Cardeal Dom Odilo Pedro Scherer

113ª Romaria a Aparecida

A Arquidiocese de São Paulo convida todos a participar da 113ª Romaria a Aparecida, sob o tema “Com Mãe Aparecida, Mestra de Vida Cristã”, no dia 4 de maio, com Missa na Basílica às 10h, presidida pelo Cardeal Dom Odilo Pedro Scherer, Arcebispo Metropolitano, e concelebrada por todos os bispos auxiliares e pelo vigário episcopal da região Ipiranga.

Os interessados devem procurar a sua paróquia para informar-se se nela está sendo organizada saída de ônibus a Aparecida. Se não, o pároco indicará a paróquia mais próxima.

Antes da Missa, terá a entrada das bandeiras das regiões. Todos os peregrinos deverão levar consigo um lenço medindo 30×30, de TNT, na cor da sua região, o qual será agitado em determinados momentos.

As seis regiões episcopais têm suas características, mas todos estão em comunhão na Casa da Mãe, e, é claro, na Arquidiocese.

A organização orienta que os peregrinos não saiam tarde de São Paulo para que não corram o risco de não conseguir estacionar os ônibus ou carros.

Fonte: Arquidiocese de São Paulo

Mensagem do Papa Francisco para a CF 2014

O Vaticano divulgou nesta quarta-feira de cinzas, 5, a mensagem do Papa Francisco para a Campanha da Fraternidade, que em 2014 tem como tema “Fraternidade e Tráfico Humano” e o lema: “É para liberdade que Cristo nos libertou” (Gl 5, 1).

O cardeal dom Odilo Pedro Scherer, arcebispo de São Paulo, presidiu nesta quarta-feira de cinzas, 5, às 15h, na Catedral da Sé, a Santa Missa, que deu início ao tempo da Quaresma. A celebração é ocasião também para o lançamento da Campanha Fraternidade.

Em 13 de abril haverá Coleta Nacional da Solidariedade em prol da CF 2014.

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) lançou hoje, quarta-feira de cinzas, às 14h, em Brasília, a Campanha da Fraternidade 2014.

Leia abaixo a íntegra da mensagem do Papa para a CF 2014, divulgada pela Secretaria de Estado do Vaticano:

Queridos brasileiros,

Sempre lembrado do coração grande e da acolhida calorosa com que me estenderam os braços na visita de fins de julho passado, peço agora licença para ser companheiro em seu caminho quaresmal, que se inicia no dia 5 de março, falando-lhes da Campanha da Fraternidade que lhes recorda a vitória da Páscoa: «É para a liberdade que Cristo nos libertou» (Gal 5,1). Com a sua Paixão, Morte e Ressurreição, Jesus Cristo, libertou a humanidade das amarras da morte e do pecado. Durante os próximos quarenta dias, procuraremos conscientizar-nos mais e mais da misericórdia infinita que Deus usou para conosco e logo nos pediu para fazê-la transbordar para os outros, sobretudo aqueles que mais sofrem: «Estás livre! Vai e ajuda os teus irmãos a serem livres!». Neste sentido, visando mobilizar os cristãos e pessoas de boa vontade da sociedade brasileira para uma chaga social qual é o tráfico de seres humanos, os nossos irmãos bispos do Brasil lhes propõem este ano o tema “Fraternidade e Tráfico Humano”.

Não é possível ficar impassível, sabendo que existem seres humanos tratados como mercadoria! Pense-se em adoções de criança para remoção de órgãos, em mulheres enganadas e obrigadas a prostituir-se, em trabalhadores explorados, sem direitos nem voz, etc. Isso é tráfico humano! «A este nível, há necessidade de um profundo exame de consciência: de fato, quantas vezes toleramos que um ser humano seja considerado como um objeto, exposto para vender um produto ou para satisfazer desejos imorais? A pessoa humana não se deveria vender e comprar como uma mercadoria. Quem a usa e explora, mesmo indiretamente, torna-se cúmplice desta prepotência» (Discurso aos novos Embaixadores, 12/XII/2013). Se, depois, descemos ao nível familiar e entramos em casa, quantas vezes aí reina a prepotência! Pais que escravizam os filhos, filhos que escravizam os pais; esposos que, esquecidos de seu chamado para o dom, se exploram como se fossem um produto descartável, que se usa e se joga fora; idosos sem lugar, crianças e adolescentes sem voz. Quantos ataques aos valores basilares do tecido familiar e da própria convivência social! Sim, há necessidade de um profundo exame de consciência. Como se pode anunciar a alegria da Páscoa, sem se solidarizar com aqueles cuja liberdade aqui na terra é negada?

Queridos brasileiros, tenhamos a certeza: Eu só ofendo a dignidade humana do outro, porque antes vendi a minha. A troco de quê? De poder, de fama, de bens materiais… E isso – pasmem! – a troco da minha dignidade de filho e filha de Deus, resgatada a preço do sangue de Cristo na Cruz e garantida pelo Espírito Santo que clama dentro de nós: «Abbá, Pai!» (cf. Gal 4,6). A dignidade humana é igual em todo o ser humano: quando piso-a no outro, estou pisando a minha. Foi para a liberdade que Cristo nos libertou! No ano passado, quando estive junto de vocês afirmei que o povo brasileiro dava uma grande lição de solidariedade; certo disso, faço votos de que os cristãos e as pessoas de boa vontade possam comprometer-se para que mais nenhum homem ou mulher, jovem ou criança, seja vítima do tráfico humano! E a base mais eficaz para restabelecer a dignidade humana é anunciar o Evangelho de Cristo nos campos e nas cidades, pois Jesus quer derramar por todo o lado vida em abundância (cf. Evangelii gaudium, 75).

Com estes auspícios, invoco a proteção do Altíssimo sobre todos os brasileiros, para que a vida nova em Cristo lhes alcance, na mais perfeita liberdade dos filhos de Deus (cf. Rm 8,21), despertando em cada coração sentimentos de ternura e compaixão por seu irmão e irmã necessitados de liberdade, enquanto de bom grado lhes envio uma propiciadora Bênção Apostólica.

Vaticano, 25 de fevereiro de 2014.

[Franciscus PP.]

Fonte: Arquidiocese de São Paulo

Sugestões Pastorais para a implementação da Iniciação à Vida Cristã

Sugestões Pastorais para a implementação da Iniciação à Vida CristãO Setor de Animação Bíblico-Catequética da Arquidiocese de São Paulo elaborou e colocou nas mãos dos catequistas da nossa Arquidiocese as “Sugestões Pastorais para a implementação da Iniciação à Vida Cristã”, para ser utilizado como texto de aprofundamento para a Semana da Catequese, prevista para o mês de fevereiro em todas as comunidades da Arquidiocese.

A “Igreja – casa da iniciação à vida cristã” – é a segunda urgência do 11º Plano de Pastoral da nossa Arquidiocese, que queremos continuar a incrementar em 2014.

No 11º Plano de Pastoral encontramos, nos parágrafos 80-85, uma impostação rápida e consistente desta urgência bem como as suas indicações pastorais, que servem como referência para nossa reflexão e respectiva ação pastoral.

Na mensagem de apresentação do subsídio, o cardeal dom Odilo Pedro Scherer, arcebispo metropolitano, pede que o conteúdo seja disseminado em toda Igreja de São Paulo. “Precisamos encontrar maneiras de ajudar nossos irmãos batizados a crescerem na fé, até à plena maturidade. Convido, por tanto, todos e todas as instâncias da Igreja em nossa Arquidiocese a se empenharem neste processo de renovação pastoral, para o qual o Espírito Santo nos lança e nos conduz”. Concluiu o cardeal.

Em carta, dom Milton Kenan Júnior, bispo auxiliar de São Paulo e referencial para o Secretariado Arquidiocesano de Pastoral, reforça que o texto “Sugestões Pastorais para a implementação da Iniciação à Vida Cristã”, deve ser objeto de estudo e reflexão nos grupos e organismos eclesiais ligados às paróquias. Também nas Congregações Religiosas masculinas e femininas, e a todos os grupos e Organismos da Arquidiocese com a mesma e urgente recomendação.

O Secretariado Arquidiocesano de Pastoral propõe que neste momento os grupos, tendo conhecimento do texto, indiquem as experiências já existentes, que possam servir de referência neste processo; e apresentem sugestões de acréscimos e ajustes ao texto que o tornem instrumento apto, de fato, a despertar em nossas comunidades o interesse pela iniciação à vida cristã e a sua concretização.

Até meados de junho as contribuições, fruto da reflexão e aprofundamento do tema nos referidos grupos, deverão ser encaminhadas ao Coordenador Regional de Pastoral da sua Região Episcopal, no caso das Paróquias; e, pelos demais grupos e Organismos, diretamente ao Secretariado Arquidiocesano de Pastoral.

Faça o download do subsídio.

Fonte: Arquidiocese de São Paulo

Dom Vincenzo, presidente do Pontifício Conselho para a Família, está no Brasil

Dom Vincenzo Paglia, presidente do Pontifício Conselho para a Família, está no Brasil para visitar as cidades de Salvador e São Paulo.

Nesta terça-feira, 5/11, às 20h, ele palestra para agentes da Pastoral da Família no auditório das Paulinas (Rua Dona Inácio Uchôa, 62 – Bloco B – Vila Mariana – próximo à estação de metrô Vila Mariana), sobe o tema “Família, sujeito de uma nova evangelização do amor”.

Na quarta-feira, 6/11, às 15h, ele concederá entrevista à imprensa na Catedral da Sé. O cardeal dom Odilo Pedro Scherer, arcebispo metropolitano de São Paulo, acompanhará dom Vincenzo nos dois eventos.

Dom Odilo enviou uma carta convidando os agentes da Pastoral da Família, Leigos, Padres e Religiosos da Arquidiocese de São Paulo a comparecer no encontro. Nela, o arcebispo diz que será uma ótima oportunidade para ouvir uma palavra orientadora e esclarecedora sobre as preocupações da Igreja e do Papa em relação à família e seus desafios. Ele também se lembrou da assembleia extraordinária dos Sínodos dos Bispos sobre “os novos desafios da família para a evangelização”, que se realizará em outubro de 2014.

O seu primeiro evento público ocorreu nesta segunda-feira, 4/11, com dom Murilo Krieger, arcebispo de Salvador. Na ocasião, Dom Paglia entregou uma contribuição econômica, enviada pelo Papa Francisco, para o centro de acolhimento para crianças “Nova Semente”.

De acordo com Dom Vincenzo, a ação “é um modo muito concreto para sublinhar novamente a necessidade de familiaridade”, pois “não basta uma simples ajuda material”, mas sim, a recriação de um ambiente familiar, “porque somente no calor de uma família se pode resolver na raiz aquele anseio de vida, de vitalidade, de afeto que cada um tem”.

A visita do prelado se encerra na sexta-feira, 8/11.

Fonte: Arquidiocese de São Paulo

Ser Padre em São Paulo: Alegria em servir!

Ser Padre em São PauloO que é mesmo vocação?

Vocação é um chamado de Deus. Ele chama cada um pelo nome e confia uma missão para ser realizada na vida. Na Igreja, alguns homens são chamados para serem ministros ordenados de Jesus Cristo a serviço do Povo de Deus.

Qual é a missão do Cristão?

É amar e seguir Jesus Cristo. É ser sal da terra e luz deste mundo (cf. Mt 5, 13-16), vivendo a verdade que Cristo veio revelar. É seguir os passos de Jesus e seu exemplo através do Evangelho.

Como aprender a ser cristão?

A família e a Igreja são escolas de vida cristã. Nessas comunidades devem prevalecer a fé e o amor no único Deus e a esperança na realização das promessas de Cristo.

Como os cristãos vivem sua vocação?

O exercício das virtudes teologais: Fé, Esperança e Amor, faz-nos viver na cidade de tal modo que nos empenhemos em transformá-la em moradia de irmãos. O sonho cristão é ver realizado, no mundo, a vontade de Deus: que todos tenha vida em abundância (cf. Jo 10,10). A vocação do cristão deve promover o bem comum, lutando pela justiça e defendendo a dignidade e os direitos de todo ser humano, a partir de Jesus Cristo.


Como o padre vive sua missão em São Paulo?

Muitos são os aspectos da missão do padre na cidade, entre eles: animar a comunidade no seguimento de Jesus, presidir à celebração da Missa, ministrar os sacramentos, anunciar a palavra de Deus também através da mídia (jornal rádio, TV, Internet etc), ser sinal de comunhão com toda a Igreja, testemunhar, pela entrega radical de sua vida, o amor a Jesus Cristo, na oração e no serviço preferencial aos mais pobres e necessitados.

O que é preciso para ser um padre? Por onde começar?

Em primeiro lugar, É Deus quem chama. Ele nos escolhe primeiro. Chama cada um pelo nome. É preciso aprender a ouvir Deus. Para ser padre, é necessário ser um bom católico e amar a Igreja.

A família pode ajudar?

A família pode mostrar ao jovem que a vocação e missão do padre é algo bom e desejável; isso ajuda muito o jovem na hora de sua decisão. É fundamental estar engajado em uma comunidade e ali ajudar a atender as suas necessidades. É assim que o jovem vai descobrindo e exercitando seus dons, no grupo de jovens, na liturgia, no serviço aos pobres, na amizade etc. Quando surge uma dúvida sobre vocação, é hora de procurar o pároco ou o bispo e expor-lhes seus sentimentos e suas inquietações.

Pastoral Vocacional?

A Pastoral Vocacional é o trabalho feito por uma equipe de pessoas – bispo, padres, diáconos, religiosos(as) e leigos(as) –  que tem por objetivo ajudar e orientar os jovens no processo de discernimento vocacional. São realizados encontros de despertar vocacional com os interessados e um acompanhamento personalizado com cada candidato, através de entrevistas e conversas regulares.

E depois?

Se forem percebidos sinais autênticos de vocação e o interessado desejar seguir adiante, ele irá para o Seminário Propedêutico, quer dizer, introdutório. O tempo nesta casa é de um ano. Para entrar, é preciso que o jovem tenha concluído o Ensino Médio (antigo 2º grau) ou esteja concluindo. As atividades da casa incluem o estudo, a vida comunitária, o acompanhamento individual, a vida de oração, a formação humana, cristã e afetiva e o trabalho pastoral etc.

Ser Padre em São Paulo

E os passos seguintes?

A Filosofia

O candidato presta vestibular para a Faculdade de Filosofia e, uma vez aprovado, durante 3 anos, passa a morar no Seminário de Filosofia, que fica na Freguesia do Ó. Nesse período, além dos estudos acadêmicos, há a convivência, a oração, a formação humana, cristã e afetiva e o desenvolvimento de um trabalho pastoral sistemático.

A Teologia

Os quatro anos de estudo de Teologia e a vivência de cada etapa do processo formativo habilitam o seminarista a pedir a ORDENAÇÃO, isto é, a tornar-se padre. Uma vez ordenado, ele fará parte do clero da Arquidiocese de São Paulo, para servir a Igreja e o povo de Deus no serviço em uma das paróquias e comunidades das seis Regiões Episcopais, a saber: Sé, Ipiranga, Lapa, Santana, Belém e Brasilândia.

Ser Padre em São Paulo é bom demais.
Responda ao chamado que Deus está te fazendo!

Você já pensou em ser sacerdote?

Diante do batizado se abre a possibilidade de ser sacerdote, dedicar toda sua vida a Deus, no serviço ao seu povo, através da pregação do Evangelho, da liturgia e na caridade pastoral. A vocação sacerdotal, como todas as vocações, não é iniciativa da pessoa, mas de Deus. Três palavras são fundamentais na vocação sacerdotal: Deus chama, consagra e envia.

Todo o processo da vocação para o sacerdócio exige um longo caminho de discernimento, desde a consciência do chamado, a promoção vocacional, o acompanhamento, os anos de seminário até a ordenação sacerdotal. É um caminho que implica uma série de qualidades: amor a Jesus Cristo, amor ao Evangelho, amor à Igreja e ao povo de Deus e comunhão com o bispo e com o papa.

É importante lembrar que, para o sacerdócio, há a exigência do celibato. O dom do celibato, sinal da disponibilidade plena ao serviço de Deus na Igreja, condição para receber e viver o Sacramento da Ordem na Igreja Católica Apostólica Romana. Portanto, somente os que acolhem este dom, com amor, alegria e dedicação, podem ser sacerdotes.

E como fazer para ser sacerdote? Se você sente esse chamado, procure o seu pároco e ou bispo e peça uma orientação, um acompanhamento inicial. Ele o ajudará no discernimento vocacional e, depois, na devida preparação.

Aqui, na Arquidiocese de São Paulo, você poderá ter essas e outras informações no CVA – Centro Vocacional Arquidiocesano ou com os padres coordenadores regionais da PV nos endereços abaixo. Entre em contato!

ANIMAÇÃO VOCACIONAL

Cardeal Dom Odilo Pedro Scherer
Arcebispo Metropolitano de São Paulo

Dom Edmar Peron
Bispo Referencial para a Pastoral Vocacional Arquidiocesana

Promotor Vocacional: Pe. Messias de Moraes Ferreira
Telefone: (11) 3104-1795
E-mail: [email protected]

Região Episcopal Belém: Pe. Alexandre Ferreira Santos
Telefone: (11) 3061-8956
E-mail: [email protected]

Região Episcopal Brasilândia: Pe. Adriano Robson Rodrigues
Telefone: (11) 3935-6638
E-mail: [email protected]

Região Episcopal Ipiranga: Pe. Messias de Moraes Ferreira
Telefone: (11) 3104-1795
E-mail: [email protected]

Região Episcopal Lapa: Pe. Flavio Heliton da Silva
Telefone: (11) 3768-4308
E-mail: [email protected]

Região Episcopal Santana: Pe. Antonio Laureano
Telefone: (11) 2979-5558
E-mail: [email protected]

Região Episcopal Sé: Pe. Domingos Geraldo Barbosa de Almeida Jr.
Telefone: (11) 3826-4999
E-mail: [email protected]

Escola Diaconal: Diácono Ailton Machado Mendes
Telefone: (11) 3104-1795
E-mail: [email protected]

Informações:

CVA – Centro Vocacional Arquidiocesano
(de segunda a sexta-feira – das 9h às 12h e das 13h às 17h)
Rua Filipe de Oliveira, 36 – 6º andar – 01001-010 – São Paulo – SP
Telefone: (11) 3104-1795 – Fax: (11) 3104-2668
E-mail: [email protected]
http://www.arquidiocesedesaopaulo.org.br
http://facebook.com/cvasp1

ORAÇÃO PELAS VOCAÇÕES

ORAÇÃO PELAS VOCAÇÕES

Jesus, Mestre Divino, que chamastes os apóstolos a vos seguirem, continuai a passar pelos nossos caminhos, pelas nossas famílias, pelas nossas escolas e continuai a repetir o convite a muitos de nossos jovens. Dai coragem às pessoas convidadas. Dai força para que vos sejam fiéis como apóstolos leigos, como sacerdotes, como religiosos e religiosas, para o bem do Povo de Deus e de toda a humanidade. Amém.

Dia Nacional da Juventude 2013

O Setor Juventude da Arquidiocese de São Paulo convida todos a participar do Dia Nacional da Juventude – DNJ, dia 20/10, domingo, das 13h30 às 17h. A programação será iniciada no Pátio do Colégio. Haverá apresentações artísticas e reflexões feitas a partir do tema do DNJ; peregrinação à Catedral da Sé e Celebração Eucarística presidida cardeal dom Odilo Pedro Scherer, arcebispo metropolitano.

O DNJ deste tem como tema: “Juventude e Missão” e o lema: “Jovem: levante-se, seja fermento!”.

A proposta do DNJ dará continuidade às temáticas da JMJ Rio 2013, do “Ano da Fé” e da Campanha da Fraternidade deste ano, chamando a atenção para a formação de discípulos-missionários de Jesus Cristo em meio à juventude.

Em carta enviada aos Párocos, Vigários e Administradores Paroquiais, dom Tarcísio Scaramussa, bispo auxiliar da arquidiocese de São Paulo e referencial para o Setor Juventude, pede a colaboração de todos na divulgação e que motivem os jovens a participar. Também diz que é importante que os coordenadores de grupos de jovens e catequistas de crisma reflitam com os jovens o tema do DNJ.

Sendo atividade permanente do Setor Juventude da CNBB, o DNJ é um momento forte de celebração, de sentido de pertença dos jovens à Igreja e de sua visibilidade na sociedade. Em todo o Brasil, inúmeras manifestações serão promovidas através do Dia Nacional da Juventude.

Mais informações poderão ser obtidas no site do Setor Juventude de São Paulo ou no Secretariado Arquidiocesano de Pastoral, pelo fone: 11 – 3660-3700.

Dia Nacional da Juventude 2013

(Clique na imagem para ver o cartaz maior)

Missa em Ação de Graça pela vida de dom Odilo

Neste sábado, 21/9, às 17h, na Catedral da Sé, será celebrada a missa em Ação de Graças pelo aniversário natalício do cardeal dom Odilo Pedro Scherer, arcebispo metropolitano de São Paulo.

Todos estão convidados a participar desta celebração.

Será o momento oportuno para homenagear e demonstrar todo o carinho ao pastor desta Arquidiocese.

Fonte: Arquidiocese de São Paulo

Mensagem de D. Odilo sobre a renúncia do Papa Bento XVI

Caríssimos Bispos Auxiliares,
Padres, diáconos, consagrados/as,
Queridos leigos e leigas
da Arquidiocese de São Paulo

No dia 11 de fevereiro passado, como já foi amplamente divulgado, o Papa Bento XVI anunciou a sua renúncia ao ministério de Sucessor de São Pedro, diante de um grupo de Cardeais que havia convocado para um Consistório Ordinário em vista de algumas novas canonizações de santos.

Portanto, no próximo dia 28 de fevereiro, às 20h de Roma, a Cátedra de Pedro, em Roma, se tornará vacante; Bento XVI se recolherá num convento, dentro do Vaticano e, portanto, o Colégio dos Cardeais deverá reunir-se em Conclave para escolher um novo Papa para suceder a Bento XVI no governo da “barca de Pedro”, a Igreja.

O próprio Papa explicou os motivos desse seu gesto surpreendente: a idade avançada (quase 86 anos) e a diminuição de suas forças, que não lhe permitiam mais exercer de maneira adequada a exigente missão do Papa. Com grande realismo e humildade, Bento XVI reconheceu que seu vigor diminuiu nos últimos meses a ponto de já não se sentir mais em condições de administrar o ministério que lhe foi confiado, como Sumo Pontífice.

Assim, agradecendo a colaboração recebida dos Cardeais, Bento XVI usou uma expressão belíssima e de profundo significado: “agora entregamos a Santa Igreja aos cuidados do seu Supremo Pastor, Nosso Senhor Jesus Cristo”; indicava, assim, para a verdadeira natureza do ministério do Papa, dos Bispos e de todos os sacerdotes, colocados a serviço da Igreja: todos eles, de fato, estão a serviço da Igreja em nome de Jesus Cristo e por encargo seu. Ele é o verdadeiro e único Senhor e Pastor da Igreja, que cuida dela e quer o seu bem.

Como é bem compreensível, a decisão do Papa, num primeiro momento, deixou muitas pessoas perplexas e sem saber o que dizer. A surpresa foi grande, pois ninguém está acostumado com a idéia da renúncia de um papa e, na história da Igreja, conhecemos apenas um caso de papa que renunciou, depois de ter sido eleito regularmente: trata-se do Papa Celestino V, um monge eremita eleito papa já com idade avançada e que renunciou em 13 de dezembro de 1294. Portanto, este é o segundo caso de renúncia do Papa, eleito em condições regulares, em cerca de 2 mil anos de história. No entanto, o Direito Canônico, que é o código das leis da Igreja, prevê a possibilidade de renúncia do Papa (cf cân. 332 §2).

A decisão do Papa Bento XVI, merece toda nossa compreensão, respeito e admiração pela sua humildade e coragem e pelo ensinamento de fé que nos deixa no serviço a Jesus Cristo e à Igreja. Não devemos estar apegados a cargos e posições, quando está em jogo o bem maior da Igreja, à qual servimos.

No Ano da Fé, neste momento, também somos levados a fazer um profundo ato de fé na própria Igreja: por um lado, ela é feita de pessoas e instituições humanas que passam, por mais importantes que elas sejam; por outro lado, a Igreja é uma realidade de fé, edificada sobre Jesus Cristo e animada pelo Espírito Santo. Por isso mesmo a Igreja é mais do que vemos e constatamos humanamente. Ela é o Corpo do qual Cristo é a Cabeça e o Espírito Santo é a alma vivificante; ela é o rebanho, do qual o próprio Jesus continua a ser o Supremo Pastor; ela é ainda o povo que Deus reúne e conduz pela história para a Pátria celeste, enquanto o envia para testemunhar a Vida Nova, tornada possível mediante a vivência do Evangelho e o seguimento de Jesus.

Mais do que nunca, este é o momento de reafirmarmos nossa fé na “Igreja Una, santa, Católica e Apostólica” e de confiar na ação do Espírito Santo, que a assiste, e na palavra de Cristo, que prometeu: “as portas do inferno nunca prevalecerão contra ela” (cf. Mt 16,18)… E ainda: “Eu estarei convosco até a consumação dos séculos” (cf. Mt 28,20).

Ao Papa Bento XVI, nossa admiração e nosso agradecimento pelo bem que fez à Igreja, mesmo em meio a tantos sofrimentos e até incompreensões. Somos gratos ao Papa Bento XVI por seus numerosos, ricos e profundos ensinamentos, pelas suas catequeses e documentos magisteriais, pelas suas encíclicas sobre a caridade, a esperança e a encíclica social – Caritas in Veritate -, sobre as novas questões que o mundo e a Igreja enfrentam. Somos gratos, especialmente, pela visita do Papa ao Brasil, em 2007, aqui em São Paulo e Aparecida, pela canonização de Santo Antonio de Sant’Ana Galvão, 1º brasileiro nascido no Brasil. Somos gratos pelo estímulo dado à Igreja para renovar-se na fé, mediante o Ano da Fé, que estamos vivendo. Por ele, continuemos a rezar, para que Deus o conserve com saúde e serenidade.

E agora, ponhamo-nos em oração ao Espírito Santo, para que fortaleça a fé na Igreja e a renove na fidelidade a Cristo e na dedicação à missão. Ao mesmo tempo, peçamos que o mesmo Espírito de sabedoria e discernimento oriente os cardeais que deverão escolher o novo Sucessor de Pedro. Que ele seja fortalecido com todos os dons do Alto para exercer tão importante e pesada missão, para o bem de todo o povo de Deus e para que as ovelhas do rebanho do Bom Pastor tenham vida em abundância.

Cardeal Dom Odilo Pedro Scherer
Arcebispo de São Paulo

Arcebispo lança 2ª Carta Pastoral

Para animar a Arquidiocese de São Paulo e auxiliá-la na vivência do Ano da Fé, o cardeal dom Odilo Pedro Scherer, arcebispo metropolitano, lançará oficialmente no dia 4 de novembro, na Catedral da Sé, a sua 2ª Carta Pastoral. Segundo o cônego Walter Caldeira, cura da Catedral da Sé, a carta pastoral é um instrumento de comunicação do bispo com toda a Igreja Particular que está sob a responsabilidade dele. Trata-se de um documento oficial, ligado ao múnus de pastor do bispo, que define concretamente as linhas pastorais que a diocese deverá seguir, garantindo sua disciplina comum e sua unidade.

A Carta “Senhor, aumentai a nossa fé!”, traça diretrizes para como cada fiel, e a arquidiocese, podem por em prática o Ano da Fé no dia-a-dia. De acordo com o arcebispo “O Ano da Fé é, pois, um ‘tempo favorável’ para renovar o conhecimento e apreço pela fé que recebemos, e para a professarmos com firmeza e alegria. Desejo, com esta Carta Pastoral, oferecer a todos os filhos e filhas da amada Arquidiocese de São Paulo uma reflexão motivadora e, ao mesmo tempo, as necessárias orientações para a vivência do Ano da Fé em nossa Comunidade Eclesial Metropolitana, colocada sob o patrocínio do Apóstolo São Paulo, grande missionário, mestre e testemunha da fé!”.

Baixe o PDF da 2º Carta Pastoral

Se preferir, navegue abaixo nas páginas da Carta:

O arcebispo destaca que juntamente com a vivência do Ano da Fé a arquidiocese iniciará, em 2013, o quadriênio do 11º Plano de Pastoral que tem como tema: “Testemunhas de Jesus Cristo na cidade de São Paulo”. O Plano de Pastoral traz uma linha de evangelização, dividida ao longo dos quatro anos, que se desenvolve sobre o prisma da fé.

Ao final da 2ª Carta Pastoral, “Senhor, aumentai a nossa fé!”, o cardeal faz um convite para que “todos vivam este Ano da Fé como um ‘ano da graça de Deus’ para suas vidas. Pelo dom da fé, temos acesso ao mais importante em nossas vidas: a comunhão e a familiaridade com Deus, que preenche de sentido a vida!”.

Dom Odilo fala sobre o Ano da Fé

Em entrevista para o “Jornal de Opnião”, o cardeal dom Odilo Pedro Scherer, arcebispo metropolitano, falou sobre a 13ª assembleia geral ordinária do Sínodo dos Bispos, que este ano tem como tema “A Nova Evangelização para a Transmissão da Fé Cristã” e sobre o Ano da Fé.

1- Quais fatos motivaram o Papa Bento 16 a convocar a 13ª assembleia geral ordinária do Sínodo dos Bispos, que este ano tem como tema “A Nova Evangelização para a Transmissão da Fé Cristã”?

R. A próxima assembleia do Sínodo dos Bispos é “ordinária” e ocorre dentro do tempo normalmente previsto de 4 a 5 anos entre uma e outra assembleia ordinária. A escolha do tema é que tem motivações próprias: a crise bastante generalizada da fé e da prática religiosa, o relativismo e o indiferentismo religioso, a superficialidade na adesão de fé e a necessidade de retomar a evangelização, diante de situações e desafios novos trazidos pelas mudanças culturais e religiosas do nosso tempo.

2- A partir de que considerações o Instrumento de Trabalho norteará a assembleia?

R. O Instrumento de Trabalho propõe a reflexão no contexto do 50º aniversário do Concílio Ecumênico Vaticano II; partindo de Jesus Cristo, “Evangelho de Deus para o mundo”, que a Igreja anuncia e testemunha aos homens de todos os tempos, trata-se, a seguir, dos vários cenários que a missão evangelizadora da Igreja atualmente enfrenta; fala-se da missão da Igreja, que é permanente e sempre atual. Depois o Instrumento de Trabalho trata da transmissão da fé e da revitalização da ação pastoral da Igreja que, na minha visão, são as questões centrais do tema do Sínodo.

3- De que critérios e colaborações os organizadores do Sínodo se valeram para eleger essas questões como fundamentais?

R. Uma consulta ampla às Conferências Episcopais de todo o mundo, ao próprio Conselho do Sínodo dos Bispos e a outros Organismos da vida eclesial ajudaram a escolher essas questões.

4- Em linhas gerais, qual o teor das contribuições oferecidas pelas dioceses brasileiras ao Instrumento de Trabalho?

R. Elas também foram consultadas e houve contribuições importantes, mesmo se não foram tão abundantes; essas contribuições referem-se a experiências já adquiridas no Brasil na promoção da “nova evangelização”, como as missões populares, as visitas domiciliares, os projetos de evangelização da CNBB…

5- O termo Nova Evangelização remete a ações junto às populações da Europa que depois de difundirem o cristianismo no Novo Mundo, hoje se mostram afastadas da fé. A Igreja pretende alcançar outras comunidades com a Nova Evangelização, especialmente na América Latina onde, além do arrefecimento da fé, tem-se presenciado o surgimento de inúmeras seitas religiosas?

R. Um dos motivos para a criação do Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização, pelo papa Bento XVI, foi a renovada ação evangelizadora nos lugares de “antiga evangelização”, como o Oriente Médio, o Norte da África e mesmo uma parte da Europa. O Sínodo, porém, tem uma preocupação ainda mais abrangente e trata da necessidade de fazer isso em todo o mundo, mesmo nos lugares de evangelização “recente”, como a América, a Oceania e a África. O motivo é que a missão da Igreja nunca pode ser tida como “já concluída” e precisa ser promovida sempre de novo.

6- A Nova Evangelização deveria também voltar-se para o interior da própria Igreja? De que forma?

R. Evidentemente, a própria Igreja, entendida como a Comunidade dos batizados, é sempre a primeira destinatária da evangelização; há muitos membros da Igreja que nunca foram evangelizados e, outros, que esfriaram na fé, ou abandonaram a prática religiosa e a fé; eles são filhos da Igreja, que precisam muito de uma nova evangelização. E as instituições da Igreja e suas organizações pastorais também precisam de um sopro novo de evangelização, para reflorescerem e produzirem novos e abundantes frutos.

7- No Brasil, especialmente, como a Nova Evangelização poderia acorrer?

R. De fato, ela já está ocorrendo; aos poucos, cresce a consciência de que é preciso colocar-se novamente “em estado de missão” ; muitas novas formas e métodos de evangelização estão aparecendo, embora isso ainda precise desenvolver-se muito mais. No Brasil e na América Latina, em geral, fala-se de nova evangelização desde a Conferência de Santo Domingo (1992); tratou-se também disso no Sínodo para a América (1998) e, de maneira incisiva, na Conferência de Aparecida (2007).

8- Por que um Sínodo sobre Nova Evangelização, se há tantos anos se vem falando sobre esse tema na Igreja?

R. Porque agora se percebe de maneira mais clara que isso não é apenas uma necessidade local, em algum país, mas em todo o mundo. Os tempos mudaram e a Igreja está atenta aos sinais dos tempos, dando-se conta de que é preciso retomar o processo evangelizador, que nunca pode ser dado como “já concluído”, de uma vez para sempre. O Papa João Paulo II, na Carta Apostólica “Novo Millennio ineunte” (Entrando no Novo Milênio, 2001), observou que a evangelização, longe de concluída, estava apenas no começo; e convocou todos os fiéis a colocarem mãos à obra… Não é a primeira vez que se faz necessária uma nova evangelização; mesmo sem usar esse conceito, o mesmo processo já aconteceu várias vezes na história da Igreja. E sempre trouxe muitos frutos.

9 – Que novidades o termo Nova Evangelização poderia oferecer em relação à evangelização realizada continuamente pela Igreja?

R. Em primeiro lugar, coloca em evidência que não podemos pressupor que a evangelização já foi feita; quando olhamos atentamente para a realidade, constatamos que a evangelização precisa retomar sempre, mesmo nas famílias e comunidades tradicionalmente bem católicas… Por outro lado, as atitudes e os métodos precisam renovar-se; já não basta dizer que temos igrejas e essas estão abertas para todos, que todos são bem-vindos… É preciso ir ao encontro dos que não vêm e não virão, se não forem buscados e chamados; além disso, não basta uma evangelização superficial, mas é preciso ajudar as pessoas a fazerem uma experiência forte e alegre da fé, cuidando da iniciação à vida cristã em profundidade; diante da diversidade religiosa e do ambiente não mais favorável à transmissão espontânea da fé, é preciso, mais do que nunca, formar bem o cristão católico e dar-lhe condições para que sinta segurança e alegria na sua fé e na sua Igreja.

10- Como o senhor avalia a realização do Sínodo dos Bispos, no momento em que se comemora os 50 anos da convocação do Concílio Vaticano 2º , os 20 nos do Catecismo da Igreja Católica e a convocação do Ano da Fé pelo Papa Bento 16?

R. Todos esses fatos e eventos estão relacionados e se completam. O primeiro objetivo da convocação do Concílio Vaticano II, pelo Beato João XXIII, foi o “incremento da fé católica”, ou seja, a renovação, o revigoramento e a renovada difusão da fé da Igreja; o Catecismo da Igreja Católica, que completa 20 anos, foi um fruto do Concílio e devia ajudar a alcançar aquele objetivo primeiro; e o tema do Sínodo deste ano vai nessa mesma linha. Creio que este é um momento de Deus na vida da Igreja e traz a esperança de frutos abundantes.

11- Que papel tiveram os leigos, tão valorizados pelo Vaticano 2º, na produção do Instrumento de Trabalho, e como poderiam atuar na execução das propostas apresentadas pelo sínodo?

R. Normalmente, os leigos também deveriam ter participado da elaboração de propostas para o Sínodo no momento das consultas as dioceses; posso afirmar que, em São Paulo, houve a participação dos leigos nessa consulta. Na assembleia do Sínodo serão elaboradas muitas propostas e o Papa, como sempre costuma fazer, fará o Documento pós-sinodal, na forma de uma Exortação Apostólica; o que se espera, é que os resultados do Sínodo sejam acolhidos bem por todos e, a partir deles, a nova evangelização seja feita com o esforço e o dinamismo de todos.

12- Que frutos a Igreja pretende colher com o sínodo?

R. Na obra da Igreja, os frutos nem sempre aparecem logo, mas tenho a convicção que serão muitos; eles não serão automáticos, mas dependerão de nosso esforço, unido à ação do Espírito Santo. Posso imaginar que surjam muitas iniciativas missionárias novas, Congregações religiosas e associações de fiéis voltadas para esse fim; e também, uma nova solidariedade missionária entre as Comunidades da Igreja nas várias partes do mundo. A Igreja espera e precisa de um novo e amplo despertar missionário. Mas, como tudo isso é obra da fé, a Igreja precisa, antes de tudo, renovar-se na fé. Para isso, temos o Ano da Fé, que o papa Bento XVI vai abrir no próximo dia 11 de outubro, durante a 13ª. assembleia do Sínodo dos Bispos sobre a “nova evangelização para a transmissão da fé cristã”.

Fonte: Site da Arquidiocese de São Paulo

Carta Apostólica “Porta Fidei” em PDF para download.