que é importante que os coordenadores de grupos de jovens e catequistas de crisma reflitam com os jovens o tema do DNJ.

Sendo atividade permanente do Setor Juventude da CNBB, o DNJ é um momento forte de celebração, de sentido de pertença dos jovens à Igreja e de sua visibilidade na sociedade. Em todo o Brasil, inúmeras manifestações serão promovidas através do Dia Nacional da Juventude.

Mais informações poderão ser obtidas no site do Setor Juventude de São Paulo ou no Secretariado Arquidiocesano de Pastoral, pelo fone: 11 – 3660-3700.

Dia Nacional da Juventude 2013

(Clique na imagem para ver o cartaz maior)

Arquidiocese celebra Dia Nacional da Juventude

Centenas de jovens da Arquidiocese de São Paulo celebraram o Dia Nacional da Juventude (DNJ) neste domingo (6), no Colégio Luiza de Marillac, na zona norte da capital.

A data, que foi comemorada na maior parte do país no dia 30 de outubro, em São Paulo, foi adiada para o dia 6 de novembro, devido à realização do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), no último domingo, o que impediria a participação de muitos jovens.

O evento, que começou às 12h30, contou com apresentações culturais de jovens de diferentes expressões juvenis, como o movimento dos Focolares, a Comunidade Católica Shalom e a Pastoral da Juventude (PJ).

Também aconteceram oito oficinas temáticas que aprofundaram o tema do DNJ deste ano, protagonismo da mulher. Mais de 200 jovens participaram das reflexões envolvendo a realidade da mulher, desde a dimensão teológica, passando pela realidade social, questões de gênero, e sobre o lugar da mulher na própria Igreja. “Nós queremos, com esse DNJ, também lembrar e valorizar a presença da mulher na nossa Igreja”, ressaltou Nei Marcio de Oliveira Sá, secretário executivo do Setor Juventude da Arquidiocese de São Paulo (Sejusp).

Nei recordou que esse evento aconteceu logo depois do Bote Fé, a festa de acolhida dos símbolos da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), realizado em 18 de setembro. Por isso, foi pensado em um evento menor, que proporcionasse a oportunidade de refletir o tema do DNJ e celebrar a data.

O Setor Juventude é formado pelas pastorais, movimentos, associações, novas comunidades, e congregações religiosas que trabalham com a juventude na Arquidiocese.

Às 16h foi celebrada uma missa, presidida por dom Tarcísio Scaramussa, bispo auxiliar de São Paulo e referencial do Sejusp, e concelebrada pelos bispos auxiliares dom Joaquim Justino Carreira e dom Tomé Ferreira da Silva, e alguns padres.

Na homilia, dom Tarcísio ressaltou a Solenidade de Todos os Santos, celebrada neste domingo no Brasil. “Somos uma grande multidão de santos”, afirmou o bispo, lembrando que o Beato João Paulo 2º sempre dizia para os jovens: “Sede santos!”.

“Hoje nós celebramos aquela multidão que está no coração de Deus. Que estão diante de Deus e que conduzem a sua vida diante de Deus”, completou dom Tarcísio.

No final da missa, jovens homenagearam Nossa Senhora e mulheres que marcaram a história pelo seu testemunho – Zilda Arns, Santa Paulina, Beata Dulce dos Pobres, irmã Dorothy Stang, e Maria da Penha (que deu nome à lei que tornou mais rigorosa a punição para os casos de agressão às mulheres).

Veja a cobertura completa do DNJ 2011 na edição de 8/11 do jornal O SÃO PAULO.

Cardeal Scherer saúda jovens

O arcebispo de São Paulo, cardeal dom Odilo Pedro Scherer, compareceu ao evento, mas não presidiu a missa, pois está se recuperando de uma forte gripe, que o impossibilita de falar por muito tempo. Mas ele não deixou de, logo no início da missa, deixar sua saudação à juventude.

Dom Odilo recordou a realização do Bote Fé e ressaltou que o evento foi um momento muito importante da juventude de São Paulo e do Brasil. “Vocês [jovens] acolheram a Cruz da jornada, dando início à preparação da Jornada Mundial da Juventude do Brasil, que será realizada em 2013”.

O cardeal motivou os jovens acompanharem esse momento de preparação da JMJ. “Seria muito bonito que os jovens ficassem ‘ligados’ à passagem da Cruz pelos muitos lugares por onde ela vai peregrinando”, afirmou dom Odilo, lembrando, ainda, que antes da jornada, também haverá as pré-jornadas e possivelmente a Arquidiocese acolherá muitos peregrinos de vários países.

O arcebispo também convidou os jovens a aderirem às propostas do Setor Juventude arquidiocesano, “para que a juventude possa estar no compasso da vida da Igreja aqui em São Paulo”.

“Nós queremos ser Igreja discípula missionária na cidade de São Paulo, diante das muitas problemáticas que nós temos”, salientou dom Odilo, chamando a atenção para o fato de que a fé não está sendo transmitida para as novas gerações. “Quantos jovens não estão mais ligados à Igreja. Muitos jovens casais não batizam mais as crianças. Não levam mais as crianças para a Iniciação à Vida Cristã”, afirmou dom Odilo, exortando aos jovens a não perderam de vista a responsabilidade de evangelizadores da família.

Pe. Julio recebe prêmio de Direitos Humanos

O Pe. Julio Lancellotti recebeu dia 22 de outubro o Prêmio João Canuto de Direitos Humanos, concedido pelo grupo “Humanos Direitos”. Nas  missas do dia 25, ele apresentou à comunidade o troféu e o diploma, que foram entregues em cerimônia no Rio de Janeiro.

Veja no vídeo dos avisos e comunicados:

A Juventude

Dom Demétrio Valentini

Para a Pastoral da Igreja, este domingo é o Dia Nacional da Juventude. Ao menos esta é a intenção, traduzida em diversas iniciativas pelo Brasil a fora, tentando reunir os jovens para celebrarem sua vida e refletirem sobre seus desafios.

A Diocese de Jales promove um encontro especial com os jovens das comunidades, no amplo salão da Paróquia Santo Antonio. Será aberto com a celebração da missa, animada pelos próprios jovens, prosseguindo com apresentações preparadas por eles.

Quanto aos jovens, com certeza, a maioria deles nem tomou conhecimento da iniciativa, nem sabe que existe um dia nacional da juventude. Tal a crise de identidade que os jovens vivem hoje, que pouco lhes interessa saber se a sociedade está preocupada com eles, e lhes dedica um dia especial.

Não é fácil entender o que se passa hoje com a juventude. Nem é fácil lidar com os jovens. Que o digam os pais, que olham perplexos para seus filhos, e estranham a grande diferença de gerações. Que o diga a escola, que se arrepia com os problemas trazidos pelos alunos, e se vê incapaz de oferecer soluções. Que o diga a Igreja, que perdeu o contato com os jovens, e não sabe mais como reatar o diálogo com eles.

Também pudera. Todos estamos de acordo em que vivemos uma época de mudanças alucinantes, a ponto de identificá-la não só como “uma época de mudanças, mas uma mudança de época”, como reconheceu recentemente a Conferência de Aparecida.

Pois bem, as mudanças incidem mais diretamente sobre os jovens. Eles estão ao desabrigo de refúgios protetores, que amaciam o impacto das rápidas transformações culturais em curso em nossos dias. Além do mais, os jovens são alvos escolhidos de quem se aproveita da situação para faturar em cima da fraqueza humana.

Os jovens se tornam alvo de manobras perniciosas, que tem sua tradução mais cruel e mais danosa na rápida disseminação da droga, que vitima tantas vidas no auge de sua pujança.

O mundo da droga, isto é, o complexo sistema de produção e comercialização de entorpecentes, sacrificando vidas sem nenhum escrúpulo para conseguir seus vis intentos financeiros, se constitui na maior praga que contamina hoje a humanidade, e que faz dos jovens suas vítimas preferidas.

Os grandes traficantes de drogas merecem nosso repúdio e nossa indignação, junto com a atenta atuação para, o quanto possível, frustrar seus macabros intentos. Eles se escudam atrás de intermediários, que ficam expostos à repressão policial, enquanto eles podem, tranquilamente, posar de beneméritos fariseus da falsa decência, com a cara de pau de se mostrarem cidadãos ilibados e beneméritos.

Em seu desamparo, e na sua ânsia compreensível de se lançarem nas aventuras da vida, os jovens foram passando por diversas situações, de onde saíram chamuscados e marcados na sua identidade. Primeiro foi o cinema, com seus encantos iniciais, que logo terminaram. Depois veio a televisão, que num primeiro momento absorveu a juventude, tolhendo seu espaço de convívio com a família e com a sociedade. Depois os jovens tomaram o rumo das ruas, ficando mais expostos às ciladas traiçoeiras dos falsos valores, da bebida, da droga e da banalidade. Agora são atraídos pela internet, abrindo para eles um inesperado mundo virtual de sonhos que podem persistir por mais tempo, mas não deixam de ser ilusões irrealizáveis.

Pois bem, este o mundo da juventude. Diante dele, não é o caso de desanimar. Pois apesar de tudo, os jovens conservam o desejo da vida, e a sede de valores autênticos. O melhor é desafiá-los, para que eles mesmos se tornem protagonistas de sua realização.

É o que a Diocese espera fazer no encontro deste domingo. Desafiar os jovens a assumirem sua missão. E confiar a eles o futuro da diocese, que está celebrando seu jubileu de ouro. Para que daqui a 50 anos sejam eles a testemunharem suas vitórias e suas conquistas.

Celebração do Dia Nacional da Juventude

O 10º Plano de Pastoral de nossa Arquidiocese, na página 88, propõe às nossas comunidades “que renovem a opção preferencial pelos jovens, de maneira eficaz e realista, apoiando, motivando, acompanhando e participando de sua vida e promovendo uma cultura que favoreça sua identificação com ideais de dignidade, liberdade, solidariedade, justiça, paz, diálogo e espiritualidade”.

Neste contexto, toda Igreja é convidada a celebrar com entusiasmo o Dia Nacional da Juventude (DNJ), cujo tema é “Juventude em marcha contra a violência”, com o lema: “Contra o extermínio da juventude, a favor da Vida!”. O tema e o lema do DNJ dão continuidade ao ciclo de debates e celebrações iniciados com a Campanha da Fraternidade 2009 da CNBB, com o eixo: “Defesa da Vida”.

Em nossa Arquidiocese, o DNJ será celebrado no dia 25 de outubro, domingo, das 10h às 17h, no Parque Ibirapuera, localizado na Av. Pedro Álvares Cabral, s/nº. Nossas comunidades e paróquias poderão estacionar ônibus fretados e automóveis na Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo, situada bem em frente ao Parque Ibirapuera, na Av. Pedro Álvares Cabral, 201.

A programação prevê:

10h – Abertura e acolhida
11h – Celebração Eucarística na Arena de Eventos
12h30 – Gesto Simbólico pela Vida da juventude na Praça da Paz
13h – Apresentações Artísticas na Arena de Eventos, Oficinas e Relatos de Experiências sobre temas ligados à Cultura da Paz, na Marquise do Parque
16h  – Show musical de encerramento do evento

Mais informações poderão ser obtidas no site www.setorjuventude.org.br ou no Secretariado Arquidiocesano de Pastoral, pelo telefone: 11 3826-0133, ramal 232. Clique aqui para ver o cartaz e aqui para fazer download do folder e a ajudar a divulgar o evento.

Texto retirado da carta convite de D. Odilo Pedro Scherer, Arcebispo Metropolitano de São Paulo e de D. Tarcísio Scaramussa, sdb, Bispo Auxiliar de São Paulo, Responsável pelo Setor Juventude