Eventos

Eventos pastorais e sociais

Procissão do Domingo de Ramos

Centenas de paroquianos da comunidade São Miguel Arcanjo fizeram procissão pelas ruas da Mooca, em São Paulo, após a bênção dos ramos no domingo, 05 de abril. A celebração teve início às 9h30 da manhã, seguida de caminhada até a capela da Universidade São Judas Tadeu, onde o Pe. Júlio Lancellotti presidiu a missa das 10h, com cerca de 600 participantes.

Veja abaixo as imagens da bênção e procissão:

(clique aqui para ler o texto do Pe. Júlio e assistir à homilia da missa do Domingo de Ramos)

Arquidiocese de São Paulo faz peregrinação dos comunicadores

D. Odilo Scherer na Peregrinação dos Comunicadores
Foto: Wanderley Oliveira

O cardeal arcebispo de São Paulo, D. Odilo Pedro Scherer, deu início à peregrinação dos comunicadores da Arquidiocese em entrevista coletiva no Pátio do Colégio, ponto de encontro para o evento.

D. Odilo falou da importância de usar os diversos veículos de comunicação para a evangelização. Segundo ele, “São Paulo Apóstolo era um grande comunicador, que não dispunha dos meios atuais, mas tinha o ‘fogo’ da mensagem, da boa nova”.

Ele saudou ainda os diversos grupos que atuam nessa área, em particular as congregações criadas por inspiração de São Paulo, como os Paulinos e as Paulinas.

Os comunicadores presentes fizeram perguntas sobre o papel dos meios e os desafios da evangelização. Segundo D. Odilo, “a Internet é vital para nós, mas é importante que os sites da Igreja atuem também em rede para fortalecer a comunicação da boa nova”.

Veja abaixo trecho da coletiva:


Em seguida, os participantes seguiram até a Catedral da Sé, onde celebraram a missa, que teve como animador o Pe. Zezinho.

Na homilia, D. Odilo falou da importância da comunicação e deu “boas notícias” aos participantes. A primeira é “Deus é rico em misericórdia. Digam isso ao mundo, comuniquem isso para todos!”, pediu o cardeal.

Outra boa notícia, segundo o arcebispo, é que “Deus ama este mundo loucamente e fica muito triste com o que a humanidade faz de ruim. Tanto que enviou seu único filho para nos resgatar”.

Ele lembrou novamente que São Paulo foi um dos grandes comunicadores da boa nova, que ousou ir ao areópago de Atenas para falar de Jesus Cristo. “Hoje, nós na Igreja, precisamos imitar São Paulo!” Dirigindo-se aos comunicadores, pediu: “não tenham medo de ir a todos os areópagos!”

Assista à homilia de D. Odilo:

Setor Belém faz peregrinação do Ano Paulino

O Setor Belém fez peregrinação do ano santo no sábado, dia 7. A comunidade São Miguel Arcanjo se encontrou na paróquia logo cedo e saiu em caminhada às 9h30 pelas ruas da Mooca até a igreja São Paulo Apóstolo, santuário do Ano Paulino, onde foi celebrada missa.

Veja as imagens abaixo:

Peregrinação do Ano Paulino - 07 de março de 2009

Peregrinação do Ano Paulino - 07 de março de 2009


Peregrinação do Ano Paulino - 07 de março de 2009

Peregrinação do Ano Paulino - 07 de março de 2009

Igreja lança Campanha da Fraternidade

A Igreja lançou oficialmente nesta quarta-feira de cinzas a Campanha da Fraternidade que em 2009 tem como lema “A paz é fruto da justiça”. Paróquias e comunidades de todo o país são convidadas a refletir sobre a questão da segurança pública, a violência e a construção da cultura da paz.

Em São Paulo, o cardeal arcebispo D. Odilo Scherer presidiu a missa na Catedral da Sé, da qual participaram milhares de fiéis. D. Odilo ressaltou a importância da Quaresma para chegar à Páscoa e citou os três conceitos fundamentais deste tempo: o jejum, a esmola e a oração.

Em entrevista, o cardeal falou sobre a mensagem da Campanha:

O coordenador nacional da Pastoral Carcerária, Pe. Gunther Zgubic, comentou as mudanças necessárias para se alcançar a verdadeira paz:


Clique aqui para ler os outros textos e artigos sobre a Campanha da Fraternidade

Veja abaixo fotos da celebração:


Imagens de Wanderley Oliveira

Presidente da CNBB celebra missa pelo centenário de Dom Helder

RECIFE, domingo, 8 de fevereiro de 2009 (ZENIT.org) – “Nesta comemoração do centenário de nascimento de Dom Helder Camara, damos graças a Deus pelo dom de sua vida, repleta de sabedoria, profetismo e doação à Igreja e aos irmãos.”

Com essas palavras, o presidente da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), Dom Geraldo Lyrio Rocha, iniciou sua homilia na missa do centenário de nascimento do ex-arcebispo de Olinda e Recife, em frente à igreja das Fronteiras, em Recife, ontem.

“Aos 90 anos de idade, em 1999, Dom Hélder partiu para o encontro definitivo com o Pai. Mas, aqui na terra, ele já estava “em suas mãos”, conforme dizia seu lema episcopal”, afirmou Dom Geraldo.

Dom Helder nasceu em Fortaleza, a 7 de fevereiro de 1909. Foi nomeado bispo auxiliar do Rio de Janeiro em 1952. Em 1964, foi nomeado arcebispo de Olinda e Recife.

Segundo o presidente da CNBB, dois fatores significativos acentuavam a importância fundamental da presença de Dom Helder naquele momento no Nordeste brasileiro.

“No campo socioeconômico, o golpe militar de 1964; no campo eclesial, o Concílio Ecumênico Vaticano II em sua extraordinária perspectiva de renovar a Igreja diante dos grandes desafios dos tempos atuais.”

Dom Geraldo Lyrio explicou que, para o regime militar, “eram já conhecidas as posições de Dom Helder, tanto pela sua atuação na cidade do Rio de Janeiro, como pelos seus posicionamentos em nível nacional, especialmente na defesa dos direitos dos pobres, na promoção da justiça, da democracia e da liberdade de expressão”.

“Ao chegar à arquidiocese de Olinda e Recife, Dom Helder dirige sua mensagem de pastor, abre o coração aos seus diocesanos e procura desarmar os espíritos.”

“Seus pronunciamentos, homilias e iniciativas pastorais começam a incomodar o regime militar que o condenou, em 1970, a ser silenciado pelos meios de comunicação de todo o país”, recorda.

Se por um lado –prossegue o presidente da CNBB–, “a atitude dos militares limita sua ação de pastor diocesano, por outro lado, o lançava na missão profética além das fronteiras do Brasil, com convites insistentes para fazer conferências em muitas partes do mundo”.

“Sua presença irradiava confiança e suas palavras sedimentavam a mística do compromisso evangélico. Sendo por vezes sinal de contradição, não deixava de ser sinal de esperança, sobretudo para os mais pobres e para todos aqueles que lutam pela justiça e pela paz.”

De acordo com Dom Geraldo Lyrio, durante o Vaticano II, Dom Helder soube aproveitar a oportunidade dos contatos com todos os episcopados do mundo.

“Esse papel singular que soube desempenhar durante o Concílio lhe oferecia a possibilidade de tornar-se missionário do mundo, como peregrino da justiça e da paz.”

Dom Geraldo prossegue explicando que Dom Helder travou um relacionamento especial de amizade com os bispos que tinham maior sensibilidade para a problemática do “Terceiro Mundo”.

“Neste contexto, surge o famoso grupo de bispos, provenientes de todos os continentes, que se encontrava, a cada sexta-feira, para refletir sobre a missão da Igreja junto aos pobres e a necessidade de a Igreja ser sinal do Cristo pobre.”

Ao final do Concílio –afirma o presidente da CNBB–, “no dia 16 de novembro de 1965, quarenta bispos de várias partes do mundo reuniram-se numa catacumba em Roma e assinaram o Pacto das Catacumbas. Cada um assumia o compromisso de viver pobre, rejeitar as insígnias, símbolos e privilégios do poder e a colocar os prediletos de Deus no centro de seu ministério episcopal, explicitando assim a evangélica opção pelos pobres.”

“Dom Helder tinha como lema missionário o versículo da carta de São Paulo aos Romanos: “esperando contra toda esperança, como Abraão” (Rm 4, 18). Para tanto, em suas viagens internacionais, estimulava as minorias abraâmicas, – semeando grupos em todos os continentes.”

“As minorias abraâmicas eram formadas por aquelas pessoas que esperavam, apesar dos pesares, com firmeza permanente, se comprometendo com a construção de uma sociedade justa e fraterna. Era a não violência ativa”, afirma.

Fiéis celebram festa de São Judas

Clique na foto acima para ver as imagens da missa

Clique na foto acima para ver as imagens da missa

Centenas de fiéis participaram da celebração em homenagem a São Judas Tadeu neste 28 de outubro, presidida pelo bispo da Região Belém, dom Pedro Luiz Stringhini, e concelebrada pelo padres Júlio Lancellotti e dois ex-alunos da São Judas.

A missa lotou a capela da Universidade. Muitos ficaram no lado de fora, mas puderam acompanhar por um telão e televisores.

A Comunidade São Miguel Arcanjo estava presente com representantes das suas Pastorais. O Grupo de Canto abrilhantou a celebração.

A entrada da imagem de São Judas Tadeu revelou forte momento de fé. Aqueles que vieram à celebração o fizeram pela devoção a esse Apóstolo e Santo tão querido e que sempre intercede junto a Deus, especialmente pelas questões mais difíceis e até as consideradas impossíveis. O Evangelho nos fez refletir sobre a escolha dos Apóstolos e especialmente de São Judas, o filho de Thiago.

D. Pedro e o padre Júlio agradeceram à dona Alzira Mesquita, chanceler da Universidade, e à Professora Lilian, pró-reitora de extensão, o apoio dado à Região Belém e particularmente à Paróquia São Miguel Arcanjo.

Com muita emoção os presentes acompanharam a bênção do Santíssimo. Ao encerrar a celebração todos puderam levar uma lembrança, a imagem de São Judas.

No final, o padre Júlio anunciou que todos poderiam acessar o site “O Arcanjo no Ar”, no endereço www.oarcanjo.net, inclusive para ver as fotos da celebração (aqui).

Para assistir ao vídeo da Missa, clique abaixo:

Carlos Alberto Beatriz e Rubens S. Meyer


Você também fez fotos da missa e quer compartilhar com a comunidade?
Envie para o email [email protected] ou entregue na secretaria da paróquia São Miguel Arcanjo (se precisar, clique aqui para ver os horários de atendimento e como chegar).