Bíblia

VÍDEO: Homilia do Pe. Julio em 16/11/2014 (parábola dos talentos)

Pregação do Pe. Julio Lancellotti do 33º Domingo do Tempo Comum, celebrado em 16/11/2014. No Evangelho de Mateus, Jesus conta a “parábola dos talentos”, que revela o amor e o rosto de Deus. Para o Pe. Julio, a mensagem dessa leitura é “não tenham medo de Deus”.

Gravação realizada na missa das 18h na igreja São Miguel Arcanjo, em São Paulo.

Homilia do Pe. Reginaldo no 26º Domingo do Tempo Comum

Pregação do Pe. Reginaldo Donatoni no 26º Domingo do Tempo Comum, celebrado em 28/09/2014, Dia da Bíblia. No Evangelho de Mateus, Jesus conta mais uma parábola e afirma que os cobradores de impostos e as prostitutas chegarão primeiro a Deus.

Gravação realizada na missa das 18h na Igreja São Miguel Arcanjo, presidida pelo Pe. Reginaldo Donatoni, pároco da Igreja São Paulo Apóstolo, dando continuidade ao rodízio de padres do Setor Belém.

VÍDEO: Homilia do Pe. Julio na Exaltação da Santa Cruz

Assista à pregação do Pe. Julio Lancellotti no domingo da festa da Exaltação da Santa Cruz, celebrada em 14/09/2014. A 1ª leitura, do Livro dos Números, mostra que o povo hebreu se cansou na caminhada pela libertação e chegou a sentir saudade da escravidão no Egito. No Evangelho, João conta que Deus vem ao encontro do homem e se torna humano.

Gravação realizada na missa das 18h na igreja São Miguel Arcanjo.

4ª Vigília de Leitura Contínua da Bíblia

Pelo quarto ano consecutivo, a Fraternidade da Esperança realiza em setembro, Mês da Bíblia, a Vigília de leitura Contínua da Palavra. No dia 5, a partir das 19h, até a manhã do dia 6, leitores de diferentes realidades, idades, pastorais, grupos e movimentos se alternarão na leitura de um trecho da Sagrada Escritura.

Nas edições anteriores, centenas de pessoas leram os Evangelhos, os Atos dos Apóstolos, as cartas do Novo Testamento e os livros do Pentateuco. Neste ano serão feitas as leituras dos chamados livros históricos, precedidos pela leitura de alguns trechos do Evangelho segundo Mateus, proposto para o Mês da Bíblia deste ano.

Como nos anos anteriores, a vigília contará com a presença do arcebispo de São Paulo, Cardeal Odilo Pedro Scherer.

Para ser um dos leitores na vigília, basta enviar um e-mail para [email protected] com as seguintes informações: nome e data de nascimento de cada leitor; e horário aproximado em que cada leitor pretende ler (entre as 20h do dia 5/9 e as 6h do dia 6/9).

Programação
19h – Acolhida
20h – Início da leitura da Palavra
6h30 (dia 6/9) – Missa de encerramento

Serviço

4ª VIGÍLIA DE LEITURA CONTÍNUA DA PALAVRA
Data: 5/9, a partir das 19h
Organização: SERMIG – Fraternidade da Esperança
Local: ARSENAL DA ESPERANÇA  (rua Dr. Almeida Lima, 900 – próximo à Estação Bresser-Mooca do Metrô)
Informações: www.sermig.org/arsenaldaesperanca

4ª Vigília de Leitura Contínua da Bíblia

Bíblia e direitos humanos

Dom Demétrio Valentini

A Campanha da Fraternidade vem despertando um novo interesse pela Bíblia. O tema do tráfico humano já tinha surpreendido, pela amplitude do fenômeno e pela assiduidade com que ele se verifica no mundo de hoje, apesar de todas as providências tomadas para garantir os direitos humanos a todas as pessoas.

Agora, buscando as referências bíblicas para o assunto, eis que nos deparamos com outra surpresa. O fenômeno do tráfico humano é corriqueiro na Bíblia.

O caso mais emblemático é a história constrangedora dos filhos do Patriarca Jacó. O mais novo deles, José, foi vendido por seus irmãos por vinte moedas de prata. Um caso típico de tráfico humano, e praticado entre irmãos.

Verdade é que a história teve um “final feliz”, com o sucesso obtido por José no Egito, e pelo reencontro com seu velho pai. Mas o episódio não deixa de ser colocado nas origens do assentamento do povo de Israel no Egito, onde acabaria caindo na escravidão, fruto indesejado da venda de José, mesmo que fruto bastardo, amadurecido lentamente.

O fato é que o tráfico humano manchou o povo de Israel desde o seu nascedouro, na época dos seus patriarcas.

Aí se coloca uma questão importante, que precisa ser bem dirimida. Acontece que a Bíblia, ao longo de todo o Antigo Testamento, está repleta de episódios violentos, de intrigas, de violências, de guerras, de assassinatos, chegando até a situações de genocídios, com a matança de pequenas populações que residiam na antiga Palestina, para ceder lugar aos israelitas, que acabaram se impondo e dominando toda a região. E tudo isto, interpretado como um sinal de bênção de Deus em favor do seu povo escolhido.

Dependendo de como é olhado, o Antigo Testamento pode ser visto como um relato de violências, justificadas em nome de uma crença, colocada a serviço da pretensa superioridade de um povo sobre os outros.

Esta visão levou muita gente, com sensibilidade humana refinada, a descrerem da Bíblia, relegando-a a meros relatos tribais, sem nenhuma relevância humana.

Que dizer disto, e como recuperar o valor transcendente da Sagrada Escritura?

Em primeiro lugar, precisamos nos dar conta que a Bíblia não se exime de sua dimensão humana. Ao contrário, ela a assume propositalmente, para mostrar que ela se identifica com o lento caminhar da humanidade, dentro do qual vai emergindo cada vez mais claramente o desígnio de Deus, “de formar um povo que o conheça na verdade, e o sirva na santidade”. É esta humanidade, carregada de ambiguidades e de perversidades, que Deus se propôs redimir e salvar “pela força do seu braço”.

Em segundo lugar, é preciso dar-nos conta do valor simbólico dos fatos relatados pela Bíblia. Quando, por exemplo, Deus prometeu a Abraão uma numerosa descendência, e pediu que saísse de sua terra, e se dirigisse para a terra que Deus iria lhe mostrar, a Bíblia não diz onde estaria esta terra. Pois na verdade ela não estava em lugar nenhum. A nova terra prometida a Abraão, não era um território determinado. Era o símbolo da bênção que Deus queria conceder a todas as famílias humanas. Esta era a “terra prometida”.

Se a promessa de uma nova terra não recuperar o valor simbólico que lhe foi dado por Deus, permanecem os equívocos das disputas por território, como infelizmente ainda se verifica hoje.

Como Abraão, e como São Pedro, nós também “esperamos novos céus e nova terra”, não na Criméia, nem em Israel. Mas na prática da justiça e na vivência da fraternidade.

Quaresma para celebrar a Páscoa de coração purificado

Dom Edmar Peron

Há poucos dias, participamos do significativo rito da imposição das cinzas sobre nossas cabeças; suplicávamos a Deus que, como pai, ouvisse nossas súplicas e nos desse a graça de prosseguir na “observância da Quaresma” a fim de celebrarmos “de coração purificado o mistério pascal” de Jesus Cristo, vivendo uma “vida nova, à semelhança do Cristo ressuscitado”. Desse modo, as orações de bênção das cinzas já nos indicavam que celebramos a Quaresma por causa da Páscoa. Essa compreensão aparece em diferentes textos do Missal Romano. Vejamos!

O tempo da Quaresma, bem vivido, nos prepara – catecúmenos e fiéis – para a celebração do mistério pascal: “A observância anual da Quaresma é tempo favorável pelo qual se sobe ao monte santo da Páscoa” (Cerimonial dos Bispos, n. 249). As orações desses dias nos ajudam a louvar a Deus, “Pai santo, rico em misericórdia” e bendizer o seu nome “enquanto caminhamos para a Páscoa, seguindo as pegadas de Jesus Cristo”: ele mesmo, durante a Quaresma, reabre para a Igreja “a estrada do Êxodo, para que ela humildemente tome consciência de sua vocação de povo da aliança” (Prefácio da Quaresma, V); ele é quem concede “aos cristãos esperar com alegria, cada ano, a festa da Páscoa” (Prefácio da Quaresma, I); é a ele que suplicamos a graça de que “o nosso coração corresponda” às oferendas colocadas sobre o altar da Eucaristia, “com as quais iniciamos nossa caminhada para a Páscoa” (Primeiro Domingo da Quaresma, Oração Sobre as Oferendas).

Contudo, andaremos pelo caminho quaresmal conscientes de nossa fraqueza. Por isso, nesses dias, também rezamos a Deus para que “a penitência nos fortaleça no combate contra o espírito do mal” (Quarta-feira de Cinzas, Oração do Dia); que ele, Deus, inspire nossas ações e nos ajude a realizá-las para que nele “comece e termine tudo aquilo que fizermos” (Quinta-feira depois das Cinzas, Oração do Dia); que ele nos auxilie com sua bondade “para que vivamos interiormente as práticas externas da Quaresma” (Sexta-feira depois das Cinzas, Oração do Dia).

Um dos poderosos auxílios que Deus nos oferece é a sua Palavra, contida no Livro Santo, a Bíblia: ela conduziu no caminho do Reino de Deus, homens e mulheres, que hoje são para nós grandes testemunhas, os Santos e as Santas; ela nos alimenta, pois “não só de pão vive o homem, mas de toda palavra que sai da boca de Deus” (Mt 4,4: Dt 8,3); ela desarma “as ciladas do antigo inimigo” (Primeiro Domingo da Quaresma, Prefácio); se ela, a Palavra, permanecer em nós, conheceremos a verdade e seremos livres (Jo 8,32) e venceremos o Mal (1Jo 2,14).

Organizemos nosso tempo ao longo da Quaresma e nos empenhemos ainda mais à leitura, meditação e prática da Palavra de Deus, contida na Bíblia. Assim, alcançaremos o que pedimos na Quarta-feira de Cinzas: “celebrar de coração purificado o mistério pascal” de Jesus Cristo.

Inscreva-se no curso de Teologia para Leigos do Setor Belém

O Setor Belém convida para o curso Teologia para Leigos que se inicia no dia 10 de fevereiro de 2014.

Os principais objetivos são:

* Responder aos constantes apelos da Igreja de São Paulo e à permanente necessidade de formação dos agentes evangelizadores, como pede o Documento de Aparecida.
* Incentivar e qualificar leigos e leigas como educadores da fé.
* Desenvolver um conhecimento interdisciplinar sobre assuntos da fé Cristã Católica.

O curso está organizado em aulas semanais, que acontecem toda segunda-feira das 19h30 às 21h30, no Centro Pastoral São José, e tem duração de 3 anos. A carga horária é de 192 h/aula. O valor mensal é de R$ 25,00. Alunos com frequência nas aulas igual ou maior que 75% recebem certificado de participação no final do curso.

Organização esquemática das disciplinas

Introdução à Teologia e introdução à Bíblia (disciplinas básicas para cursar as demais seções)

1) Seção Bíblia
1a. Introdução à Biblia
1b. Antigo Testamento e Novo Testamento (leitura orante da Bíblia)

2) Seção Teologia
2a. Introdução à Teologia
2b. Eclesiologia
2c. Liturgia
2d. Sacramentos
2e. Cristologia
2f. Pneumatologia
2g. Mariologia
2h. Trindade
2i. Escatologia

3) Seção Pastoral
3a. Missiologia
3b. Pastoral Urbana

4) Seção História da Igreja
4a. História da Igreja

Pegue sua ficha de inscrição nas secretarias das paróquias.

Para mais informações, entrar em contato por telefone: 11 2693-0287 ou por e-mail: [email protected].

Setor Belém
Região Episcopal Belém
Arquidiocese de São Paulo